O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Oferta de ações do BV será primária, ou seja, com recursos entrando no caixa da instituição, e também secundária, cuja fatia vai para o bolso dos acionistas
O Banco Votorantim, que acaba de ser rebatizado como BV, espera movimentar R$ 5 bilhões em sua oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) em mais um desinvestimento de bancos públicos no governo de Jair Bolsonaro, segundo apurou o jornal O Estado de S. Paulo/Broadcast. Controlado por Banco do Brasil e pela família Ermírio de Moraes, a instituição esperava emplacar a operação no ano passado, mas acabou adiando para 2020 depois de não conseguir concluir todo o trabalho necessário para colocar os pés na B3 em tempo hábil.
A oferta de ações do BV será primária, ou seja, com recursos entrando no caixa da instituição, e também secundária, cuja fatia vai para o bolso dos acionistas. A família Ermírio de Moraes detém 50,01% do capital do banco com direito a voto enquanto o Banco do Brasil têm os demais 49,99%.
A operação pode servir de porta de saída para o BB, que iniciou uma série de desinvestimentos na gestão de Rubem Novaes, escolhido pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, para chefiar o banco no governo Bolsonaro. A família Ermírio de Moraes pode não diminuir sua fatia, pelo menos neste momento. No entanto, como não tem DNA de banqueiro, uma possibilidade é que deixem o negócio futuramente. Mas ainda não está definido o tamanho da oferta secundária, quem venderá e quanto, conforme fontes.
Apesar de ter atrasado o pedido de bênção da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para a operação, o BV deve fazer o arquivamento do prospecto, que estava marcado para a última sexta-feira, ainda nesta semana. São coordenadores globais do IPO do BV, como antecipou a Coluna do Broadcast, o próprio BB, o JP Morgan, que fez o trabalho de preparação do banco para a oferta, e ainda o Goldman Sachs. Também fazem parte do grupo Morgan Stanley e Itaú BBA.
A ideia do BV é emplacar a primeira abertura de capital da B3 em 2020. A listagem das ações marca uma verdadeira reviravolta nos resultados do banco, socorrido pelo BB no passado. Em 2009, a instituição pública comprou cerca de metade das ações do Votorantim em meio a uma onda de socorros de grandes bancos a instituições de menor porte que operavam no prejuízo. Hoje, a situação do BV é bem diferente: de janeiro a setembro de 2019, o banco registrou lucro líquido de mais de R$ 1 bilhão, o equivalente a todo o resultado de 2018.
Agora, a estratégia dos sócios é vender aos investidores um banco mais tecnológico e próximo às startups, uma roupagem diferente do crédito a veículos, seu principal foco no passado. Não está descartada, ainda, a criação de um banco digital, pegando carona nas várias instituições que foram nessa direção.
Leia Também
Para capitanear o IPO e dar continuidade ao processo de modernização do banco, os sócios, inclusive, decidiram trocar o comando do BV, no ano passado. Gabriel Ferreira, na casa desde 2012, substituiu Élcio Jorge dos Santos, que estava na presidência desde 2016.
O início de ano está movimentado para o mercado acionário brasileiro e os primeiros meses devem ter volumes de ofertas superando os R$ 30 bilhões. Dentre as ofertas previstas, está as capitaneadas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que venderá metade de sua participação na JBS e cerca de 10% das ações com direito a voto na Petrobrás.
Quatro companhias fizeram pedidos de registro para abertura de capital na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) já em dezembro: a empresa de sites Locaweb, a Companhia de Água e Saneamento do Ceará e as construtoras Mitre e Moura Dubeux. Essas ofertas são esperadas para ocorrerem até fevereiro.
Procurados, BV e BB não comentaram.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Forte alta na sexta-feira não evitou recuo no acumulado da semana, em meio à guerra no Irã, à pressão do petróleo e à reprecificação dos juros nos Estados Unidos e no Brasil
Rali das ações acompanha alta das commodities agrícolas, mas pressão de custos, câmbio e margens limita potencial adicional e mantém recomendação neutra do BofA
Totvs (TOTS3) aprovou o pagamento de R$ 104,2 milhões em JCP (R$ 0,18 por ação), com data-base em 25 de março, ações “ex” a partir do dia 26 e pagamento previsto para 10 de abril
Os dólares dos gringos estavam marcados para as bolsas emergentes, mas nem todos os países conseguiram aproveitar a onda
O desempenho do 4T25 frustrou as expectativas, com queda nas vendas, pressão sobre margens e aumento de despesas, reforçando a leitura de desaceleração operacional
XP tem recomendação de compra para Lojas Renner (LREN3) com potencial de valorização de até 50%; veja por que a ação é a preferida do varejo
Mais um resultado muito fraco no 4T25, com queda de rentabilidade, queima de caixa e perda de beneficiários, expõe desafios estruturais e leva a companhia a reforçar plano focado em execução, eficiência e preservação de capital
Com retornos acima de 110% desde 2024, os ETFs de energia nuclear superam o S&P 500; demanda por inteligência artificial impulsiona a tese de investimento
Com uma carteira composta por cerca de 40% em ações de óleo e gás, o ETF acumula uma alta de 14,94% no ano, superando o desempenho do Ibovespa, que avança 11,64% no mesmo período
Christian Keleti, sócio-fundador e CEO da Alphakey, avalia que o Ibovespa tem espaço para subir mais com o fluxo estrangeiro, mesmo diante do conflito no Irã
Em relatório, o banco destacou que, nesse nicho, Cury (CURY3) e Tenda (TEND3) são as principais beneficiadas pelas eventuais mudanças no programa governamental
Itaú BBA explica os três fatores que derrubaram as ações do Nubank, mas recomendam aproveitar a queda para se expor aos papéis; entenda
Banco vê mudança estrutural no setor com medidas protecionistas e avalia que o mercado ainda não precificou totalmente o potencial de alta da siderúrgica
Ações da ex-estatal de saneamento sobem após a divulgação do balanço do 4º trimestre, aumento de capital e renda extra para os acionistas
Ações da Motiva podem valorizar mais de 31%, segundo analistas do BTG Pactual; confira as indicações dos bancos e corretoras para buscar ganhos com ações ligadas a ESG
Temores sobre o Estreito de Ormuz, aumento do petróleo e incertezas geopolíticas pressionam ativos; mercado agora aguarda decisão do Copom
Programação faz parte da Global Money Week e inclui cinco aulas on-line sobre organização financeira, Tesouro Direto, proteção de investimentos e diversificação de carteira
Fundos imobiliários estão descontados e podem gerar retornos atrativos em 2026, mas Itaú BBA indica que é preciso se atentar a indicadores para evitar ciladas; XP também tem visão positiva para a indústria no ano
Fundo do BTG listado na B3 reúne empresas brasileiras ligadas a setores como petróleo, mineração e agronegócio, oferecendo exposição diversificada ao ciclo de commodities
CEO destaca que Magalu teve lucro em ambiente de juros altos, enquanto analistas veem desempenho misto e pressão no e-commerce