Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Bruna Furlani

Bruna Furlani

Jornalista formada pela Universidade de Brasília (UnB). Fez curso de jornalismo econômico oferecido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Tem passagem pelas editorias de economia, política e negócios de veículos como O Estado de S.Paulo, SBT e Correio Braziliense.

Boas oportunidades

É hora de ir às compras (literalmente)? Ações de shoppings estão entre as apostas de analistas e gestores

Entre as queridinhas do setor estão as ações da Iguatemi, brMalls e Aliansce Sonae, que possuem a maior quantidade de recomendações de compra, segundo os analistas ouvidos pela Bloomberg

Bruna Furlani
Bruna Furlani
1 de setembro de 2019
5:52 - atualizado às 10:57
Imagem: Shutterstock

Quem nasceu ali nos anos 80 e 90 em Brasília conheceu bem de perto o tal do parque "Divertilândia", que ficava em um shopping bastante conhecido da capital. Com estilo parecido a um parque de diversões com várias máquinas de fliperama, simuladores e bate-bate, ele era uma das minhas principais alegrias ao perambular pelos corredores do espaçoso lugar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Depois de um tempo o "Divertilância" acabou morrendo e no seu lugar surgiu o "Hot Zone" que está lá até hoje. Em seguida, vieram outros empreendimentos para tornar a experiência do shopping cada vez mais completa. Exposições importantes como a do "Corpo" que rodou o Brasil alguns anos atrás, shows no meio da praça central, um cinema mais premium com poltrona que deita, entre outras coisas.

Ao contrário do que apostou muita gente, nem mesmo o desenvolvimento do comércio eletrônico fez com que os shoppings desaparecessem. Eu mesma continuo uma fã. Mas não é só em termos de oferta de serviços que os shoppings vêm chamando a atenção. Os analistas e gestores estão de olho no potencial que esse segmento pode voltar a ter.

Deixado de lado

As ações de shoppings passaram um tempo sem receber muita atenção, especialmente porque, no período pré-recessão, os shoppings estavam protegidos pela inflação e quando veio a crise tudo isso mudou.

Quem explica é André Vainer, sócio-fundador e CIO da Athena Capital, que escreveu uma carta semestral falando unicamente sobre o tema. Hoje, as principais posições da gestora estão no segmento, com papéis como Aliansce Sonae (código ALSO3) e Jereissati Participações (código JPSA3).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo o especialista, com a crise os estabelecimentos tiveram que renegociar os contratos para abaixo da inflação, o que acabou criando uma distorção na avaliação de quanto verdadeiramente valiam as empresas, o chamado valuation.

Leia Também

"Agora, esperamos um crescimento acima da inflação. Não há mais oferta em excesso. O poder de barganha para negociar com os lojistas é maior com os juros mais baixos. Além disso, o nível de alavancagem está no menor patamar dos últimos cinco anos, o que permite um crescimento mais saudável das companhias", destaca Vainer.

Outro ponto interessante é que por aqui os shoppings ainda são muito fortes. O gestor pondera que, ao contrário dos Estados Unidos, aqui eles estão localizados nos grandes centros urbanos e possuem um público que não tem como foco unicamente o consumo, mas enxergam também no shopping uma opção de lazer e entretenimento. A situação é bem diferente da que vivem os norte-americanos.

As queridinhas dos analistas

Ao analisar as ações das companhias com base nas recomendações de compra, manutenção ou venda dos analistas ouvidos pela Bloomberg, as preferidas são as da Iguatemi (IGTA3), Aliansce Sonae (que recentemente mudou o código para ALSO3) e BRMalls (BRML3).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas o que será que esses papéis possuem de especial? Fui atrás de relatórios e conversei com analistas para entender os principais indicadores que têm chamado a atenção. O resultado, você confere a seguir:

Iguatemi: olho no retorno

Na hora de olhar para a gigante Iguatemi (IGTA3) que possui 17 shoppings em seu portfólio e uma área bruta (ABL) total de 758 mil m², um dos pontos que chamam a atenção é a taxa interna de retorno do investimento.

A preferidinha dos analistas também na lista dos top 5 papéis do Itaú BBA. De acordo com os analistas, as ações da administradora de shoppings poderiam ser as mais beneficiadas com maiores quedas nas taxas de juros.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para o banco, as ações podem chegar a R$ 57,00. O montante representaria uma valorização de 24,3%, com relação ao valor de fechamento do pregão da última sexta-feira (30).

Os especialistas destacam que o principal motivo é que os papéis estão sendo negociados a uma taxa interna de investimento (TIR) de 6,8%, o que oferece um prêmio maior em relação à média das empresas do setor que estão trabalhando com TIRs de 6,5%.

Mas não é só isso. A administradora de shopping conseguiu ter a maior alta entre os seus concorrentes nas vendas nas mesmas lojas (SSS, na sigla em inglês), que passaram de -1,9% no segundo trimestre de 2018 para 6,9% no mesmo período deste ano e que ficou à frente de concorrentes como a Multiplan com 6,7% e a Aliansce com 4,5%.

Outro ponto é que há uma grande expectativa do mercado com relação ao seu projeto de marketplace (plataforma online capaz de reunir em um só lugar lojas de vários segmentos), conhecida como Iguatemi365.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na prática, a ideia é que ela irá oferecer desde curadoria de moda até a possibilidade de comprar em lojas de marcas voltadas para o público mais A/B.

O projeto está em fase de testes, mas pode ser uma das apostas, juntamente com a parceira feita com a iFood. O interessante é que o acordo pode trazer venda marginal porque costuma ter uma ociosidade grande no período da noite durante a semana.

Aliansce Sonae: um casamento e tanto

A união recente da empresa com a antiga rival, a Sonae, aumentou e muito as expectativas dos analistas com a fusão das duas companhias. Mas não foi só isso.

Na opinião do banco Credit Suisse em relatório divulgado a clientes, a performance da empresa em termos de receita no segundo trimestre foi considerada "estelar" e uma "excelente surpresa" para os analistas da instituição que fazem a cobertura dos papéis. A ação permanece com a recomendação de compra.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De acordo com os últimos resultados da companhia, a Aliansce reportou um lucro líquido de R$ 37,3 milhões no segundo trimestre deste ano. Na avaliação do banco Credit Suisse, a parte operacional da companhia continua sólida e entre os destaques está o fato de que as vendas nas mesmas lojas (SSS, na sigla em inglês) aumentaram 4,5%, ante o mesmo período do ano passado.

Logo, isso demonstra uma maior produtividade da empresa. Outro ponto que obteve melhora foi o de aluguel nas mesmas lojas (SSR) que expandiu 8,9% em relação ao mesmo período do ano anterior, o que mostra que a variação das receitas de aluguel descontando o efeito do fechamento e abertura de novas lojas aumentou.

O banco ainda destaca como um dos pontos positivos o fato de que o fluxo de caixa proveniente das operações (FFO) teve um crescimento de 19,1% em relação ao mesmo período de 2018 e que alcançou o patamar de R$ 67 milhões, o que é extremamente positivo para o segmento de shoppings.

Mas, na opinião dos analistas, a chave do resultado está no fato de que as  receitas aumentaram acima de dois dígitos (10,9%) ante o primeiro trimestre e que os custos foram reduzidos, assim como a inadimplência líquida também diminuiu durante o período.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E os bons resultados podem fazer com que o preço-alvo das ações em 12 meses chegue em R$ 40,33.

brMalls: "garage sale" e melhorias operacionais

Outra que está na lista são as ações da brMalls (BRML3). Depois de concluir a venda de participações em sete shoppings para o fundo imobiliário administrado pelo BTG, a companhia mostra que está a fim de fazer uma reciclagem em seu portfólio.

De acordo com alguns analistas que cobrem o setor, a expectativa é que mais dois ativos sejam vendidos, os shoppings São Luís e o Via Brasil.

Mas não é só a renovação do portfólio que vem chamando a atenção. Além de ter apresentado um aumento de 9,0% na receita líquida, de 17,7% no lucro líquido, a companhia fez uma parceria no começo deste mês com o Mercado Livre.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A ideia é conectar os empreendimentos ao varejo online. Com isso, os clientes poderão comprar produtos nos shoppings da brMalls por meio da plataforma do Mercado Livre. Toda a parte de logística será feita pela startup Delivery Center, que a gigante do setor de shoppings adquiriu uma participação.

Para Ilan Arbetman, analista da Ativa Investimentos, o interessante é que a parceria com o Mercado Livre pode trazer um poder operacional ainda maior à brMalls, especialmente pelo fato de que o gigante de entregas já possui um processo logístico bastante eficaz.

Na visão do especialista, isso ajudaria a diluir os custos com os estoques por meio de um melhor aproveitamento de espaços, e consequentemente poderia melhorar a eficiência operacional da empresa.

Ao olhar os números da administradora, as vendas nas mesmas lojas (SSS) também foram bastante positivas. Elas saltaram para 4,6% no segundo trimestre, ante os 1,5% do primeiro trimestre do ano. No mesmo período do ano passado, o indicador fechou negativo em 1,3%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já os aluguéis nas mesmas lojas (SSR) ficaram em 9,9% no segundo trimestre, ante os 5,7% no primeiro trimestre. O indicador também terminou o trimestre do ano passado negativo em 1,1%.

Se continuar com os bons números, a expectativa é que os papéis cheguem ao preço-alvo de R$ 15,52 em até 12 meses, segundo os analistas consultados pela Bloomberg.

Uma comparação entre as gigantes

E para quem vai fazer uma análise comparativa das empresas consideradas queridinhas dos gestores no segmento, uma opção é olhar indicadores que mostram a eficiência da empresa.

Ao verificar a margem líquida obtida com os dados fornecidos no balanço do segundo trimestre de 2019, a vencedora no quesito lucratividade é a brMalls (BRML3), com margem de 121,9%, seguida pelos papéis da Iguatemi (IGTA3), com margem de 34,8%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas não é só isso que o investidor precisa olhar. Outro ponto que chama a atenção é o retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) nos últimos 12 meses. Ao olhar os números, a companhia que vem criando a maior quantidade de valor com o patrimônio líquido é mais uma vez a brMalls, com 13,1%.

Na segunda colocação estão as ações da Iguatemi, com 8,9%. Na prática, quanto maior o ROE, maior é a eficiência que ela possui em gerar valor com o patrimônio dos sócios, o que é bastante interessante em termos de rentabilidade para os acionistas.

Atenção aos números

No quesito preço/lucro (P/E), a situação também não é muito diferente. O indicador mostra quantos anos seriam necessários para recuperar o preço pago com as ações, com base nos lucros apresentados pela empresa.

Uma olhada nos números diz que a empresa com o menor índice Preço/Lucro é a brMalls. Segundo os cálculos com base no fechamento de quinta-feira (29), seriam necessários 7,72 anos para que o acionista recuperasse o preço pago.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em segundo lugar na fila estariam as ações da Iguatemi, em que o acionista levaria cerca de 31,33 anos para reaver o montante investido.

Ou seja, na prática seria mais interessante adquirir as ações da brMalls, por conta do tempo que o acionista levaria para obter de volta o preço pago pelo papel.

Ainda que os números da brMalls sejam bastante interessantes, uma das possíveis razões para que a preferência dos analistas pelos papéis da Iguatemi é a possibilidade que a empresa tem de crescer, em relação ao seu principal concorrente.

Outro ponto está no fato de que o lançamento de um marketplace pode fazer com que a companhia ganhe marginalmente com um segmento bastante focado no mercado de luxo. E com isso, talvez repetir o sucesso de plataformas estrangeiras, como a Farfatech - que se transformou em um império no quesito luxo e riqueza no mundo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
AÇÕES SOBEM FORTE

Braskem: Citi muda de ideia sobre BRKM5 e eleva recomendação logo antes de notícia sobre possível proteção contra credores

1 de abril de 2026 - 11:50

Banco vê alívio com alta dos spreads petroquímicos em meio à guerra no Oriente Médio e eleva preço-alvo para R$ 10, mas incertezas sobre dívida e possível proteção contra credores seguem no radar. Segundo a Bloomberg, falência não está descartada

ESPAÇO E IA

SpaceX, de Elon Musk, reúne 21 bancos para o maior IPO da história, diz Reuters; um deles é brasileiro

1 de abril de 2026 - 10:24

A empresa é controlada pelo fundador e presidente-executivo Musk, que já é o mais rico do planeta com US$ 817 bilhões no bolso, e a captação de ainda mais valor no mercado pode fazer esse valor explodir.

O INIMIGO AGORA É O MESMO

‘Taxa das blusinhas’ pode cair e acende alerta no varejo: Lojas Renner (LREN3), C&A (CEAB3) e Riachuelo (RIAA3) estão preparadas?

31 de março de 2026 - 18:35

Para o BTG Pactual, revisão das tarifas pode reacender a pressão competitiva de plataformas estrangeiras, colocando varejistas brasileiros sob novo teste em meio a juros altos e consumo enfraquecido

OPORTUNIDADE SEGUE NA MESA

Vale (VALE3) tropeça e ação cai 6,8% em março, mas mineradora está longe do fim da linha com dividendos extraodinários à frente

31 de março de 2026 - 18:14

Na leitura do mercado, o movimento de queda dos papéis nos últimos 30 dias tem menos a ver com as tensões geopolíticas e mais com fatores específicos

CHEGOU A HORA DE BRILHAR?

Bresco Logística (BRCO11) recua abaixo do valor patrimonial, e analistas veem oportunidade; entenda o que esperar do ativo e do mercado de FIIs daqui para frente

31 de março de 2026 - 16:31

Com os principais segmentos dos FIIs já em ciclo de recuperação, há agora uma fase de expansão potencial, e o BRCO11 é o preferido para brilhar

VISÃO DE ESPECIALISTA

Elétricas, petróleo e construtoras: onde se escondem as oportunidades na bolsa, segundo gestores

31 de março de 2026 - 15:32

Apesar das incertezas sobre a demanda no longo prazo, gestor avalia que o risco de preços muito baixos da commodity diminuiu e que setor do petróleo tem potencial de alta

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Maior alta do Ibovespa: Natura (NATU3) salta mais de 10% com “selo” de gigante global e outro acordo de acionistas. Hora de comprar?

31 de março de 2026 - 14:31

Ações da Natura (NATU3) lideram os ganhos do Ibovespa após anúncio de nova estrutura de governança e sinalização de investimento relevante da Advent, que pode redefinir o valuation e sustentar o interesse pelo papel.

ALÉM DOS GRINGOS

Virada de jogo? Brasil se destaca entre emergentes e investidor local volta à B3, diz Itaú BBA

30 de março de 2026 - 18:04

Segundo o banco de investimentos, o cenário macro mais favorável coloca o Brasil em evidência

VIRADA DE CARTEIRA

Brasileiros perdem interesse na renda fixa e ações ganham espaço aos poucos — mesmo com a guerra aumentando os riscos, diz XP

30 de março de 2026 - 15:42

Levantamento com assessores indica que apetite por risco permanece inalterado, com o sentimento pelo Ibovespa deteriorando na margem

EFEITO BRENT

Guerra, petróleo em alta e novos poços: a combinação que colocou a Brava (BRAV3) no topo da bolsa nesta segunda

30 de março de 2026 - 13:18

Companhia inicia campanha de perfuração e aproveita cenário externo turbulento para ganhar tração no Ibovespa

MERCADOS HOJE

Ibovespa e dólar avançam com mercado dividido sobre a guerra e Galípolo “ganhando tempo”; veja os destaques de hoje

30 de março de 2026 - 11:55

Os mercados começaram a semana sob tensão geopolítica, com guerra no Oriente Médio elevando o preço do petróleo e dividindo investidores, enquanto falas de Galípolo reforçam cautela do BC

FOME DE AQUISIÇÃO

O ‘pacman dos FIIs’ está de volta: GGRC11 fecha compra milionária de galpões; confira os detalhes da operação

30 de março de 2026 - 10:42

De acordo com o FII, a operação, que ainda depende do cumprimento de condições precedentes, com expectativa de fechamento até o fim de abril

QUEM EMAGRE E QUEM GANHA PESO

Fenômeno das canetas emagrecedoras: o “clique” de R$ 50 bilhões que está chacoalhando a bolsa brasileira

28 de março de 2026 - 17:15

Itaú BBA fez uma lista de ações que ganham e que perdem com a popularização do medicamento; confira o ranking

ANOTE NA AGENDA

Depois de sobreviver à guerra e acumular 3% de alta, Ibovespa dá de cara com dados de emprego na semana

28 de março de 2026 - 12:35

Do Caged ao Payroll, a semana será de temperaturas elevadas para a economia global; saiba como os indicadores e as tensões no Oriente Médio mexem com o seu bolso

COMMODITIES, CARRY E ELEIÇÃO

Real barato e petróleo no radar: por que o Bank of America aposta no Brasil contra o México

28 de março de 2026 - 11:32

Com o petróleo em alta e um carry trade atrativo, o BofA Securities aposta na moeda brasileira; confira os alvos da operação e como o cenário eleitoral pode ditar o ritmo do câmbio

O PRÊMIO DE CADA SHOPPING

Multiplan (MULT3), Iguatemi (IGTI11) ou Allos (ALOS3)? Bradesco BBI diz qual é a ‘favorita’ em receita, escala e consistência

27 de março de 2026 - 18:15

Analistas se debruçaram sobre as diferenças das ações de shoppings e afirmam que a qualidade dos portfólios justifica o patamar de preços de cada papel

FII EXPERIENCE 2026

‘O jogo dos FIIs mudou completamente’: Luiz Augusto, sócio fundador da TRX, conta a estratégia da gestora para crescer na nova fase do mercado

27 de março de 2026 - 14:12

O setor caminha para uma redução no número de fundos imobiliários e um foco em veículos maiores, mais robustos e líquidos

DINHEIRO NA CONTA

Renda extra vai pingar: B3 (B3SA3) pagará R$ 372,5 milhões em juros sobre capital próprio — até quando investir para ter direito?

27 de março de 2026 - 13:11

Data máxima para investir nas ações da B3 e ter direito ao pagamento se aproxima; confira o valor por ação e o calendário para a renda extra cair na conta

VEJA DETALHES DO BALANÇO

Azul (AZUL53) tem prejuízo 330% maior em 2025 e projeta ‘voo eficiente’ para este ano

27 de março de 2026 - 12:57

Companhia reporta lucro de R$ 125 milhões no ano passado após prejuízo bilionário em 2024, enquanto resultado ajustado aponta perda de R$ 4,3 bilhões; veja os números

FII EXPERIENCE 2026

FIIs de shopping centers estão com os dias contados? Gestores dizem que não — e a reforma tributária é um dos motivos

26 de março de 2026 - 19:58

Durante evento FII Experience, gestores dizem que o mercado ainda não percebeu os valores patrimoniais desses ativos, que seguem descontados na bolsa

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia