O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O Ibovespa está embalado em um bull market. O índice segue a toada de 2019 e vem batendo novos recordes este ano. Mas vale lembrar que a bolsa tem mais de 300 empresas e que dá para ganhar bem mais (ou bem menos) que o Ibovespa. A Julia Wiltgen mostra em reportagem de hoje quais os fundos de ações mais rentáveis em 2019 e quais foram suas grandes tacadas na bolsa.
Antes de te passar as notícias do dia, tenho um recado. Hoje se encerra a inscrição para o curso Aposente-se aos 40! Garanta sua vaga aqui.
• O Ibovespa superou a marca dos 119 mil pontos pela primeira vez. O índice subiu 0,96% ontem e fechou em 119.527,63 pontos. A força para a arrancada veio de uma onda compradora de ações dos bancos, que apanharam nos pregões anteriores. O dólar à vista terminou em baixa de 0,21%, a R$ 4,1664.
• O que mexe com os mercados hoje? A decisão da Organização Mundial da Saúde de não declarar emergência global por conta da expansão do coronavírus caiu bem. As bolsas asiáticas fecharam em alta e tanto os índices futuros em Nova York como a abertura do pregão europeu operam no positivo.
• Quais os fundos de ações mais rentáveis de 2019? Alguns gestores conseguiram até três vezes o retorno do Ibovespa - e olha que o índice subiu 31% no ano. A Julia Wiltgen apresenta um ranking da Economatica com os fundos mais rentáveis do ano passado e mostra como eles conseguiram esse resultado.
• Último dia! As inscrições para o curso Aposente-se aos 40 se encerram hoje. Saiba mais sobre o projeto aqui ou faça sua inscrição com um clique neste link.
Leia Também
CONTEÚDO PATROCINADO
• Veja 5 razões para acreditar que dá para enriquecer com ações. Entenda por que os economistas enxergam um ciclo de alta.
• O grupo Odebrecht adiou a assembleia de credores agendada para votar seu plano de recuperação judicial. Segundo o Estadão, o BNDES exige que o grupo abra mão do controle da Atvos, empresa de açúcar e etanol, para aprovar o plano.
• A Petrobras iniciou o processo de venda das ações da produtora de biodiesel BSBios detidos pela Pbio. A RP Biocombustíveis, sua sócia, também vai vender os papéis.
• A CSN levantou US$ 1 bilhão em emissão de títulos no exterior. Os recursos serão usados para recomprar os títulos com vencimento em 2020 com taxa de 6,50% ao ano.
• A Minerva Foods levantou R$ 1 bilhão em sua mais recente oferta de ações. Os recursos serão usados para melhoria da estrutura do capital da companhia, por meio do pagamento de dívidas.
• A arrecadação federal de impostos em 2019 foi a maior em cinco anos. O valor chegou a R$ 1,537 trilhão no ano passado, segundo a Receita Federal.
• O governo federal planeja mudar a fórmula para corrigir o salário mínimo. Em vez do INPC do ano anterior fechado, de janeiro a dezembro, a ideia é usar o índice entre dezembro do ano anterior e novembro do ano atual.
• O governo estuda criar um "imposto do pecado", disse o ministro da Economia, Paulo Guedes. Bebidas alcoólicas, cigarros e outros produtos com adição de açúcar podem ser alvo de novas taxações.
• Bolsonaro autorizou a entrada do Brasil no Acordo de Compras Governamentais (PA, na sigla em inglês) da OMC. O acordo obriga seus membros a dar condições isonômicas a empresas estrangeiras e nacionais em licitações públicas.
• O governo publicou um decreto que regulamenta a contratação de militares inativos para atividades em órgãos públicos. Com isso, militares poderão ser contratados para trabalhar no INSS.
O Brasil pode voltar a aumentar os juros ou viver um ciclo de cortes menor do que o esperado? Veja o que pode acontecer com a taxa Selic daqui para a frente
Quedas recentes nas ações de construtoras abriram oportunidades de entrada nas ações; veja quais são as escolhas nesse mercado
Uma mudança de vida com R$ 1.500 na conta, os R$ 1.500 que não compram uma barra de chocolate e os destaques da semana no Seu Dinheiro Lifestyle
A Equatorial decepcionou quem estava comprado na ação para receber dividendos. No entanto, segundo Ruy Hungria, a força da companhia é outra; confira
Diferente de boa parte das companhias do setor, que se aproveitam dos resultados estáveis para distribui-los aos acionistas, a Equatorial sempre teve outra vocação: reter lucros para financiar aquisições e continuar crescendo a taxas elevadíssimas
Os brechós, com vendas de peças usadas, permitem criar um look mais exclusivo. Um desses negócios é o Peça Rara, que tem 130 unidades no Brasil; confira a história da empreendedora
Entre ruídos políticos e desaceleração econômica, um indicador pode redefinir o rumo dos juros no Brasil
Mesmo o corte mais recente da Selic não será uma tábua de salvação firme o suficiente para manter as empresas à tona, e o número de pedidos de recuperação judicial e extrajudicial pode bater recordes neste ano
Confira qual a indicação do colunista Matheus Spiess para se proteger do novo ciclo de alta das commodities
O conflito acaba valorizando empresas de óleo e gás por dois motivos: a alta da commodity e a reprecificação das próprias empresas, seja por melhora operacional, seja por revisão de valuation. Veja como acessar essa tese de maneira simples
O Grupo Pão de Açúcar pode ter até R$ 17 bilhões em contas a pagar com processos judiciais e até imposto de renda, e valor não faz parte da recuperação extrajudicial da varejista
Veja qual foi a empresa que venceu o Leilão de Reserva de Capacidade e por que vale a pena colocar a ação na carteira
Mesmo após salto expressivo dos papéis, a tese continua promissora no longo prazo — e motivos para isso não faltam
Entenda por que é essencial separar as contas da pessoa física e da jurídica para evitar problemas com a Receita
Em geral, os melhores hedges são montados com baixa vol, e só mostram sua real vitalidade depois que o despertador toca em volume máximo
Saiba o que afeta a decisão sobre a Selic, segundo um gestor, e por que ele acredita que não faz sentido manter a taxa em 15% ao ano
O conflito no Oriente Médio adiciona mais uma incerteza na condução da política monetária; entenda o que mais afeta os juros e o seu bolso
O foco dos investidores continua concentrado nas pressões inflacionárias e no cenário internacional, em especial no comportamento do petróleo, que segue como um dos principais vetores de risco para a inflação e, por consequência, para a condução da política monetária no Brasil
Entenda qual é a estratégia da britânica Revolut para tentar conquistar a estatueta de melhor banco digital no Brasil ao oferecer benefícios aos brasileiros
Crescimento das despesas acima da renda, ascensão da IA e uberização da vida podem acabar com a classe média e dividir o mundo apenas entre poucos bilionários e muitos pobres?