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Medida visa aumentar a liquidez dos papéis e tornar o preço mais atrativo a um número maior de investidores
Os acionistas do Magazine Luiza voltaram a aprovar o desdobramento das ações da companhia, visando aumentar a liquidez dos papéis e tornar o preço mais atrativo a um número maior de investidores.
Desta vez, em assembleia geral extraordinária realizada na quarta-feira (7), os acionistas ratificaram a proposta da administração de desdobrar os papéis na proporção de uma ação ordinária para quatro novas.
Os ativos passarão a ser negociados desdobrados a partir de 14 de outubro. Aqueles que tiverem ações do Magazine Luiza no dia 13 de outubro receberão os novos ativos no dia 16 de outubro.
Se tomarmos como base o preço em que as ações fecharam a quarta-feira, de R$ 88,94, os papéis pós-desdobramento iniciariam o pregão a R$ 22,23.
Não é a primeira vez que este tipo de iniciativa é adotada. Em julho do ano passado, os acionistas do Magazine Luiza aprovaram o desdobramento das ações. Naquela ocasião, quando os papéis eram cotados em torno de R$ 238,00, a proporção foi de um para oito.
Desde o começo deste ano, as ações da varejista acumulam alta de 86,8%. Enquanto muitas empresas penaram com a pandemia de covid-19, a empresa conseguiu ter desempenho positivo, graças às operações pela internet.
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Ainda que tenha registrado prejuízo de R$ 64,5 milhões no segundo trimestre, por conta do fechamento das lojas físicas, o Magazine Luiza começou a esboçar reação em maio, fechando junho com lucro líquido de R$ 93 milhões.
As vendas pela internet cresceram 182% no período de abril a junho, em relação ao mesmo intervalo de 2019, representando 78% das vendas totais.
E, para completar, o Magazine Luiza fechou o segundo trimestre com a maior geração de caixa operacional em um trimestre de sua história.
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