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Para a Serasa Experian, autora do levantamento que aponta para este número, trata-se de uma quebra de recorde para toda a série da pesquisa
Mais de 6,1 milhões de empresas atrasaram suas obrigações financeiras em dezembro de 2019. Para a Serasa Experian, autora do levantamento que aponta para este número, trata-se de uma quebra de recorde para toda a série da pesquisa, iniciada em 2016.
Comparado com dezembro de 2018, trata-se de um avanço de 9,5%. Cada empresa tem em média nove dívidas.
Quando comparado com novembro do ano passado, o crescimento foi de 1,6%, de acordo com a Serasa. A maior parte das dívidas vencidas e não pagas, algo como 78%, ocorreu em instituições fora do setor financeiro.
O economista da Serasa Experian, Luiz Rabi, explica que isso se deve ao aumento do crédito mercantil. "A redução dos juros ainda não foi totalmente refletida no sistema financeiro, o que acaba prejudicando principalmente as pequenas empresas", diz ele.
Isso, continua, faz com que eles busquem melhores alternativas, como os acordos entre empresas, para acessar o crédito. "Porém, com o crescimento econômico abaixo do esperado, este grupo de empreendimentos não consegue honrar os compromissos e engrossa a lista de devedores negativados", afirma Rabi.
O maior volume de empresas inadimplentes em 2019 concentrou-se no setor de Serviços (50,2%), que teve ainda a maior variação de representatividade entre um ano e outro, de 1,3 ponto porcentual. Em dezembro de 2018, o número era de 48,9%.
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Já o Comércio teve queda de 1,3 ponto porcentual no mesmo período analisado, indo de 41,7% no último mês de 2018 para 40,4% em dezembro de 2019. A Indústria se manteve estável no período.
A região Sul continuou registrando a maior variação no último mês do ano, 15,5%, seguida pelo Centro-Oeste (10,4%). Todas as regiões apresentaram crescimento da inadimplência empresarial entre dezembro de 2018 e 2019.
De acordo com a empresa, a gestão de Reynaldo Passanezi Filho, que deixa o cargo, foi marcada por um ciclo de crescimento da companhia, avanços em eficiência operacional e investimentos em níveis recordes
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