O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Nem mesmo os resultados mais fracos da produção industrial no país são capazes de desanimar os investidores nesta manhã
O Ibovespa opera em alta nesta terça-feira (4), aproveitando o bom humor visto nos mercados externos. E nem mesmo os resultados mais fracos da produção industrial no país são capazes de desanimar os investidores.
Por volta de 17h00, o Ibovespa avançava 0,83%, aos 115.583,21 pontos, após tocar os 116.555,61 pontos na máxima (+1,68%). Por mais que o tom ainda seja bastante positivo, o mercado brasileiro fica para trás em relação às bolsas americanas, que sobem cerca de 2% hoje.
O mercado de câmbio teve momentos tranquilos no início da sessão, mas não conseguiu sustentar a calmaria: mais cedo, o dólar à vista chegou a cair 0,58%, a R$ 4,2246, mas acabou fechando em alta de 0,21%, a R$ 4,2583.
Os investidores mostram-se mais dispostos a assumir riscos na bolsa nesta terça-feira, em meio à estabilização das bolsas da China e à percepção de que o ritmo de disseminação do coronavírus tem diminuído.
Os mercados acionários chineses tiveram uma sessão menos agitada hoje e fecharam em alta, após recuarem cerca de 8% na segunda-feira. A atuação do governo de Pequim para evitar maiores turbulências, injetando recursos para garantir liquidez às negociações, foram bem vistas pelos agentes financeiros globais.
Quanto ao coronavirus, por mais que o número de infectados e mortos continue subindo, há a percepção de que o ritmo de disseminação da doença tem ficado mais lento, o que afasta parcialmente as preocupações quanto a uma possível pandemia.
Leia Também
Os dados mais atualizados dão conta de 427 mortos e pouco mais de 20 mil pessoas infectadas no mundo — um crescimento relativamente pequeno em relação aos 370 óbitos confirmados até ontem.
Por aqui, a agenda de dados econômicos é repercutida pelos investidores e inspira alguma cautela quanto ao ritmo de recuperação da atividade doméstica. Nesta manhã, foi reportada a queda de 1,1% na produção industrial do país em 2019 – em dezembro, o indicador recuou 0,7% em relação ao mês anterior.
O resultado de dezembro ficou ligeiramente abaixo das expectativas do mercado e eleva a leitura de que a economia brasileira ainda está patinando, sem forças para engatar uma recuperação mais firme.
Essa percepção, no entanto, fortaleceu as apostas num corte de 0,25 ponto na Selic, de modo a estimular a economia — o Copom divulga amanhã, após o fechamento dos mercados, a nova taxa de juros do país. E, nesse cenário, os DIs fecharam em queda nesta terça-feira.
Veja abaixo como ficaram as curvas mais líquidas nesta terça-feira:
O alívio visto na China também mexeu com o mercado de commodities: o minério de ferro negociado em Qingdao — cotação que serve como referência para os investidores — subiu 4,21%, recuperando boa parte das perdas da sessão anterior.
O petróleo exibe um tom igualmente positivo: o Brent para abril fechou em alta de 0,90%, enquanto o WTI para março avançou 1%. E, considerando esse ambiente mais benéfico, as ações de empresas exportadoras de commodities ganham força no Ibovespa.
É o caso dos papéis da Petrobras, tanto os ONs (PETR3) quanto os PNs (PETR4), que sobem 2,60% e 2,06%, respectivamente. No setor de mineração e siderurgia, Vale ON (VALE3) avança 2,89%, CSN ON (CSNA3) tem alta de 2,30%, Gerdau PN (GGBR4) exibe ganhos de 3,84% e Usiminas PNA (USIM5) valoriza 1,44%.
Outro destaque positivo da sessão é Gol PN (GOLL4), subindo 3,35%. Mais cedo, a empresa brasileira anunciou um acordo de compartilhamento de voos com a American Airlines.
Veja abaixo os cinco papéis de melhor desempenho do Ibovespa no momento:
Confira também as maiores quedas do índice:
CEO destaca que Magalu teve lucro em ambiente de juros altos, enquanto analistas veem desempenho misto e pressão no e-commerce
Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais
O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas
Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100
A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano
GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis
Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos
Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro
Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar
Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora