O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
As notícias sobre uma possível vacina contra o coronavírus têm ajudado os mercados acionários globais desde o início da pandemia. Em um momento em que diversas regiões da Europa e Estados Unidos voltam a bater recordes de infectados e ter a necessidade de isolamento social - possivelmente comprometendo a recuperação econômica -, as novidades possuem ainda mais peso.
Ontem, a notícia de que a Pfizer conseguiu 90% de eficácia com a sua vacina experimental que está em testes finais ampliou o rali iniciado na semana passada, quando a perspectiva de uma vitória democrata nos Estados Unidos embalou os negócios. No entanto, a preocupação com a segunda onda do coronavírus limita os ganhos na Europa e faz os índices futuros em Wall Street operarem mistos.
No Brasil, os investidores seguem de olho na temporada de balanços corporativos e aguardam a participação do ministro Paulo Guedes em evento.
Assim como o restante dos índices globais, o Ibovespa teve uma segunda-feira de euforia. A bolsa brasileira retomou o patamar dos 103 mil pontos, que não era visto desde o dia 10 de agosto.
Com o mercado positivo e otimista com a possibilidade de vacina, o índice brasileiro avançou 2,57%, a 103.515 pontos. O setor de aviação - um dos maiores afetados pela crise do coronavírus - foi um dos grandes destaques positivos do pregão.
Enquanto o Ibovespa segue buscando patamares cada vez mais elevados, o dólar segue uma tendência mais volátil.
Leia Também
A moeda chegou a cair mais de 3%, a R$ 5,2252, mas o volume expressivo de compradores equilibrou a cotação e fez a divisa fechar o dia em baixa de apenas 0,04%, a R$ 5,3917.
A perspectiva de Joe Biden na Casa Branca deve enfraquecer o dólar em escala global. No entanto, o cenário fiscal brasileiro pressiona o câmbio e o mantém em patamares mais elevados.
A notícia da vacina empolgou, mas, após tantos dias de altas expressivas, os investidores controlam um pouco do entusiasmo, o que faz os principais índices acionários globais operarem mistos nesta manhã.
Durante a madrugada, as bolsas asiáticas aproveitaram o bom humor do mercado americano, mas o movimento foi insuficiente para que os negócios fechassem no azul na China. A desaceleração da inflação e o desempenho negativo das montadoras de carros elétricos puxou para baixo as bolsas do país.
Na Europa, os principais índices ainda mostram força para manter o movimento positivo, mas as preocupações com a segunda onda do coronavírus limitam os ganhos.
Nos Estados Unidos, Donald Trump ainda se recusa a conceder a vitória ao presidente eleito Joe Biden. Com Trump dificultando o início dos trabalhos da equipe de transição, os investidores adotam um tom mais cauteloso e menos eufórico, o que deixa os índices futuros operando com sinais mistos nesta manhã. A perspectiva de que o Federal Reserve volte a atuar apoiando a economia também injeta ânimo nos mercados.
No Brasil, as notícias envolvendo vacinas não são positivas. Ontem, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) paralisou o estudo clínico da CoronaVac, após um efeito adverso grave. A vacina, produzida em parceria com o Instituto Butantan, é a grande aposta do governador João Doria e motivo de atritos com o governo federal.
Além disso, o cenário fiscal brasileiro segue no radar. Ontem, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, voltou a indicar que é necessário que as reformas caminhem para que o Brasil não sofra ainda mais com os efeitos da crise e voltou a criticar a base do governo, que, segundo ele, trava as pautas de grande importância.
Além dos balanços corporativos, que seguem influenciando o mercado, a agenda brasileira ainda tem outros destaques. Estão previstos para hoje os resultados de Embraer, Carrefour, BR Distribuidora e Braskem.
Primeiro, a prévia do IGP-M de novembro (8h). Mais tarde, o ministro da Economia, Paulo Guedes participa de um painel sobre economias emergentes (11h).
Nos Estados Unidos, os investidores aguardam sinais de que o Fed deve estimular ainda mais a economia, com quatro dirigentes programados para discursarem ao longo do dia.
A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente
Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima
Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores
Em meio a transferências globais de capital, o principal índice da B3 renovou máximas históricas puxado pelo fluxo estrangeiro, dólar em queda e expectativa de juros mais baixos nos EUA
Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores
Em painel do evento Onde Investir em 2026, do Seu Dinheiro, grandes nomes do mercado analisam os cenários para o Ibovespa em 2026 e apontam as ações que podem se destacar mesmo em um ano marcado por eleições
Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores
O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA
A oferta é destinada exclusivamente a investidores profissionais e será realizada sob o regime de melhores esforços
Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório
Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico
De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário
Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam
As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira
Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa
Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias
Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas
No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia
A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos
O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real