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Os fundos de pensão querem ser indenizados pela petrolífera por conta das perdas que tiveram com a desvalorização das ações da empresa.
A Petrobras informa que foi proferida, ao final de quinta-feira (8), decisão judicial determinando a continuidade da arbitragem instaurada pela Fundação Petrobras de Seguridade Pessoal (Petros) e pela Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ) perante a Câmara de Arbitragem do Mercado (CAM), da B3. Segundo a petroleira, em respeito às regras da CAM, a ação judicial tramita em segredo de justiça.
"A Petrobras reitera que seguirá buscando a anulação da sentença parcial, por suas graves falhas e impropriedades, e continuará a se defender vigorosamente, em respeito a seus acionistas, em todas as arbitragens de que é parte", diz.
Os fundos de pensão Petros e Previ querem ser indenizados pela petrolífera por conta das perdas que tiveram com a desvalorização das ações da empresa, a partir do momento em que vieram à tona informações sobre fraudes nos relatórios financeiros e comunicados divulgados pela estatal ao mercado.
O processo contra a Petrobras foi aberto em 2017, quando a empresa admitiu à Justiça e a investidores americanos que alguns dos seus administradores tinham omitido ou adulterado informações aos acionistas. Em seguida, a estatal fechou acordos nos Estados Unidos para que processos judiciais fossem encerrados, o que lhe custou mais de US$ 3 bilhões.
A empresa teve três CFOs em menos de três meses. Camille Loyo Faria, ex-Americanas e ex-Oi, durou pouco mais de um mês no cargo, e deu espaço à Vieira, agora substituído por Quintino
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