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Você tem agora a raríssima chance de comprar belos ativos de risco a preço de banana. Custos de entrada convidativos fazem uma enorme diferença sobre a taxa de retorno obtida com investimentos de longo prazo
Banho de sangue nos mercados. Você está com sorte. Eu sei que parece contra intuitivo, mas este é um cenário particularmente interessante para começar um projeto de aposentadoria.
Você tem agora a raríssima chance de comprar belos ativos de risco a preço de banana. Custos de entrada convidativos fazem uma enorme diferença sobre a taxa de retorno obtida com investimentos de longo prazo.
Supondo um preço de entrada "justo" a R$ 100, e uma estratégia de investimentos capaz de multiplicar por 6x o capital investido ao longo de dez anos, teríamos um retorno acumulado de +500% no período.
Já se os preços dos ativos de risco caírem à metade do preço justo, o retorno esperado sobe para +1.100%.
E chega até mesmo a +2.300% caso encontremos a oportunidade de entrada a um quarto do preço justo.
Em tese, podemos achar irreal que belos ativos de risco (empresas sérias, fundos imobiliários ocupados) sejam capazes de custar metade ou mesmo um quarto do que custavam no ambiente pré-corona.
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Mas isso é perfeitamente possível. Aquele mesmo Ibovespa que em janeiro negociava a 120 mil pontos agora tenta recuperar os 90 mil pontos. Tudo aconteceu em questão de segundos.
Na última grande crise, em 2008, me lembro de ações de Ambev e Itaú negociando a um quarto do que valem hoje.
Apesar de estarmos construtivos, com um claro viés de compra em meio ao pânico, precisamos também ponderar que o momento corrente ainda pede paciência. No jargão do mercado, dizemos: "não tente pegar uma faca caindo".
O petróleo é um dos ativos mais relevantes da economia global, para o bem e para o mal.
Ao mesmo tempo em que uma queda do petróleo é deflacionária, estimulando o poder de compra das famílias, há toneladas de dívidas corporativas, pelo mundo todo, atreladas ao preço do barril.
Isso significa que podemos esperar uma série de moratórias nos próximas semanas, capazes de gerar efeitos em cadeia bastante graves.
Por outro lado, os Bancos Centrais buscarão políticas monetárias coordenadas de aumento da liquidez, enquanto cada governo implementará sua política fiscal expansionista.
Por aqui, Rodrigo Maia já tweetou provocando os Três Poderes a parar de frescura e aproveitar o péssimo clima internacional como gatilho para aprovar reformas domésticas. O custo de oportunidade aumentou muito.
Dada a relativa capacidade de reação, nem todas as notícias serão ruins. No entanto, é provável que haja muito mais notícias ruins do que boas no curto prazo.
A melhor coisa que temos a fazer, por enquanto, é esperar até que os preços de tela fiquem ridiculamente convidativos para quem investe em longo prazo.
Eu já encontrei dois ativos baratos para comprar e recomendei aos assinantes do meu novo programa de investimentos, o Empiricus Fire. São papéis que estão baratos agora e que, a meu ver, podem engordar sua aposentadoria no longo prazo.
Existem outras pechinchas por aí que vamos indicar ao longo das próximas semanas. Deixo aqui o link de acesso para quem quiser aproveitar a temporada de compras e receber as indicações.
Companhias em recuperação judicial ou cujo preço dos ativos é inferior a R$ 1,00 (penny stock) não são elegíveis, por exemplo
Na semana passada, a Allos recebeu, pela primeira vez, o rating AAA.br da Moody’s Local Brasil, com perspectiva estável;; a nota máxima indica que a companhia possui extrema solidez financeira e baixo risco de crédito
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