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Depois de todo o tumulto provocado pelo novo coronavírus neste ano, tudo caminha para que os mercados acionários fechem 2020 no positivo.
A última peça que faltava para isso foi colocada ontem, quando o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sancionou o pacote fiscal de US$ 900 bilhões para socorrer a maior economia do mundo e injetar ainda mais liquidez no mercado.
Da mesma maneira que os católicos esperam ansiosamente a fumaça branca que sai do Vaticano quando um novo papa é escolhido, os investidores aguardavam a aprovação de uma nova rodada de estímulos. O país ainda sofre com uma segunda onda de contaminações, e a falta de ajuda poderia derrubar a economia local e, consequentemente, a mundial.
A aprovação dos estímulos foi uma novela com diversos capítulos e reviravoltas, digna de um folhetim latino-americano. Trump chegou a vetar inicialmente o projeto, afirmando que o valor a ser distribuído por americano era muito baixo. Mas, no fim, acabou aceitando (ou engolindo) o pacote negociado entre republicanos e democratas.
Com isto, o Ibovespa fechou o pregão de hoje com alta de 1,12%, aos 119.123 pontos, a 500 pontos da máxima histórica. O dólar, por sua vez, chegou a superar os R$ 5,30, mas perdeu força ao longo do dia.
O Felipe Saturnino conta mais sobre os efeitos da aprovação dos estímulos nos negócios desta segunda-feira e outros motivos para a alta da B3.
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