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BB tem lucro de R$ 17,848 bilhões e rentabilidade de 17,3%, ainda atrás de Itaú, Santander e Bradesco. Em 2020, resultado chegar aos R$ 20,5 bilhões
O Banco do Brasil reduziu um pouco mais o abismo de rentabilidade que o separava dos principais concorrentes privados em 2019. O lucro líquido recorrente da instituição no ano passado foi de R$ 17,848 bilhões, um aumento de 32,1%.
O resultado ficou dentro da projeção feita pelo banco, que esperava um lucro de R$ 16,5 bilhões a R$ 18,5 bilhões no ano passado.
Além do lucro maior, o Banco do Brasil foi mais rentável. O retorno sobre o patrimônio líquido avançou 3,4 pontos percentuais e alcançou os 17,3%.
O banco segue atrás de Itaú Unibanco, Santander e Bradesco, mas essa diferença vem diminuindo desde que a instituição voltou a priorizar a rentabilidade da operação, em 2016.
Para este ano, o BB já informou o quanto espera lucrar: entre R$ 18,5 bilhões e R$ 20,5 bilhões. Ou seja, no melhor cenário o resultado pode aumentar até 15%.
No quarto trimestre, o lucro recorrente do BB aumentou 20,3%, para R$ 4,625 bilhões, com rentabilidade de 17,7%.
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O resultado recorrente não considera itens que não vão se repetir nos trimestres seguintes. O maior deles foi o aumento da alíquota da CSLL, que inicialmente provoca um efeito positivo em razão dos créditos tributários que os bancos carregam no balanço. Os bancos têm usado esse valor a mais para reforçar as provisões.
A melhora no lucro aconteceu mesmo com a queda de 2,6% na carteira de crédito do Banco do Brasil, que fechou o ano em R$ 680,7 bilhões. A redução foi puxada pelas operações com empresas, mas foram em parte compensadas pelo aumento nas linhas de crédito com pessoas físicas.
Como os empréstimos para indivíduos têm spreads maiores, a margem financeira, que contabiliza as receitas do banco com crédito menos os custos de captação, aumentou 6,4%, para R$ 53 bilhões, apesar do saldo menor de financiamentos no fim de 2019.
Para este ano, o BB espera a reversão da tendência de queda da carteira e um crescimento entre 5,5% a 8,5% nas operações de crédito.
A redução de 8,6% nas despesas de provisão contra calotes, para R$ 13 bilhões, também ajudou o resultado do Banco do Brasil em 2019.
O índice de inadimplência na carteira de crédito do banco encerrou o ano passado em 3,27%, uma queda de 0,2 ponto percentual no trimestre, mas acima dos 2,53% de 12 meses antes.
O BB informa que a alta no índice no ano é fruto do atraso de um caso específico de grande empresa. A instituição não informa o nome, mas segundo informações de mercado a empresa seria a Odebrecht.
Mesmo com a pressão da maior concorrência, em particular das empresas de tecnologia financeira (fintechs), as receitas com tarifas do Banco do Brasil registraram alta de 6,4% no ano passado e somaram R$ 29,2 bilhões. Ao mesmo tempo, as despesas administrativas subiram apenas 2,8%, abaixo da inflação de 2019.
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