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Lee Kun-hee foi responsável por transformar a companhia em um dos maiores conglomerados do mundo
Morreu neste domingo (25), aos 78 anos, o presidente da Samsung, Lee Kun-hee. Ele estava hospitalizado desde maio de 2014, após ter sofrido um ataque cardíaco.
Lee é considerado o responsável por tornar a companhia em um dos maiores conglomerados do mundo. Ele assumiu o comando da Samsung em 1987, aos 45 anos, após a morte do pai, Lee Byung-chull, que fundou a companhia em 1938.
Até Lee Kun-hee assumir, a companhia atuava em áreas como refino de açúcar, têxteis, manufatura e eletrônicos simples, como rádios e micro ondas. Seus produtos eram considerados de baixa qualidade.
Durante mais de três décadas à frente da Samsung, ele a transformou em um dos maiores produtos de smartphones, chips de memória e televisores do mundo. A empresa também se enveredou por áreas como seguros a montanha-russa.
Com esta estratégia, a Samsung se tornou o maior chaebol da Coreia do Sul. Chaebol são conglomerados empresariais controlados por famílias que dominam a economia do país. Eles ajudaram na transformação da economia sul-coreana após a Segunda Guerra Mundial, mas também são acusados de terem relações obscuras com o governo.
Ele se tornou a pessoa mais rica da Coreia do Sul, de acordo com a revista Forbes, com um patrimônio de cerca de US$ 21 bilhões.
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A vida Lee não foi sem algumas polêmicas. Ele foi condenado pela justiça da Coreia do Sul por duas vezes, em 1995 por subornar o presidente Roh Tae-woo e depois em 2008, por peculato e sonegação de impostos. No primeiro caso, ele afirmou que os pagamentos foram legais e no segundo ele alegou inocência.
Lee Kun-hee deixa esposa e três filhos.
* Com informações de agências internacionais
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O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
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