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Deterioração da relação entre Estados Unidos e China volta a trazer apreensão e cautela ao mercado. No Brasil, destaque para a repercussão do balanço da Petrobras e o IBC-Br de março
Uma série de fatores positivos mantém as o clima ameno nos mercados internacionais nesta manhã de sexta-feira, como os números positivos da produção industrial chinesa e uma confiança maior nos processos de reabertura econômica de países que já superaram o pico da covid-19. No entanto, um agravamento nas tensões entre Estados Unidos e China pode azedar os ânimos dos investidores.
O clima deve ajudar o mercado doméstico, que tem o balanço corporativo negativo da Petrobras para digerir e a cautela com o cenário político para colocar na conta. O aparente entendimento entre o Presidente Jair Bolsonaro e o Rodrigo Maia também animam os investidores locais.
Por aqui, expectativa também para a divulgação do IBC-Br de março, a prévia do PIB do BC.
Sinais de uma aproximação entre o presidente Jair Bolsonaro e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, após um longo período de atrito, mudaram a história da bolsa brasileira no pregão de ontem.
Bolsonaro e Maia se encontraram para uma reunião e ambos mostraram uma postura mais relaxada e amena após o encontro. O presidente Jair Bolsonaro chegou a declarar que ele e Maia 'voltaram a namorar' e que está tudo bem entre os dois.
O presidente disse que irá discutir com o líder da Câmara, Rodrigo Maia, sobre o possível veto ou não no aumento para servidores públicos nos próximos dois anos, previsto no projeto de auxílio aos Estados e municípios aprovado pela Câmara. O veto é muito esperado pelo mercado (e pela equipe econômica de Guedes).
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O episódio celebra a afetivação do aproximamento com o Centrão. Com o alívio nas tensões políticas, os investidores viram uma melhora imediata nos ânimos dos negócios locais - tanto no câmbio, quanto na bolsa.
O Ibovespa fechou o dia nas máximas, aos 79.010,81 pontos, após alta de 1,59%. Já o dólar fechou a sessão com queda de 1,38%, a R$ 5,8193.
Além do alívio no campo político, o mercado doméstico também contou com um empurrãozinho de uma melhora no humor dos mercados internacionais e das atuações do BC no câmbio.
Termina hoje o prazo para a decisão sobre o sigilo do vídeo da reunião ministerial do dia 22 de abril, que pode provar a tentativa do presidente Jair Bolsonaro de interferir na Polícia Federal.
A Advocacia-Geral da União (AGU) enviou ao STF uma manifestação em que contraria as declarações do presidente, que disse não ter utilizado as palavras 'família' ou 'PF' em nenhum momento do encontro. A AGU também pediu o levantamento do sigilo sobre a fita.
O Procurador-Geral da República, Augusto Aras, defende a divulgação parcial do conteúdo. Já a defesa do ex-ministro Sergio Moro espera que a divulgação seja feita de forma integral.
O país registrou 844 mortos em 24 horas segundo o boletim divulgado pelo ministério da Saúde.
O total de óbitos é de 13.993 óbitos e 202.918 casos confirmados.
O presidente Jair Bolsonaro afirmou que fará um pronunciamento em rede nacional no próximo sábado, defendendo medidas de isolamento vertical e criticando as localidades que adotaram o 'lockdown'. Segundo o presidente, a medida não funcionou em nenhum lugar do mundo.
O presidente Donald Trump continua reacendendo a chama da guerra comercial. Em entrevista, Trump ameaçou cortar laços com a China e disse não querer conversar com o presidente chinês no momento.
O assessor do Comércio da Casa Branca também deve contribuir para aumentar a tensão entre os países. Peter Navarro acusou a China de tentar hackear computadores do governo americano para acessar informações sobre os estudos em andamento para o desenvolvimento de uma vacina contra a covid-19.
Assim como Trump, Navarro criticou o posicionamento de Pequim durante o início da pandemia e disse que a China gerou o vírus, escondeu informações e lucrou com a pandemia.
No começo da manhã, um novo ponto de conflito surgiu no radar, jogando os índices futuros de Nova York, que apresentavam alta firme, no campo negativo.
A Global Times noticiou que a China deve ativar uma lista de 'entidades não confiáveis', restringindo ou investigando empresas americanas como a Apple, Qualcomm e Cisco. Segundo a publicação, o país também deve suspender a compra de aviões da Boeing.
Mesmo com o risco de uma nova onda de infecções, a avaliação feita ontem pelo Instituto de Controle de Doenças Robert Koch - de que a taxa de transmissão permaneceu baixa em locais que deram os primeiros passos em torno de uma flexibilização do isolamento -, renovou as expectativas dos investidores em torno da reabertura econômica na Europa e nos Estados Unidos.
Durante a noite, a China divulgou os seus números da produção industrial de abril e o resultado surpreendeu os analistas. O país asiático teve uma alta de 3,9% no setor em abril, após uma queda de 1,1% em março. As vendas no varejo tiveram uma queda de 7,5%, contra uma baixa de 15,8% em março.
As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta, com a excessão sendo o índice Xangai Composto, na China, e o Hang Seng, em Hong Kong.
Na Europa, o pregão perdeu força após a divulgação dos resultados do Produto Interno Bruto (PIB) alemão e da zona do euro, mas continua no positivo.
Refletindo os impactos do coronavírus, a Alemanha, maior economia da Europa teve uma queda de 2,2% no primeiro trimestre, com o país entrando oficialmente em recessão. Já o PIB da zona do euro apresentou uma queda de 3,8% nos primeiros meses do ano.
Com os números melhores do que o esperado vindos da China, os contratos futuros de petróleo ganharam mais um ânimo positivo.
Por volta das 7h15, o petróleo WTI para julho subia 1,85%, a US$ 28,07. O Brent para o mesmo mês subia 2,15%, a US$ 31,80.
A agenda desta sexta-feira está recheada de divulgações importantes.
Primeiro, o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) de março (9h). O índice é considerado a 'prévia do PIB' do BC.
Lá fora, o destaque fica com as vendas do varejo (9h30) e números da produção industrial de abril (10h15).
Os investidores também devem reagir a divulgação dos balanços da noite - que incluem Petrobras e JBS. Confira os últimos balanços divulgados.
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