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Para não depender do sucesso do Brasil nem da boa vontade dos governantes, o Felipe Miranda decidiu procurar por um ativo que desse grandes lucros e não estivesse ligado a nenhum desdobramento macroeconômico
Caro leitor, eu espero, do fundo do meu coração, que você já tenha passado alguns perrengues na vida.
Seja financeiro, familiar, profissional… tanto faz.
Mas eu não estou dizendo isso porque quero o seu mal. Na verdade, é justamente o contrário.
É a presença de grandes dificuldades que nos faz evoluir. Que nos torna mais espertos, mais capazes de melhorar os nossos defeitos e de seguir em frente mais fortes.
Quem não enfrenta desafios, normalmente acaba se acomodando e precisa de muita disciplina para se manter disposto a evoluir.
Você já parou para pensar no quanto o Brasil é privilegiado em termos de recursos naturais? No entanto, frequentemente eu me pego pensando se as nossas vastas riquezas, ao invés de ajudarem, acabaram atrapalhando o desenvolvimento do país.
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Antes que você comece a me xingar, achando que eu sou um argentino infiltrado e minha intenção é plantar em você uma semente "anti-brasileña", calma. Não é nada disso.
Mas pense comigo, nós temos a nossa disposição um dos maiores recursos hídricos do planeta, energia eólica e solar de sobra, florestas abundantes (antes das queimadas, pelo menos), vastas reservas de petróleo e gás, enorme quantidade de terras para cultivo e criação (estamos entre os maiores produtores de soja, café, frutas, cana-de-açúcar, algodão, entre outros além de maior exportador de carne), e ainda temos uma das maiores e melhores reservas de minério do mundo.
Tem muito mais recursos para colocar na lista, mas você já entendeu o meu ponto.
Enquanto a esmagadora maioria dos países do planeta daria quase tudo o que têm por pelo menos uma dessas riquezas, nós temos todas elas à nossa disposição.
E mesmo assim nunca conseguimos sair da condição de "país do futuro".
Ou será que é justamente por causa disso que nunca chegamos lá?
Aqui entra o papel das dificuldades em nossas vidas.
O Brasil me lembra um herdeiro playboy, que nunca quis saber de estudar muito ou trabalhar duro porque sempre teve à sua disposição vastas riquezas. Nunca precisou ralar de verdade.
Com sobra de recursos e falta de disciplina, há séculos – literalmente – vamos empurrando as deficiências nacionais com a barriga, esperando que o próximo pré-sal, ou a próxima cultura agrícola campeã de exportação pague as contas que vão chegar amanhã.
É claro que eu não tenho como afirmar, mas acredito que se não tivéssemos tantas riquezas à disposição para nos salvar todos os dias, talvez já teríamos sido forçados a atacar de frente alguns dos nossos principais problemas estruturais, como o uso ineficiente dos recursos públicos, altos impostos, investimento pífio em educação, tecnologia, infraestrutura...
E se você está se perguntando o que isso tem a ver com os seus investimentos, basta olhar para o desempenho do Ibovespa contra a renda fixa nos últimos quinze anos para entender que essa falta de disciplina não ajuda em nada o desenvolvimento econômico nacional e, consequentemente, o desempenho das suas ações.
Sou brasileiro e não gosto nem um pouco de escrever sobre isso.
No entanto, também sou um otimista e sei que ainda temos tempo para consertar vários problemas.
Não é o ideal, mas o que nos permite ter posições compradas em BOVA11 e títulos de renda fixa longos atrelados à inflação (NTN-B) em várias das carteiras da Empiricus é o fato de que sempre que o Brasil chega perto do abismo, conseguimos encontrar soluções de última hora que nos colocam nos trilhos novamente.
Foi exatamente quando a água estava batendo na bunda que encaminhamos o teto de gastos e a reforma da previdência, por exemplo.
Mas depender do Brasil "dar certo", ou da boa vontade dos nossos governantes é, e sempre será, uma decisão arriscada quando o assunto é investimentos.
Por esse motivo, o Felipe Miranda decidiu procurar por um ativo que satisfizesse dois critérios: fosse capaz de trazer grandes lucros e, ao mesmo tempo, não dependesse de nenhum desdobramento macroeconômico para vingar.
E, acredite se quiser, ele encontrou.
Segundo ele, a tal ação guarda a maior assimetria de toda a Bolsa brasileira, com potencial para pelo menos dobrar, ou até triplicar de valor. Mais importante: não depende do que acontecer com a política, com o cenário fiscal ou com o dólar, por exemplo.
Um investimento para otimistas ou pessimistas com o futuro do país.
Deixo aqui o convite se você estiver afim de conhecer essa oportunidade e ainda ter acesso a várias outras dicas de investimento que o sócio-fundador da Empiricus oferece quinzenalmente.
Um grande abraço e a até a próxima!
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