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Quando falo para as pessoas que sou jornalista, uma das primeiras perguntas que me fazem é sobre os lugares que conheci na profissão. No imaginário delas está aquele repórter de guerras ou grandes eventos.
Eu até fiz algumas viagens internacionais na cobertura de economia e finanças, mas o lugar onde mais estive nas últimas duas décadas foi o “condado” da Faria Lima — a região da zona sul de São Paulo onde se concentra o mercado financeiro.
A maioria das empresas listadas na bolsa também está instalada ou possui seus principais escritórios na capital paulista ou no Rio. Essa distância talvez ajude a explicar por que a bolsa ainda é vista como algo feito para “especuladores”.
Aos poucos, porém, o mercado de capitais começa a descobrir o Brasil. As responsáveis pelo fenômeno são as empresas de fora do eixo Rio-SP que abriram o capital na B3.
Das quase 30 companhias que fizeram ofertas públicas iniciais de ações (IPO) na B3 neste ano, oito vieram de fora do chamado eixo-Rio-SP.
Boa parte do dinheiro captado por essas empresas será empregado na expansão de suas atividades. Ou seja, é dinheiro na veia da economia dessas regiões.
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