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Julia Wiltgen
Julia Wiltgen
Jornalista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com pós-graduação em Finanças Corporativas e Investment Banking pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Trabalhou com produção de reportagem na TV Globo e foi editora de finanças pessoais de Exame.com, na Editora Abril.
Vídeo

Os custos que você deve evitar de qualquer maneira na hora de investir

Muitas instituições financeiras querem te cobrar essas taxas, mas você pode fugir delas! Neste vídeo, eu te conto como

Julia Wiltgen
Julia Wiltgen
17 de maio de 2019
5:30 - atualizado às 19:18

Manter os custos baixos na hora de investir é fundamental para ter um bom desempenho no longo prazo. Afinal, em tempos de retornos mais minguados, são os investimentos com menor custo-benefício que vão ter perdas menores ou ganhos maiores.

Existem algumas taxas cobradas sobre investimentos que são perfeitamente evitáveis pelo investidor pessoa física, e no vídeo a seguir eu listo aquelas que você não deveria pagar de jeito nenhum:

Veja a transcrição do vídeo sobre os custos que você deve evitar ao investir

De todos os fatores que você pode controlar ao investir, retorno certamente não é um deles. Mas tem um que é bem fácil: custo. E quanto menores os custos das suas aplicações financeiras, menos a sua rentabilidade é sacrificada. Por outro lado, custos altos podem comer até mesmo retornos formidáveis. Aí não tem produto ou gestor que faça milagre! Nesse vídeo eu vou falar sobre os custos que você deve evitar de qualquer maneira na hora de investir.

Primeiro, taxa de administração pra investir no Tesouro Direto. Hoje em dia é fácil evitar essa taxa, ainda cobrada por algumas corretoras. Mas várias dessas instituições financeiras, inclusive os grandes bancos, já zeraram as suas taxas para investir no programa. Assim, o investidor só paga a taxa de custódia obrigatória de 0,25% ao ano.

Em segundo lugar, taxa de administração alta em fundo muito conservador ou passivo. Fundo de baixo risco que tem retorno colado ao CDI não pode ser caro. Em tempos de Selic baixa, acho que 0,3% ao ano é uma espécie de limite, e mesmo assim já tem fundo desse tipo que nem taxa cobra. Então aqueles fundos DI que cobram dois, três, quatro por cento de taxa de administração são completamente fora de questão!

Para fundos de ações passivos, vale o mesmo raciocínio. Se o fundo se limita a replicar o desempenho de um índice de ações e cobra caro por isso, fique longe. Para isso, melhor comprar um ETF na bolsa. Esses fundos negociados em bolsa seguem, com grande aderência, índices como o Ibovespa e os IBr-X, e as suas taxas são inferiores 1% ao ano. Mesmo fora da bolsa já existe fundo passivo de ações que cobra até menos que os ETFs equivalentes.

Terceiro, taxa de carregamento em plano de previdência privada. Muitos planos ainda cobram essa taxa, seja na hora da aplicação, do resgate, nas duas situações ou então na portabilidade. Ela é descontada diretamente do valor que você investiu, mas nunca dos rendimentos.

De qualquer maneira, ela reduz o retorno do plano. Hoje em dia, não tem mais por que você se submeter a isso. Não faltam planos de previdência de grandes seguradoras, distribuídos em plataformas de investimento e que não cobram carregamento. Fuja dessa taxa de qualquer maneira!

Quarto, taxa de custódia para investir na bolsa. Muitas corretoras já isentam os clientes de taxa de custódia para investimentos em renda variável, como ações e fundos imobiliários. Ou então oferecem a isenção para um ou outro ativo, dependendo do perfil do investidor. Evitar esse custo é fundamental para quem investe para o longo prazo ou para geração de renda, porque a taxa de custódia é cobrada mensalmente enquanto você permanecer no investimento. Então, se você for investir em bolsa, lembre-se de pesquisar corretoras que não cobrem essa taxa.

Por fim, existem custos que não são exatamente o fim do mundo, e nem sempre dá pra fugir deles. Mas em certos casos, eles são evitáveis. Eu estou falando do imposto de renda e do IOF, o imposto sobre operações financeiras.

O IOF é cobrado sobre o retorno de diversas aplicações financeiras quando o resgate ou a venda ocorre num prazo inferior a 30 dias de investimento. A menos que se trate de uma aplicação para fluxo de caixa ou reserva de emergência, é bom evitar esse tipo de movimentação de curtíssimo prazo, pois o custo com esse tributo é bem salgado.

Já no caso do imposto de renda, existem diversos casos de isenção: de aplicações de renda fixa, como LCI, LCA e debêntures incentivadas, ao rendimento com fundos imobiliários e o lucro com ações e imóveis em certas situações, que eu já abordei aqui nesse vídeo.

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