O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Com a notícia, as ações da Boeing, que mergulhou em uma crise em 2019, chegaram a subir 7% no pré-mercado americano
A Boeing retomará a produção do seu 'avião-problema', o modelo 737 MAX. A decisão foi divulgada na noite desta quarta-feira (27).
Segundo o comunicado divulgado pela empresa, a produção será retomada em uma taxa baixa, já que a companhia está concentrada em garantir a segurança no local de trabalho e a qualidade do produto.
Em nota, o vice-presidente de fabricação do 737 MAX, Scott Stocker, disse que as medidas adotadas visam a garantir a meta de '100% de qualidade para os clientes'.
A fabricação do 737 MAX estava suspensa desde janeiro. Durante o período, os engenheiros da Boeing trabalharam para resolver os problemas técnicos e atualizar o sistema automatizado de controle do modelo, apontado como uma das principais causas dos acidentes e falhas envolvendo o avião. Segundo a Boeing, a produção do modelo será aumentada durante 2020.
Embora a produção tenha sido retomada, o modelo continua sem autorização para voar. Os problemas da Boeing ainda aumentam, tendo em vista o cenário para as companhias aéreas frente ao coronavírus - com uma queda da demanda e diversas empresas entrando em modo de sobrevivência.
No entanto, as ações da companhia reagiram bem ao anúncio. Nesta manhã, os papéis da empresa chegaram a subir mais de 7% no pré-mercado americano, mas fecharam o dia com ganho de apenas 0,2%.
Leia Também
Os problemas com o Boeing do modelo 737 MAX começaram em outubro de 2018, com um acidente na Indonésia, que matou 189 pessoas. A aeronave pertencia à Lion Air e tinha apenas três meses de uso.
Em 10 de março do ano passado, o segundo acidente: um Boeing 737 MAX da Ethiopian Air caiu logo após a decolagem e matou 157 pessoas.
Desde então, a Boeing sofre uma grande dor de cabeça por conta do modelo. Desde o ano passado, a aeronave está proibida de voar no mundo todo, encalhando os modelos, já que as entregas foram suspensas.
Em 2019, impactada pela crise envolvendo o modelo 737 MAX, a Boeing registrou o seu primeiro ano de prejuízo desde 1997. A empresa perdeu US$ 636 milhões em 2019.
A companhia também anunciou que irá demitir mais de 6,77 mil funcionários nos Estados Unidos para contornar a crise provocada pelo coronavírus.
No mês passado, a empresa já havia anunciado um programa de demissão voluntária. No total, mais de 12 mil funcionários já foram dispensados da companhia.
Recente execução de garantias ligadas a dívida de R$ 1,2 bilhão redesenhou posição do polêmico empresário na empresa de energia
Dois meses depois do início dos ressarcimentos, o FGC já devolveu R$ 38,9 bilhões, mas parte dos investidores ainda não apareceu
O pagamento ocorrerá até o dia 30 de abril de 2026. Receberão o JCP os acionistas com posição acionária na companhia em 23 de março de 2026
A CSN companhia confirmou a negociação e que a venda da sua divisão de cimentos foi incluída como garantia para obter condições mais vantajosas
O retorno sobre o patrimônio (RoE) ajustado atingiu 24,4% nos últimos três meses do ano passado, um aumento de 5,4 pontos porcentuais ante o mesmo intervalo de 2024
O Capitânia Logística (CPLG11) firmou contrato de 12 anos com empresa do Mercado Livre para desenvolver galpão sob medida em Jacareí, São Paulo
Mesmo sem exposição direta, banco estatal do Espírito Santo sente efeito do rombo bilionário no sistema; veja o que diz a administração
O que pesou sobre os papéis foi a expectativa pelo balanço da companhia referente ao quarto trimestre (4T25), que será apresentado ainda hoje (18), após o fechamento do mercado, e que deve vir com aumento na sinistralidade – de novo
3corações reforça presença na mesa do brasileiro, do café da manhã ao jantar. Essa é a segunda vez que a General Mills vende suas operações no Brasil
Transição para modelo de co-CEOs com executivos da casa não preocupa o banco, que vê continuidade na estratégia e reforço na execução da companhia
Empresas foram excluídas de dezenas de outros índices da B3 em meio a ações pressionadas e rebaixamentos de crédito no mercado
Potencial parceria surge após uma sequência de iniciativas que não conseguiram consolidar a recuperação da companhia, enquanto mercado se questiona: agora vai?
Uma redução mais relevante do endividamento dependerá de iniciativas de execução mais complexa, como a venda de ativos, mas que estão fora do controle da CSN, diz o banco
Decisão envolve supostas irregularidades em contratos com aposentados; banco nega problemas e promete contestar decisão na Justiça
O cenário não ajudou, com desaceleração do segmento de beleza. A empresa também perdeu mercado com a falta de lançamentos no ano passado e viu o número de consultoras caírem; veja o que esperar para a Natura daqui para a frente
A Petrobras passará a deter 100% de participação nos ativos que estavam sendo negociados
Decisão ocorre após liquidação da Will Financeira, que sustentava tentativa de recuperação do grupo
A proposta, que ainda deve ser aprovada em assembleia, prevê a ida de Fabio Cury, atual presidente da companhia, para o comando do conselho de administração
Do valor total, US$ 50 milhões serão pagos na data de assinatura do contrato, US$ 350 milhões no fechamento da operação e outras duas parcelas, no valor de US$25 milhões cada, em 12 e 24 meses após a conclusão do negócio
O anúncio da distribuição do JCP acontece quando a Itaúsa está nas máximas históricas, após saltar 57% nos últimos 12 meses