O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Risco fiscal no Brasil e avanço da covid-19 pelo mundo inibem o apetite por risco nos mercados financeiros internacionais nesta quarta-feira
Quem investe no mercado brasileiro de ações anseia pela recuperação da B3 em um momento no qual os preços dos ativos locais estão nitidamente defasados em relação ao observado no resto do mundo.
Resta saber se os subsequentes choques de realidade que têm impactado os mercados financeiros permitirão que o Ibovespa mantenha nesta quarta-feira a recuperação observada na véspera, quando o principal índice brasileiro de ações subiu com vigor apesar da queda em Wall Street.
Um dos principais motivos para a divergência de direções foi o feriado prolongado aqui no Brasil, que ontem levou os investidores a colocarem na balança o mau humor externo do dia corrente – refletido principalmente no mercado de câmbio – e a apreciação dos ativos de risco registrada durante o recesso da B3.
Depois de muita volatilidade, o Ibovespa fechou em alta de 1,05% na terça-feira, aos 98.502,82 pontos, enquanto o dólar subiu 0,94%, cotado a R$ 5,5783.
Em meio a tanta liquidez e incerteza, é improvável que o estica-e-puxa nos preços dos ativos dê uma trégua tão cedo, mas o retorno à marca dos 100 mil pontos parece estar logo ali.
No exterior, a paralisação das negociações no Congresso dos Estados Unidos em torno de um novo pacote de estímulo à economia norte-americana a apenas 20 dias das eleições presidenciais reflete-se em uma alta tímida dos índices futuros de Wall Street apesar da queda registrada na véspera.
Leia Também
Já o aumento no número de casos de covid-19 no mundo inibiu o avanço dos mercados de ações asiáticos. Também faz com que as bolsas de valores europeias operem em alta discreta enquanto investidores lá fora aguardam os balanços do Well Fargo e da UnitedHealth.
Na cena local, o principal empecilho a voos mais altos do Ibovespa materializa-se no risco fiscal. O Banco Central e o Tesouro Nacional têm-se mostrado empenhados na busca por meios de diminuir a pressão sobre as condições de financiamento da dívida pública.
Entretanto, a trajetória das contas nacionais mantém os investidores desconfiados, o que tem levado o Tesouro a emitir títulos com prazos cada vez mais curtos com o objetivo de levantar recursos e financiar o déficit público. O problema é que, ao encurtar o prazo da dívida pública em um cenário de tamanha incerteza, a rolagem desse débito torna-se cada vez mais complicada.
Tal situação levou o ex-secretário do Tesouro, Mansueto Almeida, a advertir que o Brasil corre o risco ficar insolvente caso veja-se obrigado a subir os juros de curto prazo por conta de erros na política econômica.
Diante deste cenário, analistas veem a insistência do governo Jair Bolsonaro na criação de um novo programa de renda mínima apesar da falta de recursos para financiar algo tão abrangente como uma ameaça iminente à disciplina fiscal e ao teto de gastos.
Enquanto isso, os investidores preparam-se para a divulgação, às 9h, pelo IBGE, dos números referentes ao volume do setor de serviços em agosto.
Também está no radar a participação do diretor de Política Monetária do Banco Central, Bruno Serra, em live promovida pela Renascença DTVM e pela Panamby Capital sobre 'Implementação da Política Monetária frente à dinâmica recente dos mercados de Renda Fixa', prevista para começar às 11h.
Fundo do BTG listado na B3 reúne empresas brasileiras ligadas a setores como petróleo, mineração e agronegócio, oferecendo exposição diversificada ao ciclo de commodities
CEO destaca que Magalu teve lucro em ambiente de juros altos, enquanto analistas veem desempenho misto e pressão no e-commerce
Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais
O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas
Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100
A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano
GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis
Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos
Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro
Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar
Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?