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Exterior positivo pode influenciar o Ibovespa, enquanto investidores locais aguardam novos dados da atividade doméstica e decisão do Copom
A diminuição do ritmo de contaminação do coronavírus e a atuação do governo chinês para estancar a sangria do mercado financeiro local parecem surtir efeito. Com a pressão aliviada, os mercados começam a terça-feira revertendo as perdas dos últimos dias.
O número de infectados pelo coronavírus segue crescendo, mas aparentemente em um ritmo inferior ao apresentado nas últimas semans. São mais de 20 mnil casos registrados e mais de 420 mortes.
Em processo de recuperação das grandes perdas do dia anterior, as bolsas asiáticas fecharam em alta generalizada no começo da manhã.
O governo chinês, que já havia feito uma grande operação de US$ 173 bilhões no dia anterior, injetou mais US$ 71,2 bilhões no sistema bancário para manter a líquidez.
O alívio reflete também no velho continente, que inicia o dia de negociações no azul.
Em Nova York, o dia, que começa com os índices futuros no azul, deve ser pautado mais uma vez pela divulgação dos balanços corporativos do 4º trimestre e a expectativa pelo discurso de Donald Trump no Estado da União.
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Enquanto as bolsas asiáticas ainda patinam, o clima em Wall Street é de alívio. Ontem, as bolsas subiram em bloco em Nova York. O clima positivo no exterior ajudou o Ibovespa, que fechou com alta de 0,76%, aos 114.629,21 pontos.
O dólar também teve um dia de trégua e caiu 0,84%, indo a R$ 4,2492.
A Eletrobras foi um dos destaques do dia. A estatal reduziu suas perdas após ser citada como uma das prioridades do governo em documento enviado ao Congresso pelo presidente Jair Bolsonaro.
A lista, entregue ao Congresso pelo presidente Jair Bolsonaro, traz ainda outras 9 prioridades do governo.
Segundo o documento, a reforma tributária, pacote de Guedes e reforma administrativa são os principais objetivos do governo. A refoma administrativa não foi citada.
O Fundeb, prisão após segunda instância, novo marco legal do Saneamento, energia solar, medidas provisórias, mudanças na escolha de ministro do STF e o novo marco legal das PPPs completam a lista.
Amanhã é dia de decisão no Brasil. O Copom decide se irá manter a Selic no patamar atual ou renovar o piso histórico.
A maior parte das instituições prevê um novo corte, com a taxa básico indo a 4,25%.
Antes da decisão, um novo dado pode influenciar a decisão. Hoje, às 9h, sai o resultado da produção industrial de dezembro. A expectativa é que mais uma vez o número frustre a visão de retomada da economia, mas o número pode ser lido de uma forma positiva se demonstrar um recuo menos acentuado da produção.
O Partido Democrata deu oficialmente a largada ao processo de escolha de seu candidato. O estado de Iowa recebeu ontem a primeira etapa do processo, mas o resultado ainda não é conhecido.
Aparentemente o atraso na divulgação dos resultados se deve a um problema com um aplicativo de celular. O partido Democrata de Iowa descartou que a inconsistência do resultado tenha sido originado por hackers ou invasão.
No Brasil, hoje é dia de conhecer os números das vendas de veículos da Fenabrave (11h). Nos Estados Unidos, serão divulgados as encomendas Á indústria em dezembro (12h) e condições empresariais em Nova York.
No calendário de balanços o dia ainda reserva a divulgação da BP, ConocoPhillips, Disney e Ford.
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