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“Nunca aposte contra a América”, alertou Warren Buffett no tradicional encontro de acionistas de sua holding de investimentos em maio deste ano.
O bilionário não falava especificamente da moeda dos Estados Unidos, mas toda vez que o dólar mostra sinais de força, alguém (como eu) acaba trazendo a frase à tona.
Afinal, é para as verdinhas que o mundo financeiro costuma correr em momentos de pânico, como aconteceu em março deste ano.
Com a recuperação até surpreendente dos ativos financeiros nos meses seguintes, uma parte do mercado passou a apostar na perda da força do dólar.
Mas bastou a volta da incerteza para os investidores se abrigarem novamente no refúgio tradicional. O índice DXY, que reflete a variação do dólar contra uma cesta de moedas fortes, atingiu os maiores níveis desde julho.
No dia em que a moeda ganhou força contra praticamente todas as divisas, o nosso real tomou uma nova surra. O câmbio por aqui chegou a flertar seriamente com os R$ 5,50 nas máximas e fechou em alta de 1,27%, a R$ 5,469.
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Como me disse um gestor de fundos a quem perguntei sobre a alta, “o dólar sobe porque é o dólar”. É verdade, mas a pressão sobre o câmbio hoje também é o resultado de uma receita com vários ingredientes, como mostra o Ricardo Gozzi.
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•Jair Bolsonaro foi à ONU responder às críticas sobre sua política ambiental — e dizer que o Brasil é uma vítima. Segundo o presidente, há uma “brutal campanha de desinformação” ocorrendo com o apoio de instituições internacionais.
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• A gestora brasileira Hashdex foi autorizada a lançar o primeiro ETF (fundo de índice negociado em bolsa) de criptomoedas. A iniciativa em parceria com a Nasdaq pode ajudar a amadurecer esse mercado, como conta a Jasmine Olga.
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