🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Vinícius Pinheiro

Vinícius Pinheiro

Diretor de redação do Seu Dinheiro. Formado em jornalismo, com MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela FIA, trabalhou nas principais publicações de economia do país, como Valor Econômico, Agência Estado e Gazeta Mercantil. É autor dos romances "O Roteirista", "Abandonado" e "Os Jogadores"

Entrevista exclusiva

Economia começava a acelerar e bateu no muro, diz sócio da Brasil Capital

Gestora reabre para captação fundo de ações que rendeu 955% em 12 anos – contra 83% do Ibovespa – com foco em empresas com caixa para atravessar a crise provocada pela pandemia do coronavírus

Vinícius Pinheiro
Vinícius Pinheiro
27 de março de 2020
6:01 - atualizado às 9:29
André Ribeiro, sócio da Brasil Capital
André Ribeiro, sócio da Brasil Capital. - Imagem: Divulgação/Cleiby Trevisan

No olho do furacão do choque do coronavírus que levou a bolsa brasileira a uma de suas maiores quedas históricas, a gestora de fundos Brasil Capital começou a receber provocações de grandes investidores locais e estrangeiros.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Eles não queriam sacar os recursos aplicados, como era de se esperar numa situação dessas, mas saber se podiam investir mais.

A gestora decidiu, então, reabrir o fundo para captações não só para o público institucional mas também nas plataformas de investimento no varejo a partir desta semana.

Com um retorno acumulado de 955% em 12 anos, contra apenas 83% do Ibovespa no mesmo período, a Brasil Capital é responsável por um dos fundos de ações mais rentáveis do mercado brasileiro.

Mas a gestora não escapou do “banho de sangue” na bolsa e amargou uma queda de 34% neste fatídico mês de março. “Estou no mercado há 20 anos, e o que aconteceu não tem precedentes”, me disse André Ribeiro, sócio da Brasil Capital, que possui R$ 5 bilhões sob gestão.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A economia do país começava a acelerar – com inflação baixa e reformas importantes aprovadas – quando de repente “bateu no muro”, segundo o gestor.

Leia Também

“Nunca houve uma crise em que as companhias parassem de um dia pro outro, as lojas fossem fechadas e as pessoas ficassem dentro de casa.”

Esse cenário sombrio para a economia, somado à crise séria de saúde, deu margem para que os investidores atuassem de modo emocional e vendessem suas ações a qualquer preço. O mesmo sentimento passou pela cabeça do gestor.

“Por mais experiência que eu tenha, fiquei angustiado, a equipe também. Nosso capital e o das nossas famílias também está no fundo, com foco no longo prazo. A responsabilidade é muito grande.” – André Ribeiro, Brasil Capital

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Reavaliação e reforço de posições

E o que fez a Brasil Capital em meio ao pânico? Ribeiro disse que cada uma das 20 empresas do portfólio passou por uma reavaliação, assumindo uma série de cenários.

“Se a empresa deixar de vender três meses vai sobreviver? E por nove? Tem dívida vencendo? O plano de negócios médio e longo prazo vai ser afetado?”

A conclusão da equipe da Brasil Capital é que as companhias investidas pelo fundo vão suportar a crise. Além de não se desfazer dos papéis, a gestora aproveitou para fazer pequenos aumentos de posição em empresas como a B3 – operadora da bolsa e da Cetip.

A Brasil Capital também aproveitou a queda das ações da SulAmérica para aumentar a participação na empresa. Os papéis caíram forte com a visão de que o coronavírus vai aumentar as despesas da companhia, que tem hoje o seguro-saúde como carro-chefe.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas Ribeiro tem uma expectativa diferente. “Pelo contrário, no curto prazo talvez a sinistralidade até diminua.” Isso porque, diante da pandemia, praticamente todos os procedimentos médicos que não são urgentes devem ser adiados, o que reduz custos para a companhia.

A SulAmérica também deve contar com o reforço de caixa de quase R$ 3 bilhões com a venda do negócio de seguro de automóveis para a Allianz.

A boa posição de caixa também justifica a posição da Brasil Capital nas ações da locadora de veículos Unidas, mesmo com o impacto do “lockdown”, segundo Ribeiro.

A gestora também tem na carteira uma exposição relevante na rede de ensino Yduqs (ex-Estácio Participações). “A área de ensino superior presencial vai sofrer, mas a empresa evoluiu muito no ensino a distância (EAD).”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Uma lição reforçada nessa crise, aliás, foi a da importância de as empresas contarem com uma boa experiência digital, segundo o gestor. Para ele, essa será a diferença entre o desempenho das varejistas no atual momento da economia.

A carteira do fundo é composta ainda por ações mais “blindadas” contra os efeitos do coronavírus, como a Alupar, que detém ativos de transmissão de energia e a Rumo Logística.

O cenário da gestora considera que as empresas ficarão fechadas ao longo de todo o segundo trimestre, com volta parcial no terceiro e a retomada integral das operações apenas nos últimos três meses do ano, mas em um nível mais baixo do que o esperado no fim de 2019.

Caras novas

Além de aproveitar para aumentar as posições atuais, a Brasil Capital pretende usar os recursos que entrarem na nova rodada de captação do fundo para comprar papéis que, na visão da gestora, ficaram baratos depois da forte queda das últimas semanas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ribeiro preferiu não revelar as novas apostas do fundo porque os investimentos estão sendo feitos neste momento.

“Vamos manter a estratégia que funcionou nesses 12 anos: selecionar e investir em companhias com fundamento sólido e montar o melhor portfólio possível”, resumiu.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ONDE INVESTIR 2026

FIIs de tijolo serão os destaques de 2026, mas fiagros demandam cautela; veja os melhores fundos imobiliários para investir neste ano

22 de janeiro de 2026 - 13:00

Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores

ONDE INVESTIR EM 2026

Nubank (ROXO34), Localiza (RENT3) e mais: as 10 ações para investir em 2026, com cortes na Selic e eleições à vista

21 de janeiro de 2026 - 18:00

Em painel do evento Onde Investir em 2026, do Seu Dinheiro, grandes nomes do mercado analisam os cenários para o Ibovespa em 2026 e apontam as ações que podem se destacar mesmo em um ano marcado por eleições

MERCADOS HOJE

Ibovespa bate os 171 mil pontos pela primeira vez: o que está por trás da disparada do índice?

21 de janeiro de 2026 - 14:04

Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores

DE MALAS PRONTAS

PicPay, fintech da J&F, dos irmãos Batista, busca levantar mais de R$ 2,34 bilhões em IPO nos EUA

20 de janeiro de 2026 - 12:29

O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA

MEXENDO NA CARTEIRA

XP Malls (XPML11) vai às compras? FII de shoppings mira captação de R$ 400 milhões com emissão de cotas, com espaço para buscar ainda mais

20 de janeiro de 2026 - 11:46

A oferta é destinada exclusivamente a investidores profissionais e será realizada sob o regime de melhores esforços

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Sabesp (SBSP3): mercado projeta destruição bilionária de valor, mas JP Morgan vê exagero e mostra ‘saídas’ para a empresa

19 de janeiro de 2026 - 10:38

Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório

REPORTAGEM ESPECIAL

A Selic vai cair — mas isso resolve o drama das empresas mais endividadas da bolsa? Gestores não compram essa tese 

19 de janeiro de 2026 - 6:09

Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico

ESTRATÉGIA EM FOCO

Fundo TVRI11 vende agência do Banco do Brasil (BBAS3) por R$ 13 milhões; veja lucro por cota para os acionistas

16 de janeiro de 2026 - 11:42

De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Uma surpresa e um ‘soluço’: de Direcional (DIRR3) a Cyrela (CYRE3), quem se destacou na nova leva de prévias operacionais?

16 de janeiro de 2026 - 11:05

Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam

PERSPECTIVAS EM 2026

FIIs em ano eleitoral: o que esperar de tijolo, papel e outros segmentos, segundo o BTG Pactual

15 de janeiro de 2026 - 16:51

As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira

HORA DE COMPRAR?

Movida (MOVI3) dá spoiler dos resultados do quarto trimestre e ações pisam no acelerador; veja o que agradou

15 de janeiro de 2026 - 15:53

Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa

ÚLTIMA CHAMADA?

A Selic vai cair e ficar parado no CDI pode custar caro. Veja as apostas do BTG e do Santander para ações, renda fixa, crédito e FIIs em 2026

14 de janeiro de 2026 - 19:04

Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias

ENTENDA

Lojas Renner: combo de dividendos e despesas ‘na rédea’ fazem Citi elevar recomendação para LREN3 para compra

14 de janeiro de 2026 - 12:40

Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas

MAIOR ALTA DO IBOVESPA

MRV (MRVE3): caixa volta a respirar na prévia operacional do 4T25 e BTG vê mais sinais positivos do que negativos. Hora de comprar?

14 de janeiro de 2026 - 10:52

No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia

BYE-BYE, AZUL4

AZUL4 já era: por que a Azul acabou com essas ações, e o que muda para o acionista

13 de janeiro de 2026 - 12:01

A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Fundo Verde, de Luis Stuhlberger, zera posição em cripto e começa o ano apostando em real e ações brasileiras

12 de janeiro de 2026 - 17:03

O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real

PERSPECTIVAS PARA O ANO

FIIs de galpões logísticos têm rentabilidade de quase 30% em 2025, mas o que vem depois da alta? Veja o que esperar para o setor em 2026 

12 de janeiro de 2026 - 6:04

Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX

MERCADOS

De olho na carteira: confira o que promete sacudir o Ibovespa, as bolsas lá fora e o dólar na semana 

11 de janeiro de 2026 - 13:00

Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana

INVESTIDORES EM ALERTA

Irã na berlinda: como um novo conflito com Israel e EUA pode mexer com o preço do petróleo, com as ações e com a bolsa

11 de janeiro de 2026 - 11:55

Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso

DESTAQUES DA BOLSA

Cogna (COGN3) fez bem a lição de casa: ação é a maior alta do Ibovespa na semana e C&A (CEAB3) é a que mais caiu. Veja destaques

10 de janeiro de 2026 - 17:03

A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar