O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Analistas e investidores enxergaram que o Itaú procurou agir de forma antecipada aos efeitos do coronavírus na economia e que a maior parte do estrago foi concentrada no balanço do primeiro trimestre
Quem está em busca de pistas sobre quais serão os estragos do coronavírus na economia tem um bom material à disposição com a publicação do balanço do Itaú Unibanco ontem à noite.
O maior banco privado brasileiro registrou uma rara queda no lucro no primeiro trimestre deste ano. Aliás, foi um verdadeiro tombo de 43,1% em relação ao mesmo período do ano passado, para R$ 3,9 bilhões. A rentabilidade despencou para 12,8%, a menor em mais de duas décadas.
Diante de números tão fracos, era de se esperar uma reação péssima dos investidores hoje na bolsa, certo? Errado. As ações do Itaú (ITUB4) ficaram entre os destaques de alta da bolsa nesta terça-feira e encerram o dia em alta de 3,70%. Mas o que animou os investidores?
Bem, em primeiro lugar é preciso ponderar que a bolsa como um todo teve um dia positivo, como você pode conferir na nossa cobertura completa de mercados.
Mas o que os analistas e investidores enxergaram foi que o Itaú procurou agir de forma antecipada aos efeitos do coronavírus na economia. Ou seja, a percepção é que a maior parte do estrago foi concentrada nos números do primeiro trimestre.
O banco registrou uma despesa com provisões para calotes de R$ 10,1 bilhões no balanço, um forte aumento de 165% em relação aos três primeiros meses de 2019.
Leia Também
O título do relatório dos analistas do Credit Suisse sobre o balanço do Itaú resume bem essa visão: "Antecipando mais provisões do que os concorrentes… porque eles podem". Eles se referem ao maior nível de capital do banco em relação a Bradesco e Santander.
“Embora ainda seja cedo para dizer quão alto e quando será o pico da inadimplência, acreditamos que o Itaú parece melhor posicionado para enfrentar a tempestade à frente”, escreveram os analistas do Credit Suisse, que têm recomendação outperform (equivalente a compra) para ações.
Para o BTG Pactual, embora os resultados do Itaú tenham ficado abaixo do esperado, não foram necessariamente uma surpresa. “Depois que os bancos norte-americanos fizeram grandes provisões, acreditávamos que o mesmo poderia acontecer aqui.”
A grande surpresa da temporada foi o Santander Brasil, que não fez provisões adicionais para o coronavírus e teve aumento do lucro e da rentabilidade, segundo os analistas.
O BTG mantém a recomendação de compra para as ações do Itaú e também do Bradesco após a queda nos lucros, mas considera que a visibilidade é baixa e não vê gatilhos de curto prazo para os papéis.
Investimentos para defender liderança pressionam margens e derrubam as ações na Nasdaq, mas bancos veem estratégia acertada e mantêm recomendação de compra, com potencial de alta relevante
A plataforma registrou lucro líquido de US$ 559 milhões, abaixo das expectativas do mercado e 12,5% menor do que o mesmo período de 2024. No entanto, frete gratis impulsionou vendas no Brasil, diante das preocupações do mercado, mas fantasma não foi embora
Empresa de eletrodomésticos tem planos de recapitalização que chegam a US$ 800 milhões, mas não foram bem aceitos pelo mercado
Relatório do BTG mostra a mudança na percepção dos gestores sobre o Ibovespa de novembro para fevereiro
Medida anunciada por Donald Trump havia provocado forte queda na véspera, mas ações de tecnologia e melhora do humor externo sustentam os mercados
Gestor explica o que derrubou as ações da fintech após o IPO na Nasdaq, e o banco Citi diz se é hora de se posicionar nos papéis
Segundo fontes, os papéis da provedora de internet caíram forte na bolsa nesta segunda-feira (23) por sinais de que a venda para a Claro pode não sair; confira o que está barrando a transação
Em entrevista exclusiva, o CEO do Bradesco, Marcelo Noronha, detalha o que já realizou no banco e o que ainda vem pela frente
Ganhos não recorrentes do fundo sustentem proventos na casa de R$ 0,12 por cota até o fim do primeiro semestre de 2026 (1S26), DY de quase 16%
O ouro, por sua vez, voltou para o nível dos US$ 5 mil a onça-troy, enquanto a prata encerrou a semana com ganho de 5,6%
Para o banco, a hora de comprar o FII é agora, e o motivo não são só os dividendos turbinados
O Bradesco BBI rebaixou recomendação da Porto Seguro para neutra, com a avaliação de que boa parte dos avanços já está no preço atual
Confira as principais movimentações do mercado de fundos imobiliários, que voltou do Carnaval “animado”
Mais flexíveis, os fundos imobiliários desse segmento combinam proteção com potencial de valorização; veja onde estão as principais oportunidades, segundo especialistas
O galpão logístico que é protagonista de uma batalha com os Correios terá novo inquilino e o contrato prevê a redução da vacância do FII para 3,3%
Movimento faz parte da reta final da recuperação judicial nos EUA e impacta investidores com forte diluição
As empresas substituíram os papéis da Cyrela (CYRE3) e Rede D’Or (RDOR3)
A companhia promoveu um grupamento na proporção 2 por 1, sem alteração do capital social, mas outra aprovação também chamou atenção do mercado
Após a compra, o fundo passará a ter 114 imóveis em carteira, com presença em 17 estados e uma ABL de aproximadamente 1,2 milhão de metros quadrados
ADRs da Vale e Petrobras antecipam dia de volatilidade enquanto mercados voltam do feriado; aversão a risco e queda do minério de ferro explicam quedas