Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Socorro a estados

Deputados criticam critérios de distribuição a Estados; Maia defende aprovação

"A gestão do Estado é fundamental numa crise como essa", disse Bracher, em teleconferência com jornalistas para comentar o balanço do primeiro trimestre

Rodrigo Maia
Presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia. - Imagem: Cesar Itiberê/PR

Deputados da oposição criticam os critérios de distribuição de recursos a Estados e municípios estabelecidos pelo Senado, no projeto em votação pela Câmara no período da tarde desta terça-feira, 5. Diante do posicionamento dos parlamentares, o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), desceu à tribuna para mais uma vez defender a aprovação do texto, da forma como está. O principal argumento de Maia é dar celeridade para que os recursos cheguem o mais rápido possível aos governos locais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Estamos aqui para construir um texto que, sancionado, os recursos possam chegar mais rápido aos Estados e municípios. Sabemos que se ficarmos nesse pingue-pongue, os prejudicados serão os brasileiros", disse Maia.

A interlocutores Maia deixou claro que não concorda com a regra colocada pelo Senado, mas que acredita que mudar isso agora poderia gerar um grande impasse e atrasar o repasse dos recursos.

O projeto original era o que ficou conhecido como Plano Mansueto. Com a pandemia, a Câmara enxugou o texto e deixou apenas questões de curto prazo, com a obrigação de que a União complementasse a queda de arrecadação de impostos de Estados e municípios durante a crise. O Senado mudou esse critério. Definiu um valor fixo a ser distribuído de acordo com um conjunto de regras.

Segundo o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) apurou, há um estudo correndo nos bastidores que aponta uma desproporcionalidade entre os valores a serem recebidos pelos governos locais, em relação à previsão da queda de arrecadação de cada um deles.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ainda na tribuna, Maia admitiu que divergência dos critérios entre os projetos da Câmara e Senado e que isso pode gerar conflitos, principalmente, com Estados do Sul e cidades acima de 200 mil habitantes. "Mas não é porque existem conflitos e divergências que vamos mudar nosso principal objetivo que é o socorro aos Estados e municípios", disse.

Leia Também

REAÇÃO AO RESULTADO

Sonho de ROE de 20% no Santander (SANB11) acabou? Ação tomba mais de 6% após balanço. Resultado é um alerta para Bradesco, BB e Itaú?

OUTRO TROPEÇO

Santander Brasil (SANB11) frustra expectativas no 2T26: lucro cai 17%, ROE despenca a 12,5% e provisões voltam ao radar

O relator do projeto na Câmara, Pedro Paulo (DEM-RJ) diz que o texto do Senado trouxe critérios piores e mais confusos do que foi aprovado na Câmara.

"O que apresentamos anteriormente, o seguro-receita, era simples: o que caiu de ICMS e ISS que fosse por conta do isolamento por conta da pandemia, se recompõe com recursos da União, que é o único que pode emitir dívidas. Isso garantiria que gestores pudessem planejar as ações de combate à pandemia", disse Pedro Paulo. "Mas o importante é garantir que os Estados e Municípios não parem os serviços essenciais", disse.

A oposição, no entanto, insiste em retomar o texto aprovado pela Câmara, com ampla maioria com 431 votos a favor. "É evidente que os Estados e Municípios necessitam muito da nossa ajuda. Por isso, nós, do PSOL, reivindicamos muito o projeto que foi votado pela Câmara dos Deputados, garantindo o envio de mais de 80 bilhões, garantindo a recomposição do ICMS e do ISS, garantindo alívio financeiro para os Estados e para os Municípios e sem a exigência de contrapartidas absurda", afirmou a líder do PSOL, Fernanda Melchiona (RS).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Carnes penduradas em frigorífico, com gráficos de cotações na bolsa. ID da foto:1820806605 28 de julho de 2026 - 12:47
Logo do Itaú (ITUB4) 27 de julho de 2026 - 17:51
privatização da sabesp saneamento torneira 27 de julho de 2026 - 17:12
Em um fundo com a bandeira do Brasil, o logo da WEG aparece em primeiro plano 27 de julho de 2026 - 13:45
O bilionário Warren Buffett, dono do conglomerado de investimentos Berkshire Hathaway (BERK34) 27 de julho de 2026 - 11:00
Bandeira do Brasil e gráfico de ações para representar o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira 26 de julho de 2026 - 14:04
PicPay. 24 de julho de 2026 - 11:59
Isa Energia 24 de julho de 2026 - 10:16
Ânima 23 de julho de 2026 - 13:57
Fachada da Oncoclínicas (ONCO3). 23 de julho de 2026 - 11:20
Cartões da Revolut e do Nubank. 22 de julho de 2026 - 17:40
Logo da Petrobras e, ao fundo, ilustração de barris de petróleo e gráfico de ações 22 de julho de 2026 - 16:08
Fachada de loja da Tim (TIMS3) 22 de julho de 2026 - 13:32
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar