O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Sérgio Borriello diz que empresa pretende manter a abertura de lojas perto do plano originalmente traçado
Em meio à crise do coronavírus, a varejista Pernambucanas pretende manter a abertura de lojas perto do plano originalmente traçado. A companhia espera inaugurar entre 25 e 30 unidades em 2020.
De acordo com o presidente do grupo, Sérgio Borriello, a crise traz oportunidades e deixa disponíveis pontos de venda em locais onde a companhia quer ter presença. O executivo participou ontem da série de entrevistas ao vivo Economia na Quarentena, do Estadão.
Segundo Borriello, uma das estratégias da Pernambucanas para ganhar força em relação à concorrência é o relacionamento com os consumidores no crediário. Sabendo de uma possível alta da inadimplência por causa do crescimento do desemprego, o executivo afirmou que a rede buscou reduzir juros e dar mais prazo aos clientes durante a pandemia. "Queremos plantar atendimento para colher fidelidade."
Leia, a seguir, os principais trechos da entrevista.
A Pernambucanas vinha em uma forte expansão nos últimos anos, abrindo cerca de 30 lojas por ano. Como a crise da covid-19 afeta esse movimento?
Toda crise traz oportunidades, e o varejo não é um caminhão que se freia de uma vez. Então, neste ano, acredito que gente terá umas 25 lojas novas porque já estava no nosso caminho. A gente quer ir um pouquinho além. A crise também possibilita ir para lugares em que gostaríamos de estar. Devemos ter de 25 a 30 lojas e manter a expansão.
Leia Também
Qual vai ser a estratégia?
O modelo de expansão da Pernambucanas seguirá a área de atuação: Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Temos um estudo sobre tamanho de cidade e renda que, apesar da crise, continua válido. Temos bastante oportunidade no Rio de Janeiro, no Espírito Santo, no norte de Minas e no Sul, sobretudo Rio Grande do Sul. São Paulo sempre será um foco, mas nossa presença já é grande.
A empresa acelerou o projeto de transformação digital durante a crise?
Esses números estão loucos hoje em dia. Com o fechamento das lojas físicas, a participação do digital disparou. Essa questão digital é claramente uma oportunidade. A nossa fintech, por exemplo, tem 1,5 milhão de contas digitais. Avançamos na pandemia e queremos continuar a crescer depois dela. Tivemos um crescimento de 1.500% do nosso e-commerce. Nossa fintech poderá alcançar muitos tipos de serviços, buscando parcerias. É a hora de acelerar o trabalho já feito.
Quantas lojas estão abertas?
Temos um processo de inteligência que acompanha casos e óbitos reportados versus os leitos disponíveis. E as lojas acompanham o que cada prefeito está falando sobre autorização de funcionamento. Temos 378 lojas, das quais 256 estão abertas. Nessas 256, há diversos modelos. Algumas são abertas dia sim, dia não. Outras têm horário limitado, outras capacidade limitada.
Diante dessa configuração, o grupo demitiu ou suspendeu contratos?
Não houve demissão. Fizemos redução de jornadas em alguns casos. Onde as lojas estavam fechadas, fizemos suspensão de contratos. Queremos preservar ao máximo os empregos. Boa parte dos nossos funcionários está na Medida Provisória 936.
Para a rede, como deveria ser a volta do comércio?
O assunto não é político, é técnico. De nada adianta a loja estar aberta se o consumidor não aparecer. E não vale a pena colocar em risco os trabalhadores. A visão tem de ser regionalizada, pois as situações são muito diferentes nos municípios em que a gente opera. A abertura tem de ser escalonada, gradual. Não dá hoje para tomar uma única decisão para a empresa inteira.
Com o aumento do desemprego, como fica a questão da inadimplência?
Acho que tem dois tipos de inadimplência. Se a pessoa perdeu 100% da renda, só vai cumprir as necessidades básicas, de contas da casa e alimentação. O fato de o cliente não pagar não é escolha, é falta de opção. Tem a segunda inadimplência, em que houve perda parcial de renda. E o consumidor, para fechar o orçamento, precisa escolher quais contas vai pagar depois de água, luz e alimento. Nesse segundo caso, há uma oportunidade de usar o relacionamento com o cliente para ser escolhido por ele.
Como?
A gente sempre teve crediário, somos uma empresa de 112 anos. Todo mundo tem uma história com a Pernambucanas. É por isso que fizemos isenção de juros e multa nos períodos de atraso, demos carência para os clientes pagarem, fizemos parcelamento. E por que isso? Queremos plantar atendimento para colher fidelidade. Queremos que ele traga o salário para a nossa conta digital, que ele venha para cá se o banco colocar um “x” do Serasa nele.
Por mais que a venda digital cresça, não existe um ‘teto’ para a venda pela internet quando o tema é confecção?
O teto vai subir, embora exista um limite especialmente para o vestuário. A padronização dos tamanhos na nossa indústria de confecções ainda é falha. Essa flutuação de modelagem obriga o cliente a provar a roupa. O teto estava, no vestuário, por volta de 3,7%. Ele vai subir, pode passar de 15%, mas não supera 20%. Por outro lado, em outros departamentos, nos eletrônicos, celulares e cama, mesa e banho, a proporção pode ser bem maior.
Como o sr. vê a influência da crise política na economia?
A questão do coronavírus é de saúde, e não política. Precisamos nos preocupar com a saúde das pessoas e o emprego. A polarização é a pior coisa para o País.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Entenda como tensões geopolíticas e o ciclo político brasileiro podem redesenhar as oportunidades no setor de petróleo, e por que a PRIO3 é a queridinha agora
Com a troca de CEO, a empresa dá início a um novo ciclo estratégico de expansão
A produção superou em 0,5 ponto porcentual o limite do guidance da estatal, que previa crescimento de até 4%. O volume representa alta de 11% em relação a 2024.
A companhia, que tenta se reestruturar, anunciou no fim do ano passado uma capitalização de R$ 797,3 milhões, voltada ao fortalecimento da estrutra financeira
Recomendação de compra foi mantida, mas com a classificação “alto risco”; banco prevê crescimento mais fraco de vendas e lucro líquido menor neste ano
O banco rebaixou as ações da seguradora de “compra” para “neutra”, alertando que o espaço para novas revisões positivas de lucro ficou mais limitado
Apple avalia nova arquitetura interna para “esconder” os sensores do Face ID nos modelos Pro
O banco elevou preço-alvo para as ações ENEV3 e vê gatilhos capazes de destravar valor mesmo após a forte alta recente; o que está por trás do otimismo?
Alcançando a mínima intradia desde agosto do ano passado, os papéis da companhia lideram a ponta negativa do Ibovespa nesta tarde
A expectativa é reduzir entre R$ 15 bilhões e R$ 18 bilhões ainda neste ano, criando condições para que a companhia invista em segmentos mais promissores
Geração de caixa recorde rouba a cena no 4T25, enquanto vendas seguem firmes; bancos reforçam a leitura positiva e mantêm recomendação de compra para o papel
Oferta terá participação restrita a investidores profissionais e prioridade concedida aos acionistas da companhia; volume de ações ofertadas poderá dobrar se houver demanda
Vendas disparam no 4T25, ritmo comercial acelera e reforça a tese positiva para a construtora, apesar do foco maior na queima de estoques e de um caixa ainda pressionado
A companhia se antecipou a movimento de minoritários, ocupando vagas no conselho e rejeitando pedido de assembleia feito por Rafael Ferri, que queria uma Assembleia sobre as vagas que estavam em aberto desde o fim de dezembro
Enquanto os holofotes apontam para o S26 Ultra, um detalhe discreto no modelo básico pode ser o verdadeiro salto da próxima geração: carregamento mais rápido
Autoridade monetária cita “violações graves” e diz que apurações seguem em curso; entenda o caso
Concessionária acumula nove autuações desde 2019 e é acusada de falhas graves em serviços essenciais; número oficial de afetados por apagão em dezembro sobe para 4,4 milhões
Os analistas passaram o preço-alvo para 12 meses de R$ 59 para R$ 58, com potencial de valorização de cerca de 7%
Após trocar de presidente e diretoria, banco convocou uma assembleia para deliberar sobre mudanças em seu conselho de administração
Jamie Dimon aposta que a IA será o diferencial competitivo que permitirá ao banco expandir margens de lucro, acelerar inovação e manter vantagem sobre concorrentes