O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
CCR, Rumo, e Taesa também ajudam a movimentar a bolsa, com os resultados do terceiro trimestre; veja os destaques de cada balanço
O mercado financeiro deve ter uma quinta-feira (12) agitada, a depender do lado corporativo. Gigantes como Marfrig, JBS, Eletrobras, Via Varejo, MRV, CCR, Rumo, e Taesa divulgaram os resultados do terceiro trimestre após o fechamento do pregão desta quarta.
Veja os destaques da cada balanço:
A Via Varejo surpreendeu e apresentou lucro líquido de R$ 590 milhões no terceiro trimestre, revertendo prejuízo de R$ 346 milhões visto no mesmo período do ano passado. O mercado esperava que a varejista tivesse mais um trimestre de prejuízo. As vendas bateram novo recorde histórico, totalizando R$ 10 bilhões, um crescimento de 43,4% ante o terceiro trimestre do ano passado. As vendas no e-commerce totalizaram R$ 4,1 bilhões, alta de 218,7% na comparação anual, atingindo participação de 41% nas vendas totais.
A Eletrobras teve um lucro líquido de R$ 96 milhões, queda de 87% ante o terceiro trimestre de 2019. Segundo a estatal, o maior impacto no resultado veio da redução da receita de geração de energia, no valor de R$ 866 milhões. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi de R$ 1,957 bilhão, baixa de 29% na comparação anual.
A Marfrig Global Foods teve lucro líquido de R$ 674 milhões, alta de 571%. A companhia atribui o resultado no trimestre ao maior volume de vendas no mercado doméstico na Operação América do Norte; ao aumento no preço médio e maior volume de exportações, em especial para a China; melhora na produtividade e redução de custos promovidas pela Operação América do Sul; além da maior desvalorização cambial na operação América do Sul.
A JBS encerrou o terceiro trimestre de 2020 com lucro líquido de R$ 3,132 bilhões, ou R$ 1,17 por ação, valor 778,2% maior do que o lucro de R$ 356,7 milhões verificado no mesmo período de 2019, informou a empresa. A receita líquida ficou em R$ 70,081 bilhões, aumento anual de 34,3%. Já o Ebtida ajustado (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi de R$ 7,996 bilhões, alta de 35% ante o terceiro trimestre do ano passado, com margem de 11,4%.
Leia Também
A MRV Engenharia apresentou lucro líquido de R$ 158 milhões no terceiro trimestre. No período, a empresa acelerou os lançamentos depois do pior momento da pandemia e teve vendas recordes.
A CCR registrou um lucro líquido de R$ 118,3 milhões. A pandemia ainda pesou sobre os números da empresa ao reduzir o tráfego nas rodovias, aeroportos e mobilidade urbana - mas o pior parece já ter passado.
A operadora ferroviária Rumo reportou um lucro líquido de R$ 171 milhões. De acordo com a empresa, o resultado foi influenciado pela queda de 4,2% na tarifa de transporte ferroviário, assim como as maiores despesas financeiras em decorrência da renovação antecipada da Malha Paulista.
A transmissora de energia Taesa registrou lucro líquido de R$ 631,9 milhões. Já o lucro líquido regulatório foi de R$ 165,5 milhões, 21,6% abaixo do terceiro trimestre de 2019, devido principalmente ao aumento das despesas financeiras líquidas.
*Com informações de Estadão Conteúdo
Segundo uma carta da Squadra, o conselho de administração da empresa deve ganhar R$ 57 milhões em 2026, o que equivale a 1% do valor de mercado da empresa e coloca o time entre os mais bem pagos da bolsa
Analistas do banco apontam descolamento do minério e indicam potencial de valorização acima de 20% para ações
A a empresa quer que ao menos 45% da dívida seja revertida em ações, deixando os credores com até 70% das ações ordinárias, a R$ 0,40 por papel
Confira os problemas na operadora de saúde, segundo a gestora, e quais as propostas da Squadra para melhorar o retorno aos acionistas da Hapvida
A transação envolve toda a participação da Oi e de sua subsidiária na empresa de infraestrutura digital neutra e de fibra ótica por R$ 4,5 bilhões
O ponto central é a conversão das ações preferenciais (PN) em ordinárias (ON); em reuniões separadas, os detentores de papéis PNA1 e PNB1 deram o aval para a transformação integral dos ativos
Empresa dá novos passos na reestruturação e melhora indicadores no ano, mas não escapa de um trimestre negativo; veja os números
O anúncio da renúncia de Bruno Moretti vem acompanhado de novos impactos da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã
O preço por ação será de R$ 5,59, valor superior ao atual: as ações fecharam o pregão de terça-feira a R$ 4,44
Em entrevista exclusiva ao Seu Dinheiro, Marino Colpo detalha as dores do crescimento da Boa Safra e por que planos estratégicos devem incluir M&A nos próximos meses
Subsidiária VBM salta de 10% para 26% do Ebitda da Vale e deve ganhar ainda mais peso com preços elevados e novos projetos
Com um fluxo de caixa mais estável, a empresa pode remunerar os acionistas. Se não encontrar novas oportunidades de alocação de capital, poderia distribuir R$41,5 bilhões em dividendos até 2032, 90% do valor de mercado atual, diz o BTG
A saída de Rafael Lucchesi, alvo de críticas por possível interferência política, foi bem recebida pelo mercado e abre espaço para a escolha de um CEO com perfil técnico — em meio a desafios operacionais e à fraqueza do mercado norte-americano
Desde o início do plano de desinvestimento da subsidiária, o total das vendas alcançam cerca de US$ 241 milhões, deixando um montante de US$ 559 milhões a serem alienados
Com Ebitda positivo e alavancagem em queda, aérea tenta deixar para trás fase mais aguda da crise; confira os números do trimestre
Emissão recebeu avaliação BBB- pela Fitch Ratings; agência defende que a nota “reflete o sólido perfil de negócios da JBS”
Na visão de analistas, preço dos papéis caiu em Wall Street, mas fundamentos não. Veja o que está por trás da recomendação
A visão do BTG, J.P. Morgan e Citi sobre as mudanças é positiva, principalmente ao reforçar o compromisso da empresa de se reinventar e modernizar a governança
Companhia avança na reestruturação com novo acordo de acionistas, migração dos fundadores para conselho consultivo e a entrada da Advent International, que pretende comprar até 10% das ações no mercado
Os acionistas elegeram a nova formação do colegiado, com maioria de membros independentes, reforçando práticas de governança alinhadas ao Novo Mercado da B3