O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Ações da fabricante de carros elétricos subiram 320% desde a aquisição de empresa de energia solar, em 2016, o que levou a questionamentos de investidores
O bilionário Elon Musk cometeu um erro de US$ 6 bilhões ao usar as ações da fabricante de carros elétricos Tesla como moeda para fazer a aquisição da empresa de energia solar SolarCity, de acordo com reportagem da Business Insider.
Em 2016, o empresário ofereceu 0,110 ações de sua empresa em troca de cada ação dos acionistas da SolarCity. As ações da Tesla valiam US$ 2,6 bilhões na época do acordo, mas subiram 320% desde então.
Isso significa que ele efetivamente pagou US$ 8,4 bilhões pela SolarCity, mais que o triplo do que planejava gastar. Só que a perda de Musk foi menor do que a dos outros acionistas da Tesla.
A empresa foi fundada por primos do bilionário e ele próprio era o maior acionista quando a Tesla anunciou a aquisição, o que levou alguns investidores a questionarem as motivações do negócio. Como investidor da SolarCity, Musk acabou recebendo ações da Tesla na transação.
Musk nega as alegações de que pagou demais pela SolarCity e salvou um negócio quase falido.
O megainvestidor Warren Buffett cometeu o mesmo erro do dono da Tesla quando usou ações da Berkshire Hathaway para comprar a Dexter Shoe, em 1993.
Leia Também
Buffett comprou a empresa que quebrou anos mais tarde pagando com 25.203 ações classe A de sua holding Berkshire Hathaway, por US$ 433 milhões na época. As ações da Berkshire valem mais de US$ 8,6 bilhões de dólares hoje.
"Abri mão de 1,6% de um negócio maravilhoso… para comprar um negócio sem valor", escreveu Buffett em sua carta de 2007 aos acionistas.
Quer saber mais sobre os dez homens mais ricos do planeta? Então conheça a nossa série Rota do Bilhão.
*As informações são da Business Insider
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura
Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas
Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital
Uma oferece previsibilidade enquanto a outra oferece retorno quase direto do aumento de preços; entenda cada tese de investimento
Safra vê 2026 como teste para o setor bancário brasileiro e diz que lucro sozinho já não explica as histórias de investimento; veja as apostas dos analistas
O banco britânico também mexeu no preço-alvo dos papéis negociados em Nova York e diz o que precisa acontecer para os dividendos extras caíram na conta do acionista
Até então, os papéis eram negociados em lotes de 1 milhão, sob o ticker AZUL53; para se adequar às regras da B3, a aérea precisou recorrer ao grupamento
O banco prevê um preço-alvo de US$ 237, com um potencial de valorização de aproximadamente 20% em relação às cotações atuais
Acordo com a PGFN corta passivo de R$ 631,7 milhões para R$ 112,7 milhões e dá novo fôlego à reestruturação da companhia
Venda do controle abre nova fase para a petroquímica, com Petrobras e IG4 no centro da governança e desafios bilionários no horizonte
Bloqueio impede saída do acionista francês em momento de pressão financeira e negociação de dívidas