O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Volume investido pelo segmento de varejo tradicional viu crescimento de quase 16% em 2020 até o final de setembro; valor aplicado pelas pessoas físicas chegou a R$ 1,12 trilhão
Os investimentos das pessoas físicas no Brasil continuam crescendo. Nos três primeiros trimestres de 2020, o segmento de varejo tradicional, que reúne os pequenos investidores brasileiros, viu um crescimento de 15,9%, a maior variação percentual para o período de toda a série histórica iniciada em setembro de 2014.
Com a alta recorde, os investimentos dos pequenos investidores totalizaram R$ 1,12 trilhão no final de setembro. Os demais segmentos também viram avanço no acumulado do ano: 3,9% no segmento de varejo alta renda (que reúne os segmentos alta renda das instituições financeiras) e 5,2% no segmento private (que reúne os mais endinheirados).
Com isso, a soma dos investimentos das pessoas físicas chegou a R$ 3,52 trilhões até setembro de 2020, um crescimento de 7,9% quando comparado setembro de 2020 com dezembro de 2019.
Para José Ramos Rocha Neto, presidente do Fórum de Distribuição da Anbima - entidade que reúne as empresas do mercado de capitais - "é muito positivo que os brasileiros continuaram investindo, em um ano em que a taxa Selic foi reduzida a 2%, alguns títulos públicos tiveram rentabilidade negativa, e a bolsa conviveu com forte volatilidade."
No terceiro trimestre, porém, os investimentos das pessoas físicas viram certa desaceleração, com crescimento de 4,5% ante o trimestre anterior, inferior à alta de 9% apresentada no segundo trimestre. Segundo Rocha, as razões são o desempenho da atividade econômica e a redução dos valores de auxílio emergencial de R$ 600 para R$ 300.
O resultado, porém, ainda mantém a tendência de recuperação depois da queda de 5,3% nos investimentos das pessoas físicas no primeiro trimestre do ano, marcado pelo início da pandemia e uma desvalorização generalizada nos preços dos ativos.
Leia Também
Considerando o varejo tradicional e o alta renda, o investimento em títulos e valores mobiliários foi o que teve maior crescimento relativo, como alta de 20% até setembro, somando volume de R$ 621,4 bilhões.
O Certificados de Depósitos Bancários (CDB), títulos de renda fixa emitidos por bancos e de baixo risco, foram os títulos de maior participação da categoria, concentrando 44,9% do total de investimentos dos dois segmentos de varejo em setembro. No mesmo mês do ano passado, os CDB concentravam 37,2% dos investimentos do varejo em títulos e valores mobiliários.
Na renda variável, o destaque ficou por conta das ações. Em setembro, o número de investidores pessoas físicas na bolsa brasileira superou a marca histórica de 3 milhões de investidores. Naquele mês, as ações respondiam por 16,9% do volume financeiro alocado em títulos mobiliários pelos investidores de varejo. Em setembro de 2019, esse percentual era de 15,5%.
A caderneta de poupança manteve, em setembro, o forte ritmo de crescimento verificado nos meses iniciais da pandemia. Os investimentos no produto pelo varejo totalizaram R$ 920,8 bilhões em setembro, alta de 17,6% em relação a dezembro de 2019. Segundo a Anbima, o movimento foi estimulado pelo pagamento do auxílio emergencial e também pela maior poupança acumulada pelas pessoas físicas durante a pandemia.
O investimento em fundos pelos dois segmentos de varejo teve retração nos três primeiros trimestres do ano. Em setembro, totalizava R$ 605,6 bilhões, queda de 7,6% em relação a dezembro de 2019. Segundo a Anbima, a motivação do recuo foram as menores captações dos fundos de renda fixa.
Entre os investidores do segmento private, a Anbima destaca o crescimento do investimento em debêntures, títulos de renda fixa emitidos por empresas, em geral mais arriscados do que os títulos bancários. O volume alocado nesse tipo de título teve alta de 19,6% no ano.
Ao contrário do que ocorreu no varejo, o investimento em fundos pelos clientes private viu aumento no ano, com alta de 1,2%, puxada pelos fundos multimercados.
Marcelo Gasparino chega ao conselho defendendo alinhamento ao mercado internacional, enquanto governo tenta segurar reajustes
Com riscos geopolíticos e inflação no radar, banco sugere diversificação global e vê força no petróleo e metais industriais
Com feriado de Tiradentes, semana começa mais lenta no Brasil, enquanto EUA, Europa e China concentram dados relevantes de atividade, inflação e consumo
A estatal voltou ao centro das atenções após a aprovação, em assembleia, de proventos referentes a 2025; crescimento da ação também foi destaque
O anúncio da oferta de compra do Master pelo banco estatal controlado pelo governo do Distrito Federal foi feita em março de 2025
A Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de sábado (18). Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam. Caixa retoma sorteios das loterias amanhã (20).
Ranking da Grana Capital mostra os fundos imobiliários que mais distribuíram dividendos em 12 meses
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na noite de sexta-feira (17). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Hoje (17), Mega-Sena, Quina, Timemania e +Milionária prometem prêmios de oito dígitos.
Oscar Schmidt morreu nesta sexta-feira aos 68 anos. O brasileiro é reconhecido como um dos maiores jogadores de basquete de todos os tempos.
João Scandiuzzi, estrategista-chefe do BTG Pactual, explicou quais são as perspectivas para o cenário macroeconômico em participação no VTEX Day
Presidente Lula sancionou lei que permite a realização de três exames por ano; salário no final do mês não será afetado
A Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de quinta-feira (16). Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam. Destaque para a Quina, que pode pagar R$ 20 milhões hoje (17).
Após um março sem feriados, brasileiros poderão descansar uma segunda vez em abril com Tiradentes
A nova edição do ranking de responsabilidade corporativa da Merco no Brasil traz um recorte mais detalhado por pilares — ambiental (E), social (S) e governança (G), mostrando a posição de cada empresa em todos eles
Notificação a milhares de companhias coloca créditos de PIS/Cofins em xeque e pode mexer com as estimativas do setor; veja o que dizem os especialistas
A repercussão foi tamanha que Nassim Taleb, cuja fama costuma ser restrita ao mundo das finanças, respondeu a Jade Picon no X
O financiamento imobiliário exige planejamento por representar décadas de dívidas e a organização de documentos é a primeira etapa; veja o que é preciso ter em mãos
Filho mais velho de FHC foi nomeado como curador provisório do pai, que sofre em grau avançado da doença de Alzheimer
Mais conectado, mais desconfiado e com menos paciência: o brasileiro digital não perdoa erro, demora ou taxa surpresa
O montante, anunciado em março deste ano, será direcionado a empresas consideradas estratégicas ou afetadas por choques externos