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Na última fase, intenção é inocular 60 mil voluntários para avaliar sua eficácia e segurança
Em meio a notícias de uma segunda onda de covid-19 nos Estados Unidos e na Europa, o governo americano e a farmacêutica Johnson & Johnson (J&J) anunciaram no sábado (14) a expansão da parceria para o desenvolvimento de uma vacina contra o novo coronavírus.
O novo acordo prevê que a J&J, por meio da subsidiária Janssen, responsável por desenvolver o imunizante, vai aportar US$ 604 milhões e o Departamento de Saúde outros US$ 454 milhões para reforçar a fase 3 dos estudos, a última antes de a vacina ser liberada para uso.
Esta etapa – lançada em setembro, mas interrompida no mês passado após um efeito adverso em um voluntário no exterior – pretende inocular 60 mil pessoas com uma única dose da vacina para testar sua eficácia e segurança.
A corrida para desenvolver um imunizante contra a covid-19 é intensa. Atualmente, existem cerca de 48 candidatas sendo testadas em humanos, de acordo com levantamento da Organização Mundial da Saúde (OMS).
A notícia de que a vacina da Pfizer e da BioNTech apresentou 90% de eficácia na prevenção da doença fez o Ibovespa subir mais de 2% no pregão de segunda-feira (9).
* Com informações do site Marketwatch
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