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O coronavírus freou os projetos imobiliários. Mais de R$ 2,8 bilhões em lançamentos foram adiados só em São Paulo. Com o isolamento social, os estandes de vendas ficaram fechados. Bem que o setor tentou emplacar iniciativas de e-commerce, mas ainda é difícil vender um apartamento assim.
A dúvida no ar é: o que será do segmento imobiliário após o coronavírus? Há espaço para queda de preços? A Julia Wiltgen conversou com o presidente do sindicato patronal da Habitação (Secovi), Basilio Jafet, sobre esse assunto.
Antes de passar os destaques do dia, deixo um recado. Hoje às 12h a Julia estará ao vivo com o tributarista Samir Choaib, sócio do escritório Choaib, Paiva e Justo Advogados Associados, no canal do YouTube do Seu Dinheiro para tirar dúvidas de leitores sobre o Imposto de Renda. A transmissão é aberta, mas quem participa do Guia Definitivo do Imposto de Renda , um projeto especial do Seu Dinheiro, terá prioridade na hora de perguntar.
•O Ibovespa subiu 2,90% ontem, aos 87.946,25 pontos, e o dólar recuou 1,47%, a R$ 5,2790. O dia foi marcado pelo anúncio de um pacote de estímulos na Europa e otimismo dos investidores com a reabertura das economias.
•O que mexe com os mercados hoje? No exterior, a tensão entre Estados Unidos e China volta ao primeiro plano, após o legislativo chinês autorizar a elaboração de uma nova lei de segurança nacional para Hong Kong. As bolsas asiáticas fecharam sem direção definida. Em Wall Street, os índices futuros operam de forma mista. Destaque para a divulgação do PIB do 1º trimestre nos Estados Unidos e para o cenário político no Brasil, com novos conflitos entre governo e STF.
•A Petrobras confirmou a emissão de US$ 3,25 bilhões em títulos no exterior. A operação reforça o caixa da estatal.
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•A Oi adiou a divulgação dos resultados do primeiro trimestre. A tele planeja revelar os números junto com a proposta de aditamento do plano de recuperação judicial, prevista para até 15 de junho.
•A Virgin Atlantic, do bilionário Richard Branson, desistiu de voar no Brasil, segundo o Estadão. A operação deveria ser iniciada em março, mas o plano mudou com o coronavírus e a empresa dispensou todos os funcionários contratados.
• O Brasil chegou a 411,8 mil casos de coronavírus, segundo o Ministério da Saúde. São 25,5 mil mortes.
• O governo decidiu entrar com um habeas corpus preventivo para o ministro da Educação, Abraham Weintraub, que foi convocado pelo STF a prestar depoimento na Polícia Federal após críticas a integrantes da Corte.
• Aliados do presidente que foram alvos de operação contra divulgação de fake news ontem negaram publicamente irregularidades e atacaram o STF. Já Eduardo Bolsonaro afirmou não ter dúvidas de que será alvo de uma investigação em breve e disse estar chegando um “momento de ruptura”.
• O Tribunal de Contas da União deu sinal verde para o governo federal continuar com a contratação emergencial de militares da reserva e aposentados para a redução da fila do INSS.
• O índice de sentimento econômico da zona do euro, que mede a confiança de setores corporativos e dos consumidores, subiu de 64,9 em abril para 67,5 em maio, segundo a União Europeia. O resultado ficou abaixo da estimativa de analistas.
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