O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Desconsiderando o efeito fiscal, a empresa teve prejuízo de R$ 228 milhões. A receita líquida com a venda de mercadorias tombou 73,3% em um ano, para R$ 539,6 milhões
A Lojas Renner divulgou nesta segunda-feira (31) que registrou um lucro líquido de R$ 818,1 milhões no segundo trimestre de 2020, em alta de 254,6% em relação ao mesmo período do ano passado. Na ocasião, o lucro foi de R$ 230,7 milhões.
O resultado se deveu à recuperação do crédito fiscal no período, no valor de R$ 1 bilhão, informou a Lojas Renner.
Sem esse efeito fiscal, a empresa teve prejuízo de R$ 228 milhões. Este resultado é explicado pelo Ebitda do varejo, que subiu 32,1% para R$ 455,3 milhões, mas que, com o crédito excluído, seria negativo em R$ 280,2 milhões.
O crescimento das despesas com depreciações, consequência dos ativos fixos e investimentos realizados em períodos anteriores, também pesou sobre o resultado trimestral.
A receita líquida com a venda de mercadorias tombou 73,3% em um ano, para R$ 539,6 milhões.
O indicador de vendas mesmas lojas (SSS) da empresa caiu 74,1% no período, refletindo o fechamento de 100% dos estabelecimentos da Renner em meio à pandemia. As lojas passaram a ser reabertas em 24 de abril e, ao fim do trimestre, 69% delas estavam abertas.
Leia Também
No trimestre, as vendas digitais subiram 121,8% na base anual, atingindo 36% das vendas totais. Já em julho e agosto, meses referentes ao terceiro trimestre, a Lojas Renner disse que as vendas digitais avançaram 239% e 206%, respectivamente.
O Ebitda Ajustado atingiu R$ 508,1 milhões, um avanço de 16,6% na mesma base de comparação.
A Lojas Renner encerrou o segundo trimestre do ano com alavancagem (relação dívida líquida/Ebitda ajustado) de 0,61x, frente à alavancagem de 0,47x de há um ano.
O endividamento líquido da companhia encerrou o segundo trimestre em R$ 1,1 bilhão, alta de 29,8% em um ano, disse a empresa.
O caixa e equivalentes de caixa e aplicações financeiras chegou a R$ 2,3 bilhões. O fluxo de caixa operacional foi de R$ 1 bilhão no período, enquanto o fluxo de caixa livre foi negativo em R$ 88,1 milhões.
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos
Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro
Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar
Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça
O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu