🔴 TOUROS E URSOS: PETRÓLEO EM DISPUTA: VENEZUELA, IRÃ E OS RISCOS PARA A PETROBRAS – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Felipe Saturnino

Felipe Saturnino

Graduado em Jornalismo pela USP, passou pelas redações de Bloomberg e Estadão.

mercados hoje

Ibovespa segue bolsas em Nova York e aumenta queda; dólar sobe forte

Índice sofre realização de lucros; juros flutuam sem direção definida em dia de Copom

Felipe Saturnino
Felipe Saturnino
9 de dezembro de 2020
11:12 - atualizado às 16:21
Ibovespa mercados em queda
Imagem: Shutterstock

O Ibovespa opera em queda nesta quarta-feira (9), puxado pela virada dos índices em Nova York, enquanto, na Europa, os principais índices acionários à vista registraram ganhos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nos Estados Unidos, os investidores, de olho no desenrolar do pacote de estímulos fiscais de US$ 910 bilhões, voltaram a comprar papéis da "velha economia", o que levou, mais cedo, os índices à vista S&P 500 e Dow Jones às máximas históricas. O índice de ações de tecnologia Nasdaq também chegou a marcar alta, mas agora as bolsas por lá têm quedas firmes, de no mínimo 0,5%.

Os investidores avaliam que a tendência é de que o Congresso do país aprove um novo pacote de alívio contra o coronavírus para impulsionar a recuperação econômica, na medida em que o aumento das infecções impõe novas medidas de isolamento social e impacta a atividade.

O governo Trump propôs um pacote de US$ 916 bilhões ontem, depois que os democratas rejeitaram uma tentativa do líder da maioria no Senado, Mitch McConnell, de estreitar o escopo do projeto. No entanto, ainda não há um acerto oficial.

No velho mundo, o CAC 40, em Paris, foi o único que fechou em baixa, enquanto FTSE 100 e DAX avançaram. Por lá, os investidores estão cautelosamente otimistas de que o Reino Unido e a União Europeia podem fechar um acordo comercial em breve.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O premiê britânico, Boris Johnson, deve conversar com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, durante um jantar em Bruxelas.

Leia Também

Por aqui, por volta das 16h20, o principal índice da bolsa brasileira tem queda de 0,8%, cotado aos 112.850 pontos, caminhando para a maior baixa desde 30 de novembro sob pressão das baixas de ações do Magazine Luiza, um movimento de realização após os fortes ganhos de ontem do papel, e de exportadoras como Suzano, JBS, BRF.

Vale ON também recua, apesar do aumento dos ganhos do minério de ferro negociado no porto de Qingdao, na China, em outro fluxo vendedor causado por realização de lucros de investidores — no mês, a ação sobe 6%.

Gigante estatal, ações da Petrobras passaram a subir acompanhando o petróleo no mercado internacional.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na mínima, o Ibovespa caiu 1,1%, para 112.587,92 pontos. Na máxima, subiu meros 0,2%, aos 114.020,40 pontos.

"A bolsa teve um processo de forte alta recentemente e, agora, deve se lateralizar nessa faixa atual", diz Leonardo Peggau, sócio e superintendente de operações da BlueTrade, dizendo que a queda é uma correção natural.

O noticiário doméstico também traz declarações do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, que afirmou que, dependendo de como operar, o governo irá aumentar a sua oposição de 130 para 230 deputados.

Além disso, Maia disse que, sem a PEC Emergencial votada, não há como o governo aprovar o Orçamento de 2021. O deputado falou ainda que se compromete a convocar sessões para apreciar o Orçamento em janeiro se a PEC for aprovada.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Dólar vira, juros longos sobem

O dólar, por sua vez, agora marca uma nova alta frente ao real. A moeda sobe 1,3%, cotada a R$ 5,1479 — o dólar virou frente a pares do real brasileiro como peso mexicano e rand sul-africano.

No exterior, o dólar reverteu a leve fraqueza de mais cedo frente a rivais fortes.

O Dollar Index (DXY), que compara o dólar a uma cesta de divisas fortes tais como euro, libra e iene, agora avança 0,2%, para 91,15, em meio à piora na tomada de risco manifestada pela queda das bolsas em Wall Street.

Do ponto de vista local, o ministro da Economia, Paulo Guedes, reforçou hoje cedo que o governo está comprometido em não transgredir a meta e que o auxílio emergencial não deve ser prorrogado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Folha de São Paulo relata, no entanto, que reservadamente técnicos da Economia admitem a extensão do estado calamidade e Orçamento de Guerra em meio à 2ª onda da covid-19 para elevar os gastos públicos.

Os juros futuros dos depósitos interbancários têm uma sessão de alta, mais intensa nas taxas de prazos mais longos, marcando desempenhos mistos à espera do Copom que deve manter a taxa básica parada na mínima histórica pela terceira vez consecutiva, aos 2% ao ano.

Os movimentos são de variações positivas de 6 a 10 pontos-base (0,06 a 0,1 ponto percentual) nos juros para janeiro/2023 e janeiro/2025. Veja a expectativa de economistas e do mercado para o Copom na matéria do Kaype Abreu.

Confira também as taxas dos principais vencimentos agora:

  • Janeiro/2021: de 1,908% para 1,914%
  • Janeiro/2022: de 3,04% para 3,05%
  • Janeiro/2023: de 4,40% para 4,46%
  • Janeiro/2025: de 6,03% para 6,13%

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
PERSPECTIVAS PARA O ANO

FIIs de galpões logísticos têm rentabilidade de quase 30% em 2025, mas o que vem depois da alta? Veja o que esperar para o setor em 2026 

12 de janeiro de 2026 - 6:04

Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX

MERCADOS

De olho na carteira: confira o que promete sacudir o Ibovespa, as bolsas lá fora e o dólar na semana 

11 de janeiro de 2026 - 13:00

Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana

INVESTIDORES EM ALERTA

Irã na berlinda: como um novo conflito com Israel e EUA pode mexer com o preço do petróleo, com as ações e com a bolsa

11 de janeiro de 2026 - 11:55

Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso

DESTAQUES DA BOLSA

Cogna (COGN3) fez bem a lição de casa: ação é a maior alta do Ibovespa na semana e C&A (CEAB3) é a que mais caiu. Veja destaques

10 de janeiro de 2026 - 17:03

A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo

DISPAROU

Azul (AZUL54) sobe 200%: o que explica a ação ter triplicado na bolsa em um dia?

9 de janeiro de 2026 - 18:15

Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia

POR QUE É TÃO RUIM?

Maior queda do Ibovespa: saída de CFO do Pão de Açúcar (PCAR3) deixa CEO novato com “bombas” na mão

9 de janeiro de 2026 - 17:21

A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista

SUBINDO NA BOLSA

Alívio para Minerva (BEEF3): Sinal verde para acordo entre UE e Mercosul abre portas depois de a China cortar asinhas do Brasil

9 de janeiro de 2026 - 12:49

Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo

UM PORTO-SEGURO NA BOLSA?

Banco revela um dos setores mais promissores da bolsa em 2026; descubra as ações preferidas dos analistas

8 de janeiro de 2026 - 19:02

Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial

NO CORAÇÃO DO BRASIL

Fundo imobiliário anuncia compra bilionária em um dos maiores empreendimentos do país

8 de janeiro de 2026 - 10:13

O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”

EM BUSCA DE CAPITAL

PicPay, Agibank e Abra querem IPO nos EUA. Por que Wall Street está mais atraente para abrir capital do que o mercado brasileiro?

7 de janeiro de 2026 - 6:16

Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos

GIGANTE VERDE

SNEL11 se torna o maior FII de energia renovável da B3 após captar mais de R$ 620 milhões; entenda a operação

6 de janeiro de 2026 - 13:00

A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros

FII DO MÊS

BTLG11 (de novo) no topo: FII de galpões logísticos volta a ser o favorito em janeiro com expectativa de corte de juros; veja o ranking completo

6 de janeiro de 2026 - 6:07

Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro

FRIGORÍFICOS

Minerva (BEEF3): existe um atalho para escapar das tarifas chinesas, mas o buraco é mais embaixo. O que esperar?

5 de janeiro de 2026 - 17:35

Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata

DE OLHO NA SEGURANÇA

Nem Petrobras (PETR4) nem PRIO: veja qual ação brasileira está em alta após invasão da Venezuela pelos EUA

5 de janeiro de 2026 - 17:29

Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento

VAI CAIR?

Com invasão dos EUA na Venezuela, como fica o preço do petróleo e o que pode acontecer com a Petrobras (PETR3) e junior oils

5 de janeiro de 2026 - 16:09

Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda

HORA DE BOTAR A MÃO NA MASSA?

Pão de Açúcar (PCAR3) tem novo CEO depois de meses com cargo ‘vago’. Ele vai lidar com o elefante na sala?

5 de janeiro de 2026 - 11:15

Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões

AÇÃO DO MÊS

Nem banco, nem elétrica: ação favorita para janeiro de 2026 vem do canteiro de obras e está sendo negociada com desconto

5 de janeiro de 2026 - 6:03

Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro

QUEDA FORTE NA BOLSA

Ação da Azul (AZUL54) em queda livre: por que os papéis estão sendo dizimados na bolsa, com perdas de 50% só hoje (2)?

2 de janeiro de 2026 - 17:31

Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas

R$ 1,2 BILHÃO

Dasa (DASA3): vender ativos por metade do preço pago foi um bom negócio? Analistas respondem

2 de janeiro de 2026 - 15:19

Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante

COMEÇOU MAL

Minerva (BEEF3) e MBRF (MBRF3) caem forte com tarifas da China sobre a carne bovina brasileira

2 de janeiro de 2026 - 14:47

País asiático impôs uma tarifa de 55% às importações que excederem a cota do Brasil, de 1,1 milhão de toneladas

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar