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Já estava tudo certo na minha cabeça. Ia abrir a newsletter de hoje comemorando a pontuação recorde do Ibovespa lembrando daquela icônica cena da Copa do Mundo de 1994, em que Galvão Bueno explode de alegria depois que Roberto Baggio bate o pênalti por cima do gol de Taffarel.
“Acabou, acabou! É tetra, é tetra”, gritou Galvão, abraçado a Pelé. A alegria dele era contagiante e é lembrada até hoje.
Essa imagem me veio à cabeça quando pensei que o Ibovespa ia bater sua pontuação recorde, porque vejo nela um sentimento de alívio. No caso, com o fim do período de agruras para a seleção canarinho. De tanto bater na trave (os mais velhos vão se lembrar da decepção da Copa de 1982), finalmente fomos tetracampeões em 1994.
No caso da bolsa, o fechamento recorde seria uma bela forma de encerrar um ano completamente intenso, o melhor eufemismo que consegui encontrar. Parece que faz tempo, mas nós presenciamos neste ano uma queda histórica dos mercados, com direito a seis circuit breakers (mecanismo de proteção das bolsas que paralisa o pregão quando o Ibovespa cai mais de 10%) entre março e abril.
Só que o patamar histórico não veio. Quer dizer, ele veio, mas não durou até o fim do pregão. E aí me lembrei de outra histórica narração, desta vez de Cléber Machado, que sintetizou bem a decepção que tivemos quando Rubens Barrichello deixou Michael Schumacher vencer o GP de Áustria, em 2002, a poucos metros da linha de chegada. “Hoje não, hoje não… Hoje sim”, disse Cléber quando aquela vergonhosa ultrapassagem aconteceu.
Mas tudo bem, isso não tira o brilho do Ibovespa neste ano. Só de ter chegado muito perto em um ano tão difícil (eufemismo outra vez) como 2020 e ter retornado aos 100 mil pontos mostra a força do nosso mercado. O Felipe Saturnino acompanhou a sessão de hoje e explica por que não batemos o recorde e traz ainda um resumo do ano.
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