O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Cada pessoa infectada com o Covid-19 costuma repassar o vírus para duas ou três pessoas. O varejo usa essa lógica para crescer.
Você pode odiar o coronavírus e todos os efeitos negativos que ele tem causado na vida das pessoas e nos seus investimentos, mas não podemos negar que a "estratégia" que ele utiliza para triunfar é simplesmente genial.
Segundo um dos vários estudos realizados recentemente, cada pessoa infectada com o Covid-19 costuma repassar o vírus para duas ou três pessoas.
Esses novos hospedeiros, por sua vez, transmitem para mais outras duas ou três pessoas, criando uma espécie de efeito de rede.
Para ficar mais fácil de entender, eu criei o diagrama abaixo com algumas rodadas de contaminação. Na primeira, uma pessoa infectada (ponto vermelho) repassa o vírus para duas novas pessoas (pontos laranjas).

Os dois novos hospedeiros, por sua vez, repassam para outros quatro (pontos amarelos).

Esses quatro infectam outras oito pessoas (pontos verdes).
Leia Também

E essas repassam para mais dezesseis (pontos azuis):

Poderíamos passar horas brincando de pintar bolinhas cinzas, mas já deu para pegar a ideia: o crescimento é exponencial! Bastaram quatro interações para que apenas três infectados se transformassem em vinte e sete. A cada novo infectado, a velocidade de multiplicação e a força do vírus aumenta ainda mais.
Mas essa estratégia de ficar exponencialmente mais forte a cada membro conquistado dentro da rede não se restringe apenas ao coronavírus. Ela tem sido utilizada por várias empresas de tecnologia para tentar dominar os seus mercados.
A nova onda no varejo é o market place, ambiente virtual oferecido pelas grandes varejistas para que terceiros coloquem produtos à venda. Esses terceiros são conhecidos como "sellers", e se aproveitam da maior visibilidade e confiança oferecidas pela marca de grandes redes. Por exemplo, as chances de ele vender seu produto em um site como o do Submarino ou do Ponto Frio são muito maiores do que em um site próprio e desconhecido.
As varejistas, por outro lado, ganham em rentabilidade, já que recebem uma porcentagem do valor do produto vendido sem precisar investir em estoques.
O problema para as companhias é que a briga está intensa. Além das duas empresas já mencionadas, no mercado brasileiro atualmente temos o Mercado Livre, as Casas Bahia, a Amazon, o Magazine Luiza, as Lojas Americanas e muitos outros sites brigando de maneira ferrenha por cada seller, sabe por quê?
Por causa de um efeito parecido com aquele que torna o vírus mais forte.
Quanto mais sellers uma varejista conseguir atrair para o seu market place, maior será a quantidade de produtos oferecidos em sua plataforma e, consequentemente, maior a quantidade de clientes que tendem a visitar o seu site.
Por outro lado, quanto mais clientes visitam o site da varejista, maiores são as chances de ela atrair novos sellers interessados nesse tráfego elevado.

Esse fenômeno pertencente ao mundo digital é conhecido como efeito de rede: quanto mais membros (sellers e clientes) fazem parte da sua rede, maior a chance de ela crescer e ficar ainda mais forte em uma velocidade exponencial.
Diversas varejistas listadas na Bolsa estão investindo pesado nesse novo modelo de negócios. No entanto, uma em especial tem chamado a nossa atenção na maneira como vem criando soluções de logística e financiamento para atrair mais sellers, além de estar investindo pesado na aquisição de novas empresas digitais para agregar ainda mais produtos e tráfego em seu site.
O resto da história você já sabe, né? Mais produtos e mais sellers atraem mais clientes que atraem ainda mais sellers…
A melhor parte é que essa mesma companhia, que é uma das grandes apostas da Carteira Empiricus, está com muito dinheiro no caixa, o que neste momento ajudará não apenas no investimento em tecnologia e em novas aquisições, mas também contribuirá para que ela atravesse a tempestade trazida pelo coronavírus e por essa nova crise do petróleo com muito mais tranquilidade do que as rivais.
Além da perspectiva positiva para o primeiro trimestre de 2026, a siderúrgica está sendo beneficiada por uma medida que pega a China em cheio; entenda os detalhes
A narrativa de rotação global de ativos, a partir dos Estados Unidos, segue em curso. S&P 500 e Nasdaq terminaram o dia em baixa.
Em painel na CEO Conference 2026, do BTG Pactual, o CIO da Ibiuna afirmou que uma eventual alternância de poder pode destravar uma reprecificação relevante dos ativos e pressionar os juros reais para baixo
Na última vez que o ouro representou uma fatia maior das reservas globais, a tendência dos mercados ainda era de acumulação do metal precioso
Preços máximos estabelecidos para o leilão ficaram muito abaixo do esperado e participação da empresa se torna incerta
Entrada forte de capital estrangeiro e expectativa de queda de juros levam banco a recomendar compra das ações da operadora da bolsa
Amazon combina resultados mistos com a maior aposta em IA entre as big techs, assusta investidores e ações sofrem em Wall Street, com efeitos até no Bitcoin e outras critpomoedas
Descubra quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas para o mês, e saiba como montar sua carteira de FIIs agora
A empresa vive seu melhor momento operacional, mas o Itaú BBA avalia que boa parte das principais entregas já está no preço; entenda quais gatilhos podem provocar novas altas
Gestor participou de evento da Anbima e falou sobre a perspectiva de volta do investidor local à bolsa
Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano
Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes
A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos
A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão
Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026
Discurso de separação não tranquilizou investidores, que temem risco de contágio, dependência financeira e possível inclusão da subsidiária no processo de recuperação
Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice
Queda do bitcoin se aprofunda com liquidações de mais de US$ 2,4 bilhões no mercado como um todo nas últimas 24 horas, enquanto incertezas macro voltam a pesar sobre as criptomoedas
Novos recordes para a bolsa brasileira e para o metal precioso foram registrados no mês, mas as ações saíram na frente
A adesão ao leilão não é obrigatória. Mas é mais difícil vender ações de uma companhia fechada, que não são negociadas na bolsa