O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O posicionamento da bolsa sobre o direito de voto de ações preferenciais (PN) nas empresas listadas no nível 2 de governança corporativa abriu caminho para uma nova proposta
O posicionamento da B3 sobre o direito de voto de ações preferenciais (PN) nas empresas listadas no nível 2 de governança corporativa abriu caminho para a Eneva lançar uma nova oferta de incorporação da AES Tietê.
Eu apurei que a empresa prepara uma nova proposta para a combinação de negócios das geradoras de energia, mas que ainda depende do aval do conselho para ser formalizada.
A Eneva decidiu retirar a primeira oferta da mesa depois de a norte-americana AES Corp, que possui a maioria das ações ordinárias (ON) da AES Tietê, informar que não reconheceria a operação caso fosse aprovada em uma assembleia de acionistas.
Mas o risco de uma longa disputa judicial pela validade da assembleia diminuiu bastante depois que a bolsa decidiu se manifestar sobre o caso e reiterar o entendimento sobre o regulamento do nível 2 de governança.
“A B3 entende que, caso ocorra convocação de assembleia geral extraordinária de acionistas de companhias listadas no Nível 2, para deliberação, dentre outras matérias, daquelas atinentes à transformação, incorporação, fusão ou cisão, votam todos os acionistas da companhia, de maneira equitativa, sejam titulares de ações ordinárias ou preferenciais”, informou a bolsa.
A AES Corp possui 61% das ações ordinárias da AES Tietê, mas apenas apenas 24% do capital total, composto também por ações preferenciais. Ou seja, uma oferta de incorporação poderia ir adiante mesmo sem o aval dos americanos caso fosse aprovada pela maioria dos acionistas, incluindo os titulares de ações PN.
Leia Também
A expectativa de que a proposta da Eneva volte à mesa mexeu com os recibos de ações (units) da AES Tietê (TIET11), que fecharam negociados em alta de 2,31% nesta terça-feira, para R$ 15,05. Os papéis da Eneva (ENEV3) fecharam estáveis, a R$ 36,34. Leia também nossa cobertura completa de mercados.
Resta saber quais serão as condições da nova oferta pela AES Tietê, caso ela seja concretizada. Se de um lado uma melhora nos termos ajudaria a angariar o apoio da maioria, de outro a piora do mercado diante da crise do coronavírus pesa contra uma avaliação melhor neste momento.
Seja como for, a nova investida deve ter bem mais uma cara de oferta hostil (não negociada com a administração), ainda mais depois que o conselho da AES Tietê recusou a primeira proposta.
Até porque os norte-americanos da AES Corp, que detêm a maioria dos assentos do conselho, já reagiram ao entendimento da B3 e enviaram uma carta à bolsa para pedir que os termos do ofício sejam considerados sem efeito “até que um debate mais amplo no mercado tenha ocorrido”.
Entre os acionistas da AES Tietê, o BNDES já se manifestou a favor de que a proposta seja colocada em votação em assembleia. Já o investidor Luiz Barsi se posicionou contra uma fusão com a Eneva.
Pode-se discutir o mérito ou não da oferta, mas eu entendo que a decisão da B3 de tornar legítimo o voto dos detentores de ações preferenciais – dentro do que diz o regulamento do nível 2 – foi uma vitória dos investidores.
Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta
Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.
A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima
Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027
Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado
Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita
Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques
Executivos do banco espanhol prometem recuperar rentabilidade até 2028 e reduzir índice de eficiência para competir com os novos players
Pressão no vestuário e ambiente promocional intenso limitaram o crescimento, mas bancos enxergam ganhos operacionais à frente
Lucro vem abaixo do esperado e receita perde força, mas analistas revelam “trunfo” do balanço; veja o que esperar
Enquanto algumas empresas no estágio de abertura de capital ainda estão queimando caixa para crescer, essa não é a história do PicPay, diz o BB Investimentos, e ROE pode chegar ao nível do de grandes bancos nos próximos anos
Com aval da Justiça, a Oi (OIBR3) busca quitar dívidas fora do plano da RJ, reservando R$ 140 milhões aos credores que aceitarem dar descontos de até 70% para receber antes
Com déficit de capital circulante de R$ 1,2 bilhão e R$ 1,7 bilhão em dívidas vencendo em 2026, varejista recebe ressalva da Deloitte sobre continuidade operacional, enquanto diz renegociar débitos. Grupo divulgou resultados do 4T25 ontem
Transire tem 75% do mercado de fabricação de maquininhas de pagamento e grandes sonhos para os próximos anos: conheça a história da empresa e suas aspirações de abertura de capital
Com 75% do mercado brasileiro e R$ 2 bilhões em receita, a fabricante de maquininha de cartão agora aposta em ecossistema próprio. A companhia está por trás de marcas como Stone, Cielo e outras
Campus JK reunirá três torres corporativas interligadas e seguirá padrões internacionais de eficiência energética
O acordo marca um avanço importante da AMD na disputa direta com a Nvidia pelo domínio do mercado de GPUs voltadas ao boom da IA
Enquanto os bancões brasileiros sobem mais de 20% no ano, o roxinho patina em Wall Street. Às vésperas do 4T25, analistas veem oportunidade onde o mercado vê risco; veja o que esperar
Em audiência no Senado, João Accioly afirma que o problema não foi falta de ação da CVM, já que investigação já mirava o banco antes da crise explodir
Banco eleva recomendação para neutra após reestruturação reduzir dívida, juros e custos de leasing; foco agora é gerar caixa e diminuir alavancagem