O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A queda de juros no Brasil, com o país alcançando agora o marco do juro real zero, tornou muito mais difícil a busca por investimentos com mais retorno, o que vem mudando a dinâmica do mercado
Em dezembro do ano passado, milhares de investidores brasileiros fizeram, pela primeira vez, uma aplicação no exterior. A intenção, contudo, não era diversificação, mas sim participar da oferta inicial de ações da XP Investimentos, que decidiu abrir seu capital fora do Brasil, na Bolsa americana Nasdaq.
A corretora Avenue Securities, criada para facilitar o investimento direto do brasileiro na Bolsa americana, registrou naquele mês a abertura de 11 mil contas - o melhor período até ali. Em maio, já durante a pandemia da covid-19, um novo recorde: 24 mil novos clientes.
Mesmo com o salto do dólar corroendo o valor da moeda brasileira neste ano, o que afeta a rentabilidade futura do investimento no exterior, o investidor brasileiro começou a diversificar sua carteira com opções fora do País, o que antes era concentrado em grandes investidores. Na Avenue, são hoje 100 mil contas abertas.
O número de cotistas de fundos com classificação de "investimento no exterior", conforme dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), ainda é tímido: cerca de 88 mil em março, 10 mil a mais do que no início do ano passado.
No País, os fundos que investem nos chamados BDRs (Brazilian Depositary Receipts, que são os recibos de ações negociados no Brasil com lastro em valores mobiliários emitidos por companhias estrangeiras) podem ser hoje apenas adquiridos por investidores qualificados, que são aqueles com mais de R$ 1 milhão investidos.
No entanto, o assunto está na mesa da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que caminha para alterar a regulação e liberar a compra desses papéis por investidores do varejo.
Leia Também
O estrategista-chefe da Avenue, William Alves, comenta que os investimentos no exterior sempre fizeram parte dos portfólios de grandes investidores, mas era algo não acessível ao varejo, grupo de investidores que vem crescendo no Brasil em tempos de juros baixos.
"Agora, o que mudou, foi a pessoa física querendo também ter acesso ao exterior diante da queda de juros."
A queda de juros no Brasil, com o País alcançando agora o marco do juro real zero, tornou muito mais difícil a busca por investimentos com mais retorno, o que vem mudando a dinâmica do mercado brasileiro, com poupadores revisando seus portfólios - muitas vezes pouco diversificados e com muita exposição à renda fixa, especialmente em títulos do governo.
Para aqueles que preferem investir por meio de fundos no Brasil que investem no exterior, o número de opções está crescendo. A Vitreo, por exemplo, lançou um fundo de BDRs de empresas de tecnologia, como as gigantes americanas Amazon, Netflix, Facebook, Microsoft, Google. Na primeira semana, a captação foi de R$ 20 milhões, de 1,6 mil pessoas físicas.
"Para diversificar, precisa ter um pé lá fora e as pessoas estão acordando para isso", afirma o fundador e presidente da Vitreo, Patrick O'Grady.
Na Warren, os fundos de investimento no exterior foram um dos que mais cresceram em maio, na esteira da busca dos investidores por ativos no exterior. "Diversificando no exterior, você mitiga o risco do País", afirma o analista de renda variável da corretora, Igor Cavaca.
CEO destaca que Magalu teve lucro em ambiente de juros altos, enquanto analistas veem desempenho misto e pressão no e-commerce
Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais
O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas
Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100
A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano
GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis
Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos
Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro
Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar
Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora