🔴 TRÊS AÇÕES LIGADAS À IA PODEM DOBRAR NOS PRÓXIMOS MESES – CONHEÇA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

Mudança de rumo

Ibovespa reduz perdas e dólar se afasta das máximas após Fed anunciar compra de títulos corporativos

O BC americano anunciou há pouco que passará a comprar títulos corporativos — uma ferramenta para dar ainda mais suporte à economia do país. A novidade melhorou o humor dos mercados e deu ânimo ao Ibovespa, que chegou a cair quase 3% mais cedo

Selo Mercados AGORA Ibovespa dólar
Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

A semana começou bastante ruim para os ativos domésticos: durante a manhã desta segunda-feira (15), o Ibovespa chegou a recuar perto de 3% e o dólar à vista disparou para além dos R$ 5,20, em meio à cautela externa e doméstica. Só que uma notícia vinda dos EUA nesta tarde provocou uma reviravolta nos mercados.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Há pouco, o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) anunciou que começará a comprar títulos corporativos, de maneira "ampla e diversa" — uma iniciativa para dar suporte às empresas e injetar recursos na economia do país. E a novidade animou os investidores.

Por volta de 16h30, o Ibovespa operava em queda de 0,44%, aos 92.390,66 pontos, após tocar brevemente o campo positivo — nos EUA, o S&P 500 (+0,21%) e o Nasdaq (+0,94%) se firmaram em alta. No câmbio, o dólar à vista subia "apenas" 2,19%, a R$ 5,1532.

  • Eu gravei um vídeo para falar um pouco da dinâmica dos mercados na primeira metade desta sessão de segunda-feira — ou seja, antes do anúncio do Fed, quando a cautela era bem mais intensa. Veja abaixo:

Em sua decisão de juros, o Fed reforçou que não via a adoção de taxas negativas como adequada, mas disse estar disposto a usar "todas as ferramentas" para dar suporte à economia. Na ocasião, não ficou claro quais seriam esses instrumentos — e o anúncio de hoje parece fazer menção ao recado dado na semana passada.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A novidade, assim, foi capaz de neutralizar a forte cautela vista durante a manhã, quando temores quanto a uma segunda onda do coronavírus na Ásia e nos EUA empurraram os mercados acionários globais ao campo negativo.

Leia Também

Conteúdo Empiricus

Enquanto muitos investidores focam nos dividendos, este mercado bilionário bate recordes de crescimento na B3 em 2026

DE OLHO NO GRINGO

Um fundo imobiliário, duas versões: o que falta para os FIIs ‘falarem a língua’ do investidor estrangeiro?

Afinal, um eventual avanço da Covid-19, se confirmado, tende a atrasar o processo de recuperação econômica do mundo. China, Europa e EUA já estão relaxando as regras de isolamento, em maior ou menor grau, e uma nova onda da Covid-19 poderia causar retrocessos nesse movimento.

Deixando o governo

Por aqui, os agentes financeiros domésticos precisam lidar com um novo foco de preocupação: a saída de Mansueto Almeida do cargo de secretário do Tesouro Nacional — ele deve deixar o posto até agosto, ajudando no processo de transição para um sucessor ainda a ser definido.

Mansueto é bastante respeitado pelo mercado e tido como um dos pilares dos ajustes econômicos que vêm sendo conduzidos nos últimos anos no país — e, considerando isso, sua saída é vista como um mal sinal em relação ao futuro das reformas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Esse aumento na percepção de que os ajustes econômicos tendem a ser deixados de lado sem o secretário do Tesouro eleva a aversão ao risco por parte dos investidores, por mais que o próprio Mansueto tenha destacado que o ministro Paulo Guedes é o grande fiador das reformas — e essa leitura é comprovada pelo tom negativo visto nos ativos domésticos hoje.

[captacao]

Alívio nos juros

Durante a manhã, o mercado de juros futuros mostrou-se mais estressado, reagindo ao ambiente mais cauteloso em termos domésticos e externos. No entanto, a novidade do Fed provocou uma onda de alívio nos ativos globais — o que ecoou especialmente sobre os DIs curtos.

Os vencimentos de menor prazo também ficam de olho na decisão do Copom, na próxima quarta-feira (17), e na expectativa de corte de 0,75 ponto na Selic:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • Janeiro/2021: de 2,15% para 2,13%;
  • Janeiro/2022: de 3,06% para 3,05%;
  • Janeiro/2023: de 4,12% para 4,15%;
  • Janeiro/2025: de 5,66% para 5,72%.

Cielo dispara

No front corporativo, destaque para as ações ON da Cielo (CIEL3), em forte alta de 22,09%, a R$ 5,14. Mais cedo, o Facebook anunciou que começará a viabilizar transações de pagamento via WhatsApp no Brasil, tendo fechado parceria com a Cielo para o serviço.

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10112015382953041&set=a.612287952871&type=1&theater

Tirando a Cielo, são poucas as ações do Ibovespa que conseguem sustentar ganhos mais expressivos neste momento:

CÓDIGONOMEPREÇO (R$)VARIAÇÃO
CIEL3Cielo ON5,14 +22,09%
VVAR3Via Varejo ON15,65 +6,90%
GOLL4Gol PN19,61 +5,77%
CYRE3Cyrela ON21,13 +3,88%
MRVE3MRV ON16,95 +3,67%

Veja também as maiores baixas do índice no momento:

CÓDIGONOMEPREÇO (R$)VARIAÇÃO
IRBR3IRB ON11,02 -4,09%
VIVT4Telefônica Brasil PN48,78 -2,11%
BRML3BR Malls ON10,59 -1,85%
CSNA3CSN ON10,67 -1,84%
EMBR3Embraer ON8,66 -1,81%
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Ibovespa, bolsa, dólar 26 de outubro de 2026 - 12:29
Touro da B3 triste 26 de outubro de 2026 - 12:10
26 de outubro de 2026 - 10:48
Imagem com a bandeira do Brasil ao fundo e um gráfico vermelho com números e uma seta apontando para baixo representando a queda do ibovespa 25 de outubro de 2026 - 22:48
Tela do Meu INSS com opção de acesso pela conta gov.br 25 de outubro de 2026 - 11:00
Montagem que traz Lula do lado esquerdo. No centro, Bruno Di Giacomo, sócio fundador e CEO da Nero Capital. Do lado direito, Flávio Bolsonaro. No pé da imagem, a pergunta: Pós-eleições: oportunidades à vista? 23 de outubro de 2026 - 18:56
Montagem com um fundo de gráfico de ações e a bandeira do Brasil dentro de uma lupa, gestores, ações, fundos 23 de outubro de 2026 - 17:53
imóveis 23 de outubro de 2026 - 14:28
Lojas Quero-Quero (LJQQ3) 23 de outubro de 2026 - 13:13
Imagem criada por IA traz a bandeira do Brasil de fundo e um gráfico de ações em alta 22 de outubro de 2026 - 19:45
Imagem de uma tela de computador com o Facebook aberto e símbolo da Meta no canto inferior direito 22 de outubro de 2026 - 14:32
Montagem traz uma imagem de gráfico de ações ao fundo e uma urna eletrônica no centro eleições 2026; 1º turno 22 de outubro de 2026 - 11:00
Homem, casas e cifrão, representando investimento em imóveis 21 de outubro de 2026 - 15:30
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar