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Vinícius Pinheiro

Vinícius Pinheiro

Jornalista e escritor, é diretor de redação dos sites Money Times e Seu Dinheiro. Formado em Jornalismo e com MBA em Derivativos e Informações Econômico‑Financeiras pela FIA, tem mais de 25 anos de experiência e passou por redações como Valor Econômico, Agência Estado e Gazeta Mercantil. É autor dos romances Os Jogadores, Abandonado e O Roteirista

Balanços

Santander tem recuperação em “V” e lucro sobe para R$ 3,9 bilhões no trimestre

A unidade local do banco espanhol supera expectativas de longe com lucro líquido de R$ 3,902 bilhões, alta de 5,3% em relação ao terceiro trimestre de 2019

Vinícius Pinheiro
Vinícius Pinheiro
27 de outubro de 2020
7:27 - atualizado às 7:54
Sede do Santander Brasil
Sede do Santander Brasil - Imagem: Shutterstock

Se a expectativa para o lucro do Santander Brasil já era alta antes da divulgação do balanço, o banco conseguiu superá-la. A unidade local do banco espanhol registrou lucro líquido gerencial de R$ 3,902 bilhões no terceiro trimestre.

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O resultado representa um aumento de 83% no trimestre e de 5,3% em relação ao mesmo período do ano passado e ficou bem acima da estimativa média dos analistas compilada pelo Seu Dinheiro, que apontava para um lucro de R$ 2,764 bilhões.

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Com esse resultado, o Santander precisou de apenas um trimestre para retomar os níveis de rentabilidade do pré-crise — ou seja, uma verdadeira recuperação em "V".

O retorno sobre o patrimônio líquido médio do banco (ROAE, na sigla em inglês) foi de 21,2% no terceiro trimestre deste ano, pouco acima dos 21,1% do mesmo período de 2019. Entre abril e junho, a rentabilidade havia sido de apenas 12%.

Crédito acelera

A queda nas despesas com provisões para calotes em consequência da crise do coronavírus ajudou no resultado do Santander. A chamada PDD ficou em R$ 2,916 bilhões, um recuo de 55% no trimestre e de 7,5% na comparação com o mesmo período do ano passado.

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Com crise e tudo, o Santander manteve o pé no acelerador no crédito. O saldo da carteira de financiamentos do banco atingiu R$ 491 bilhões, um crescimento de 20,2% em 12 meses e 5,3% em relação ao trimestre anterior.

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O destaque ficou com as operações com pequenas e médias empresas, que avançaram 14,6% no trimestre e 40,5% em relação a setembro do ano passado.

O índice de inadimplência na carteira de crédito do Santander segue controlado e fechou o terceiro trimestre em 2,1%, uma queda de 0,3 ponto percentual no trimestre e de 0,9 ponto em 12 meses.

A margem financeira, que inclui as receitas do banco com concessão de crédito menos as despesas de captação com clientes, foi de R$ 12,4 bilhões no trimestre. Trata-se de uma alta de 3,4% em relação ao mesmo período de 2019, mas uma queda de 8,7% no trimestre.

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As receitas com prestação de serviços e cobrança de tarifas atingiram R$ 4,746 bilhões, alta trimestral de 15,7% e de 0,3% em relação ao mesmo período do ano passado. Mas as despesas também subiram e ficaram R$ 5,375 bilhões — avanço de 3,6% no trimestre e de 2,2% ante 2019.

Ações sobem

Na expectativa de um balanço positivo, as ações do Santander (SANB11) registram alta de quase 25% em outubro, a maior entre os grandes bancos listados na B3.

Embora o mercado tenha antecipado os bons resultados divulgados hoje, é possível que os papéis tenham espaço para reagir positivamente dependendo da mensagem da administração nas teleconferências com analistas.

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