O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Banco cortou a recomendação da ação da Cogna de neutra para venda com cenário pior para segmento de ensino presencial. Papéis de Yduqs, Anima e Ser são arrastados
As ações da Cogna estiveram entre as maiores quedas do Ibovespa nesta segunda-feira (5), após o JP Morgan rebaixar a recomendação para os papéis da companhia de "neutra" para "venda", citando cautela com a piora para o segmento de ensino superior presencial. O preço-alvo para a ação também foi cortado, de R$ 6 para R$ 5.
Outras empresas do setor de educação também caíram na bolsa, tragadas pelo mau desempenho da Cogna, mas conseguiram se recuperar até o fim do pregão, fechando em alta. Os papéis ordinários (ON) da Cogna (COGN3) fecharam em queda de 1,67%, a R$ 5,31, enquanto o Ibovespa avançou 2,21%, aos 96.089 pontos.
De acordo com análise do banco, o principal negócio da Cogna — que representa 41% das receitas estimadas da empresa para 2020 — deve mostrar queda de 40% no número de matrículas no segundo semestre do ano.
Além disso, a projeção é que no período o grupo de educação tenha baixa de 24% em sua base de estudantes no comparativo anual e níveis muito altos de provisionamento de inadimplência.
De outro lado, o JP Morgan enxerga melhora no segmento de ensino a distância, para o qual estima alta de 20% no número de matrículas e 14% de expansão da base na segunda metade do ano.
O negócio de ensino presencial da Cogna deverá ser reestruturado, conforme a empresa anunciou após os resultados do segundo trimestre, com o foco em cursos de maior valor agregado.
Leia Também
Ao mesmo tempo, a Cogna deverá direcionar outros cursos para o ensino a distância. Ainda assim, o JP Morgan considera que "a visibilidade é baixa neste momento".
"Até agora, a divulgação do plano tem sido limitada, mas nós estimamos que cursos de baixo valor agregado compreendem 40% da base de alunos e 30% das receitas", diz o banco no documento.
Os analistas do JP Morgan também notam um nível elevado de alavancagem e que um Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) fraco da empresa traria a alavancagem para perto dos limites estabelecidos para o cumprimento de obrigações de dívida (covenants).
O JP Morgan também avalia que os papéis da Cogna estão sendo negociados a um múltiplo esticado — o que significa que o papel está caro em relação a um de seus pares, a Yduqs.
Desconsiderando a fatia que possui em valor de mercado na Vasta, a ação da Cogna é hoje negociada a um múltiplo de 12 vezes o EV/EBITDA estimado para 2021 (indicador que mostra se uma empresa está sub ou supervalorizada), contra um múltiplo de 10 vezes para a Yduqs.
Negócio envolve fundo que detém mais de 23% das ações ordinárias da geradora de energia; veja os detalhes da transação
Agência vê risco de inadimplência restrita após empresa iniciar negociações com credores para prorrogar pagamentos de dívida
O presidente-executivo da companhia aérea Gol (GOLL54), Celso Ferrer, afirmou que alta do petróleo deve ser repassado aos preços das passagens
Companhia distribuirá R$ 177,6 milhões em proventos referentes ao primeiro trimestre de 2026. Saiba quando a remuneração vai pingar na conta
Empresa inicia ciclo focado em inteligência artificial. Intenção é acelerar no e-commerce, mas sem comprar briga por preços
O Magazine Luiza reportou lucro líquido de R$ 131,6 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 55% na comparação anual, pressionado pelo avanço das despesas financeiras em meio aos juros elevados
As maiores reestruturações da história recente ajudam a explicar como o ambiente financeiro mais duro tem afetado até grandes companhias brasileiras
A CSN reiterou seus esforços de melhorar a estrutura de capital e reduzir a alavancagem financeira daqui para a frente, mas esse caminho não será fácil
“A recuperação de sua divisão de mercadorias continua sendo sustentada por melhorias nas estratégias de precificação, maior assertividade nas coleções e gestão de estoques mais eficiente”, destacaram os analistas do Safra
O banco defende que o Mercado Livre ainda é considerado uma boa tese de longo prazo, mas não deve refletir suas qualidades nos preços da ação em 2026
A Casas Bahia finalmente conseguiu virar a página de sua crise financeira, que a levou a pedir recuperação extrajudicial em 2024,? A resposta não é tão simples.
Resultado negativo chega a R$ 721 milhões no quarto trimestre, enquanto empresa tenta reorganizar dívidas
O plano da Raízen poderá envolver uma série de medidas, como uma capitalização pelos seus acionistas e a conversão de parte das dívidas em participação acionária
Receita cresce, margens avançam e varejista ganha participação de mercado em meio a avanços no plano de reestruturação
O banco tinha recomendação de venda para o papel, enquanto a agência de classificação de risco rebaixou a nota de crédito da varejista em moeda local de CCC para C
Itaú BBA e Santander mantêm visão positiva para a empresa, citando o ciclo global de investimentos em redes elétricas, mas apontam riscos e pressões no horizonte mais próximo
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Fabio Itikawa diz que empresa entra em 2026 mais eficiente, menos alavancada e pronta para atrair investidores
A companhia é afetada pelos desdobramentos do conflito no Oriente Médio, com custos do combustível e de frete na linha de frente dos impactos
“Hoje, na data do protocolo deste procedimento, a companhia não tem condições de realizar o pagamento sem interromper as suas operações”, disse o Pão de Açúcar
Situação dos rebanhos nos EUA e tarifas da China também afetam o cenário para a carne bovina; JBS, MBRF e Minerva podem sofrer, e, em 2026, o seu churrasco deve ficar ainda mais caro