O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
André Barros vai te mostrar o quão importante é saber se as decisões tomadas tiveram como base uma estratégia envolvida.
Aqui é o André Barros, o Money Maker. Na nossa conversa de hoje do Inimigos do Investidor eu queria propor uma maneira diferente de você avaliar os seus movimentos na bolsa, seus investimentos em ações.
É muito comum, e segue válido: os traders fecham o seu dia avaliando o quanto ganharam e o quanto perderam nas operações do dia.
Claro que isso é importante. Mesmo se você não for um trader, muitas pessoas têm por hábito atualizar suas planilhas e cotações para saber o quanto seu portfólio evoluiu.
Alguns utilizam como benchmark o Ibovespa, outros utilizam alguns fundos do mercado como referência. Essa maneira de fazer o acompanhamento de sua performance segue sendo válida.
De uma forma lógica, o quanto a gente ganha ou perde em termos financeiros é o que premia a sua performance.
O que eu queria propor é que você pense de uma outra maneira também. O que eu gosto de fazer sempre que eu termino um dia que eu operei no mercado (nem todos os dias a gente opera, que fique claro) é me perguntar o seguinte:
Leia Também
“As decisões que eu fiz estão de acordo com a estratégia que eu escolhi?”
Isso é muito importante para mim, por vários motivos. O primeiro, é que você dorme muito mais tranquilo quando você está consciente do porquê fez uma compra ou venda.
Se o mercado demorar para seguir na direção que você espera, é muito mais fácil tomar uma decisão no sentido contrário ou se manter na decisão escolhida.
Também é muito importante você correlacionar a performance obtida com seu critério por isso te obrigar ao longo do tempo ser disciplinado.
Existem duas palavras fundamentais no mundo dos investimentos: paciência e disciplina. E isso se aplica quando estamos seguindo a estratégia.
Essa estratégia deve estar no caminho que você escolheu, seja qual for.
Meu convite é que você não abandone suas métricas de performance financeira, mas inclua a percepção de saber se as decisões que você tomou estão de acordo com a estratégia traçada.
Isso vai te ajudar a dormir melhor, a tomar melhor suas decisões e, acima de tudo, a evoluir sua disciplina.
Uma última coisa: quando falamos de bolsa, não é somente comprar ou vender.
São, na verdade, quatro decisões envolvidas: comprar, vender, manter ou esperar.
Aproveito para indicar este link onde indico 3 regras para fazer trades rápidos com ações Alpha.
Espero que essa dica tenha ajudado você.
Vamos juntos?
Um abraço,
O ambiente de incerteza já pressiona diversos ativos globais, contribui para a elevação dos rendimentos de títulos soberanos e amplia os riscos macroeconômicos
Depois de quase cinco anos de seca de IPOs, 2026 pode ver esse cenário mudar, e algumas empresas já entraram com pedidos de abertura de capital
Esta é a segunda vez que me pergunto isso, mas agora é a Inteligência Artificial que me faz questionar de novo
São três meses exatos desde que Lando Norris confirmou-se campeão e garantiu à McLaren sua primeira temporada em 17 anos. Agora, a Fórmula 1 está de volta, com novas regras, mudanças no calendário e novidades no grid. Em 2026, a F1 terá carros menores e mais leves, novos modos de ultrapassagem e de impulso, além de novas formas de recarregar as […]
Ações das petroleiras subiram forte na bolsa nos últimos dias, ainda que, no começo do ano, o cenário para elas não fosse positivo; entenda por que ainda vale ter Petrobras e Prio na carteira
Para dividendos, preferimos a Petrobras que, com o empurrãozinho do petróleo, caminha para um dividend yield acima de 10%; já a Prio se enquadra mais em uma tese de crescimento (growth)
Confira o que esperar dos resultados do 4T25 da Petrobras, que serão divulgados hoje, e qual deve ser o retorno com dividendos da estatal
A concentração em tecnologia deixou lacunas nas carteiras — descubra como o ambiente geopolítico pode cobrar essa conta
A Ação do Mês busca chegar ao Novo Mercado e pode se tornar uma pagadora consistente — e robusta — de dividendos nos próximos anos; veja por que a Axia (AXIA3) é a escolhida
Veja como acompanhar a temporada de resultados das construtoras na bolsa de valores; PIB, guerra no Oriente Médio e Caged também afetam os mercados hoje
Mais do que tentar antecipar desfechos políticos específicos, o foco deve permanecer na gestão de risco e na diversificação, preservando uma parcela estratégica de proteção no portfólio
Em situações de conflito, fazer as malas para buscar um cenário mais tranquilo aparece como um anseio para muitas pessoas. O dinheiro estrangeiro, que inundou a B3 e levou o Ibovespa a patamares inéditos desde o começo do ano, tem data para carimbar o passaporte e ir embora do Brasil — e isso pode acontecer […]
Primeiro bimestre de 2026 foi intenso, mas enquanto Ibovespa subiu 18%, IFIX avançou apenas 3%; só que, com corte de juros à vista, é hora de começar a recompor posições em FIIs
Entre as cabines de primeira classe e os destinos impactados pelo excesso de visitantes, dois olhares sobre a indústria de viagens atual
Veja por que a Vivo (VIVT3) é vista como boa pagadora de dividendos, qual o tamanho da Bradsaúde e o que mais afeta o mercado hoje
Mesmo sendo considerada uma das ações mais “sem graça” da bolsa, a Vivo subiu 50% em 2025 e já se valoriza quase 30% em 2026
Mesmo com a perspectiva de queda nos juros, os spreads das debêntures continuam comprimidos, mas isso pode não refletir uma melhora nos fundamentos das empresas emissoras
Estudo histórico revela como o desempenho do mês de janeiro pode influenciar expectativas para o restante do ano no mercado brasileiro
Entenda o que as novas tarifas de exportação aos EUA significam para aliados e desafetos do governo norte-americano; entenda o que mais você precisa ler hoje
Antigos alvos da política comercial norte-americana acabam relativamente beneficiados, enquanto aliados tradicionais que haviam negociado condições mais favoráveis passam a arcar com custos adicionais