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2019-06-21T11:15:00-03:00
Vinícius Pinheiro
Vinícius Pinheiro
Diretor de redação do Seu Dinheiro. Formado em jornalismo, com MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela FIA, trabalhou nas principais publicações de economia do país, como Valor Econômico, Agência Estado e Gazeta Mercantil. É autor dos romances O Roteirista, Abandonado e Os Jogadores
Ações sob pressão

Smiles volta a cair na bolsa depois do anúncio de que a Gol quer reajustar preços das passagens

Após fracasso do acordo para incorporação do programa de fidelidade, clientes do Smiles terão de usar mais pontos para trocar por passagens aéreas da Gol se reajuste for aprovado

21 de junho de 2019
11:15
Avião da Gol pintado com o logo do Smiles
Avião da Gol pintado com o logo do Smiles - Imagem: Divulgação

A vida não está nada fácil para o Smiles, o programa de fidelidade da Gol. A empresa anunciou que a companhia aérea pretende reajustar extraordinariamente os preços dentro do contrato firmado com o programa de milhagem para a compra de passagens.

Isso significa que os clientes do Smiles terão de usar mais pontos para trocar por passagens aéreas da Gol. Lembrando que a compra dos bilhetes em condições favoráveis é justamente um dos grandes trunfos do programa de fidelidade, que tem ações listadas na B3. O reajuste ainda precisa ser aprovado por um comitê independente e pelo conselho de administração do Smiles.

Não por acaso, o anúncio coloca mais pressão sobre as ações (SMLE3), que eram negociadas em queda de 3,30% por volta das 10h50 de hoje. No mesmo horário, os papéis da Gol (GOLL4) recuavam 1,10%. Confira também nossa cobertura completa de mercados.

As ações do Smiles já haviam fechado em forte queda na quarta-feira, depois que as negociações com a Gol para a (re)incorporação da empresa fracassaram. A empresa aérea também informou que não pretende renovar o contrato que estabelece as condições para a compra de passagens.

A Gol detém 52,6% do capital do Smiles e anunciou no ano passado a intenção de fechar o capital da empresa. Mas em vez de pagar os minoritários em dinheiro, como a Latam fez com a Multiplus, ofereceu suas próprias ações em troca, em uma reorganização societária.

O problema é que a Gol acabou não chegando a um acordo com o comitê independente criado para avaliar as condições oferecidas pela empresa.

A aposta do mercado agora é que a companhia aérea voltará à carga para tentar incorporar o Smiles. E provavelmente em condições desfavoráveis aos minoritários do programa de fidelidade.

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