O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A segunda onda de coronavírus é um ‘fantasma’ que ronda os mercados desde o início do ano. Muita gente não acreditou. Nesta semana, ele mostrou as caras.
Os riscos dos mercados são fantasmas dentro do armário. Você pode não vê-los, nem acreditar neles. Mesmo assim você sente medo.
É possível que eles sejam apenas uma história de terror. Mas talvez você esbarre em um deles de madrugada...
A segunda onda de coronavírus é um ‘fantasma’ que ronda os mercados desde o início do ano. Muita gente não acreditou. Nesta semana, ele mostrou as caras.
Com novo lockdown na França e na Alemanha, a velocidade de recuperação da economia global tende a ser menor. Esse é um enredo de filme de terror para os investidores.
O susto provocou uma semana sangrenta nos mercados. O Ibovespa recuou 7,2%, para 93.952 pontos. Aqui você encontra mais detalhes sobre a semana nas bolsas.
Neste sábado, entrei no clima de Halloween para fazer a lista de melhores reportagens da semana. Confira abaixo!
Leia Também
Se você quer entender melhor o que está pegando nos mercados, sugiro que veja a última edição da live Touros e Ursos. A Julia Wiltgen, o Vinícius Pinheiro e o Felipe Saturnino comentam o que rolou na semana e as perspectiva para o futuro.
Mas se quiser ir direto para o fim da história, minha sugestão é que você leia a reportagem da Julia Wiltgen sobre os melhores e os piores investimentos do mês de outubro.
O “filme de terror” dos mercados tem seus fãs. O colunista Ruy Hungria lembrou que o bilionário Warren Buffett já confessou que gosta quando a bolsa cai. Para ele, é uma oportunidade de aumentar sua posição em ações de boas empresas.
A reunião do Copom desta semana foi uma espécie de partida de truco macabra. Os mercados fizeram suas apostas em um juro maior nos próximos meses, mas o Banco Central reafirmou sua intenção de preservar o juro baixo por um bom tempo.
Neste link, você pode relembrar a decisão da semana e aqui está uma análise do Vinícius Pinheiro sobre a partida entre o BC e os mercados.
Em tese, um pedido de casamento deveria ser motivo para alegrias. Mas às vezes o romance vira thriller. Recentemente, foi o que aconteceu com duas propostas de aquisições de grandes empresas no Brasil.
A Ser Educacional tentou comprar a Laureate, mas a Ânima entrou na briga e ficou com a noiva (veja os detalhes nesta reportagem). Já o triângulo não tão amoroso assim entre Stone, Linx e Totvs segue sem desfecho (veja aqui as últimas informações sobre o caso).
Apesar do banho de sangue, a semana trouxe, sim, notícias positivas. Diversas empresas divulgaram seus balanços e mostraram números melhores que o esperado pelos mercados.
Quem foi bem? Vale, Bradesco, Santander, Petrobras e GPA, só para citar algumas.
Para encerrar, deixo aqui uma reflexão: quando os fantasmas do mercado saírem de cena e o medo ceder lugar à racionalidade, será que o preço das ações refletirá seus bons resultados?
Um grande abraço e ótimo fim de semana!
O conflito no Oriente Médio adiciona mais uma incerteza na condução da política monetária; entenda o que mais afeta os juros e o seu bolso
O foco dos investidores continua concentrado nas pressões inflacionárias e no cenário internacional, em especial no comportamento do petróleo, que segue como um dos principais vetores de risco para a inflação e, por consequência, para a condução da política monetária no Brasil
Entenda qual é a estratégia da britânica Revolut para tentar conquistar a estatueta de melhor banco digital no Brasil ao oferecer benefícios aos brasileiros
Crescimento das despesas acima da renda, ascensão da IA e uberização da vida podem acabar com a classe média e dividir o mundo apenas entre poucos bilionários e muitos pobres?
O custo da campanha de um indicado ao Oscar e o termômetro das principais categorias em 2026
Saiba quais os desafios que a Petrobras precisa equilibrar hoje, entre inflação, política, lucro e dividendos, e entenda o que mais afeta as bolsas globais
O corte de impostos do diesel anunciado na quinta-feira (12) afastou o risco de interferência na estatal, pelo menos por enquanto
Entenda as vantagens e as consequências ambientais do grande investimento em data centers para processamento de programas de inteligência artificial no Brasil
Depois de uma disparada de +16% no petróleo, investidores começam a discutir até onde vai a alta — e se já é hora de reduzir parte da exposição a oil & gas para aproveitar a baixa em ações de qualidade
Os spreads estão menos achatados, e a demanda por títulos isentos continua forte; mas juro elevado já pesa sobre os balanços das empresas
Entenda como a startup Food to Save quer combater o desperdício de alimentos uma sacolinha por vez, quais os últimos desdobramentos da guerra no Oriente Médio e o que mais afeta seu bolso hoje
A Copa do Mundo 2026 pode ser um bom momento para empreendedores aumentarem seu faturamento; confira como e o que é proibido neste momento
O ambiente de incerteza já pressiona diversos ativos globais, contribui para a elevação dos rendimentos de títulos soberanos e amplia os riscos macroeconômicos
Depois de quase cinco anos de seca de IPOs, 2026 pode ver esse cenário mudar, e algumas empresas já entraram com pedidos de abertura de capital
Esta é a segunda vez que me pergunto isso, mas agora é a Inteligência Artificial que me faz questionar de novo
São três meses exatos desde que Lando Norris confirmou-se campeão e garantiu à McLaren sua primeira temporada em 17 anos. Agora, a Fórmula 1 está de volta, com novas regras, mudanças no calendário e novidades no grid. Em 2026, a F1 terá carros menores e mais leves, novos modos de ultrapassagem e de impulso, além de novas formas de recarregar as […]
Ações das petroleiras subiram forte na bolsa nos últimos dias, ainda que, no começo do ano, o cenário para elas não fosse positivo; entenda por que ainda vale ter Petrobras e Prio na carteira
Para dividendos, preferimos a Petrobras que, com o empurrãozinho do petróleo, caminha para um dividend yield acima de 10%; já a Prio se enquadra mais em uma tese de crescimento (growth)
Confira o que esperar dos resultados do 4T25 da Petrobras, que serão divulgados hoje, e qual deve ser o retorno com dividendos da estatal
A concentração em tecnologia deixou lacunas nas carteiras — descubra como o ambiente geopolítico pode cobrar essa conta