O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Lá fora, os investidores retomam o movimento de realização dos lucros recentes, impulsionados pela retração da economia europeia
Enquanto a economia chinesa apresenta dados que empolgam os investidores, os números que chegam da Europa são decepcionantes e azedam o bom humor no mercado global.
Falando em números, hoje o grande destaque do dia no Brasil é o Produto Interno Bruto (PIB) do terceiro trimestre. Além disso, o mercado monitora a reunião da Opep+, que decide o futuro do petróleo, e dados da atividade dos Estados Unidos.
Ontem, o Ibovespa avançou 0,43%, aos 111.880 pontos, impulsionado pela alta das ações da Petrobras, que, por sua vez, subiu de olho na valorização do petróleo do tipo Brent. Já a Vale, que caiu após anunciar uma redução na sua projeção de produção, limitou o voo do índice.
O dólar interrompeu a sua sequência de queda e fechou o dia em leve alta de 0,3%, a R$ 5,2418.
A agenda do dia merece lugar privilegiado nesta quinta-feira (03).
No Brasil, iremos conhecer os números do Produto Interno Bruto (PIB) do terceiro trimestre de 2020, dado que deve indicar no caminho certo da recuperação econômia.
Leia Também
A expectativa é de que deve acontecer a maior expansão, na margem, da série histórica, após o tombo de 9,69% visto no trimestre anterior, ponto mais crítico da crise do coronavírus. Segundo o Projeções Broadcast, esse crescimento deve ser de 8,80%.
O número deve ser termômetro para as projeções dos economistas para os próximos meses. Vamos acompanhar tudo de pertinho aqui no Seu Dinheiro. Fique ligado!
O PIB (9h) é a estrela do dia, mas não é o único evento que merece atenção. O mercado aguarda a participação do ministro da Economia, Paulo Guedes, em evento do setor de construção e monitora as divulgações no exterior.
Nos Estados Unidos, além dos pedidos de auxílio-desemprego da última semana, temos também o índice que mede a atividade do setor de serviços (PMI) local e global (10h). O mercado de petróleo também deve ser influenciado pela reunião da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+).
Falando em números que podem mexer com o mercado, agora pela manhã tivemos uma bateria de divulgações de indicadores de atividade na Europa que não agradou os investidores.
O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) do Reino Unido, da zona do euro e da Alemanha recuaram, levando o continente de volta à zona de contração, ou seja, os setores industurial e de serviços voltaram a sofrer com as medidas mais rígidas para conter a segunda onda do coronavírus.
O movimento dos últimos dias já indicava uma tendência de realização dos lucros recentes e, após os dados desanimadores, o movimento deve continuar. As bolsas europeias aceleraram a queda após a divulgação dos números.
Enquanto isso, na China, os investidores celebram o maior PMI composto em uma década. o índice foi de 55,7 em outubro para 57,5 em novembro. O dado impulsionou os negócios na região, mas as principais praças fecharam mistas, também na esteira de um movimento de realização de lucros.
Nos Estados Unidos, os investidores monitoram os primeiros passos de Joe Biden na Casa Branca. O presidente eleito prometeu aprovar um novo pacote de estímulos, aumento da carga tributária dos mais ricos e disse também que não deve retirar as tarifas aplicadas à China pelo governo Trump. Os índices futuros em Wall Street operam mistos.
O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados
O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor
Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável
Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA
Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas
Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público
Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%
A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira
Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa
Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais
Na avaliação de Ulrike Hoffmann e Arend Kapteyn, mesmo com incertezas fiscais, ações brasileiras seguem atraentes no cenário global
As ações que compõem o Ibovespa são bastante buscadas, já que muitas compras ocorrem por meio do próprio índice ou ETF do índice
Investir nesse tipo de ativo não é óbvio e exige um olhar atento às características específicas de cada metal; o Seu Dinheiro te dá o passo a passo, conta os riscos e vantagens desse tipo de investimento
Relatório do Santander destaca ações fora do consenso e aponta onde o mercado pode estar errando na precificação
Evento do Seu Dinheiro traz estratégias para investir em ações, FIIs, criptoativos, renda fixa e ativos internacionais neste ano
Nesta semana, o Ibovespa superou os 180 mil pontos pela primeira vez. Entenda o que esteve por trás da performance positiva da bolsa nos últimos dias
No evento Onde Investir 2026, do Seu Dinheiro, Marcelo Bolzan, da The Hill Capital, fala o segredo para surfar um ano de corte de juros em 2026 e proteger sua carteira de riscos desnecessários
Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 8,53%; já o dólar à vista perdeu 1,61% nos últimos cinco dias
A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente
Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima