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A empresa aeroespacial do bilionário, SpaceX, pretende criar uma cidade no planeta nos próximos 10 anos; ações da Tesla podem se beneficiar
O bilionário Elon Musk surpreendeu o mundo mais uma vez com suas ambições tecnológicas. O fundador e CEO da SpaceX falou, em entrevista ao portal alemão Axel Springer nesta semana, que a empresa pode levar humanos para Marte em 2026 com a missão tripulada pelo foguete Starship.
Musk afirmou que está altamente confiante e acredita que o objetivo pode ficar para 2024 se "tiver sorte". Tudo vai depender da sincronia entre a Terra e o planeta vizinho, que ocorre a cada 26 meses.
"Tivemos um este ano, no verão, o que significa que daqui cerca de dois anos haverá outro. Queremos enviar um veículo sem tração para lá em dois anos", disse.
Os planos ousados, porém, não param por aí. Elon Musk também falou ao Axel Springer que seu foco é construir uma base na lua e criar tecnologias de ponta que garantam a construção de uma vida interplanetária.
"Acho importante que aspiremos ter uma cidade autossustentável em Marte o mais rápido possível", destacou. "Se as coisas correrem bem, pode ser no prazo de 10 anos."
A companhia ambiciona colonizar Marte até 2050.
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Embora a SpaceX não tenha capital aberto em bolsa, as ações da Tesla (Nasdaq: TSLA; BDR: TSLA34) podem sofrer influência das conquistas da empresa aeroespacial do bilionário. Em 1º de junho de 2020, após o lançamento bem sucedido da nave Dragon Crew rumo à Estação Espacial Internacional (ISS, em inglês), os papéis da fabricante de carros saltaram 9%.
O certificado mobiliário lastreado em reais (BDR) da ação subiu 567,85% de janeiro a agosto deste ano, quando sofreu o desdobramento. Desde então o papel já subiu 55%.
Na Nasdaq, a Tesla subiu 15.525% nos últimos 10 anos, sendo 596% só em 2020.
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