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Nos saudosos tempos pré-crise, quando alguém comentava sobre um vídeo proibido, em geral se referia se a algum conteúdo íntimo que (acidentalmente ou não) vazou na internet.
Mas desde que estourou a crise política com a ruidosa saída de Sergio Moro do governo, outro vídeo restrito ganhou as manchetes: o da reunião ministerial realizada no dia 22 de abril.
A gravação desse encontro é uma das peças do inquérito que corre no STF depois que o ex-ministro acusou o presidente Jair Bolsonaro de interferir no Ministério da Justiça.
O exato teor do vídeo ainda é desconhecido. Mas hoje à tarde vazaram relatos da imprensa de fontes que teriam assistido à gravação. E o adjetivo usado foi “devastador”.
Pouco depois da divulgação das notícias, o Ibovespa passou a cair e fechou na mínima do dia, em queda de 1,51%. Já o dólar passou a subir e cravou os R$ 5,868 – novo recorde.
Curiosamente, no mesmo horário o Xvideos – conhecido site de conteúdo “não familiar” na internet – estava nos “trending topics” do Twitter. Coincidência? Deixo a resposta para você.
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Na nossa cobertura de mercados, o Victor Aguiar conta para você em detalhes como a bolsa e o dólar reagiram ao noticiário em todas as frentes das crises simultâneas que atravessamos.
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O Centrão já põe as mangas de fora para tentar mudar a diretriz do governo federal. Os parlamentares do grupo político pretendem pressionar a equipe econômica por projetos que aumentem o gasto público. Se tem gente disposta a fazer a concessão para ganhar os “novos amigos” para o governo no Congresso, também há quem pregue que esse aceno põe em risco a agenda liberal de Paulo Guedes, como você lê nesta matéria do Estadão.
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