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Coronavírus continua trazendo cautela aos mercados, mas as bolsas tentam engatar mais um dia de recuperação
Os mercados aguardam a decisão de política monerátia do Federal Reserve, marcada para o começo da tarde desta quarta-feira. Para os especialistas, o presidente da instituição Jerome Powell, não deve ignorar o surto do coronavírus, mas o Fed deve manter o juro inalterado.
Ainda é cedo para definir qual será o impacto econômico da epidemia no crescimento global, mas Powell deve colocar o assunto no radar de riscos para a economia americana.
A expectativa é que o presidente do Fed justifique a pausa no corte do juro com a inflação sobre controle, mercado de trabalho forte e a menor taxa de desemprego em 50 anos nos Estados Unidos.
Os números do surto de coronavírus continuam crescendo e o mercado segue cauteloso com relação ao tema. Na China, já são 132 mortos confirmados e quase seis mil infectados.
Ontem os mercados tiveram um dia de recuperação, mesmo com a cautela em torno do coronavírus.
No Brasil, o Ibovespa teve um dia de recuperação parcial das perdas fortes da segunda-feira e fechou o dia com uma alta de 1,76%, aos 116.478 pontos.
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Na Ásia, as bolsas do Japão e Coreia do Sul se recuperaram e fecharam em alta durante a madrugada, mas em Hong Kong, onde os negócios foram retomados após o feriado do Ano Novo Lunar, as perdas foram fortes. O mercado acionário segue fechado na China.
No compasso de espera pela decisão do Fed, os índices futuros amanhecem com leve alta em Nova York, mantendo o ritmo de recuperação. Os balanços corporativos positivos também fizeram a sua parte e ajudam a manter o ritmo positivo.
Na Europa, as sessões também abrem no azul.
Além da divulgação do Fed e dos balanços (ver abaixo), o dia também reserva o resultado primário do Banco Central em dezembro (14h30).
O secretario especial de desestatização, Salim Mattar, e o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimaães, participam do segundo dia de evento do Credit Suisse.
O presidente do BNDES, Guilherme Montezano, marcou coletiva para explicar detalhes do contrato da auditoria feita na 'caixa-preta' do banco estatal. A coletiva foi convocada após pressão do presidente Jair Bolsonaro por explicações.
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Lá fora, AT&T, Boeing e GE divulgam os seus balanços antes da abertura.
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