O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O governador de Minas Gerais reiterou que a privatização da Cemig é fundamental, ainda que exista uma dificuldade maior porque precisa do crivo da Assembleia legislativa
Com bastante bom humor e fazendo brincadeiras com o fato de que pode sair muito mais barato investir em Minas Gerais do que em São Paulo, o governador de Minas, Romeu Zema, conversou hoje (12) com investidores em evento promovido pelo Santander.
Em sua fala, o governador voltou a destacar que "está caminhando na privatização das subsidiárias da Cemig como Taesa, Santo Antônio, Belo Monte e Renova. Todas são empresas problemáticas, mas que terão a situação resolvida no governo".
Ainda que não tenha dado detalhes sobre datas para que o processo se encerre, a ideia de vender as participações que a Cemig possui nas companhias é porque a privatização da própria estatal precisa do crivo da Assembleia Legislativa mineira, o que pode demorar. Ainda assim, Zema destacou que é fundamental privatizá-la.
"É uma questão matemática: ou privatiza ou ela continuará sem ter dinheiro para investir. A Cemig, por exemplo, precisará investir R$ 21 bilhões de reais, mas só terá como investir R$ 6 bilhões. Logo, quem vai colocar os R$ 15 bilhões", questionou o governador.
Segundo ele, a nomeação de pessoas mais técnicas e do mercado na gestão da Cemig fez com que ela dobrasse seu valor de mercado desde o começo do ano.
E não foi só ela quem melhorou. O governador destacou que a Copasa também aumentou o seu valor de mercado, que passou de R$ 5 bilhões para R$ 8 bilhões.
Zema ainda disse que vai continuar a linha de austeridade em seu governo e que pretende continuar a simplificar as legilações sanitárias e ambientais. Ele ainda comentou que cada vez mais "Minas será um Estado amigo para se empreender".
Leia Também
O governador ainda reiterou que vai trabalhar com a concessão de sete trechos da malha rodoviária mineira e que, ao todo, a concessão deve abranger 2.500 quilômetros.
O lote de menor tamanho será de 50 km e de maior deve corresponder a um trecho de 500 quilômetros. Os trechos devem ir desde o Triângulo mineiro, Sul de Minas e Central do Estado.
De acordo com Zema, a expectativa é que 150 municípios sejam impactados e que a concessão das rodovias gere um investimento de R$ 7 bilhões em um horizonte de 25 anos.
Ao falar sobre o tema da Previdência, o governador do Estado mineiro disse que vai lutar para que Estados e municípios sejam incluídos na reforma. Para ele, a inclusão é "fundamental".
A expectativa do governo é que a inclusão dos Estados e municípios ocorra por meio de uma PEC pararela, segundo o que foi veiculado recentemente.
A PEC que foi encaminhada ao Senado retirou partes consideradas importantes pelo governo como a inclusão de Estados e municípios e o regime de capitalização.
Com as aquisições, o XPLG11 passa a ter um patrimônio líquido de aproximadamente R$ 5,4 bilhões, distribuído em 31 empreendimentos
O fundo imobiliário está a caminho de aumentar ainda mais o portfólio. A gestora vem tentando aprovar a fusão do PML11 com o RBR Malls FII
O novo rendimento tem como referência os resultados apurados pelo fundo em março, que ainda não foram divulgados
O vencimento de Opções sobre o Ibovespa movimentou R$ 81 bilhões, funcionando como o grande motor que empurrou a bolsa para o um novo topo operacional
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Alfredo Menezes, CEO e CIO da Armor Capital, detalhou os motivos por trás da forte desvalorização do dólar e por que esse movimento pode estar perto do fim
Gestores entrevistados pelo BofA seguem confiantes com a bolsa brasileira, porém alertam para riscos com petróleo e juros nos EUA
Para os analistas, a B3 tem buscado a liderança na agenda de sustentabilidade; a ação divide o pódio de recomendações com uma varejista que pode valorizar até 44%
No começo da semana, a companhia anunciou a ampliação de seu acordo de fornecimento de carne com a subsidiária do fundo soberano da Arábia Saudita, além de avanços nas aprovações para um possível IPO da Sadia Halal
Volume estrangeiro nos primeiros dois meses do ano cresceu 60% em relação a 2025; só em fevereiro, gringos representaram 24% do volume negociado de fundos imobiliários
Bolsa brasileira segue o bom humor global com o alívio das tensões no Oriente Médio, mas queda do preço do petróleo derruba as ações de empresas do setor; dólar também recua
Apesar de preço mais alto para o aço, o valuation da empresa não é mais tão atraente, e potenciais para a empresa já estão precificados, dizem os bancos
O novo fundo imobiliário comprará participações em sete shoppings de propriedade da Allos, com valor de portfólio entre R$ 790 milhões e R$ 1,97 bilhão, e pode destravar valor para os acionistas
Com a transação, o fundo passa a ter uma exposição de 21% do seu portfólio ao setor bancário, o que melhora a relação risco e retorno da carteira
Retorno foi de 101,5% de abril de 2021 até agora, mas para quem reinvestiu os dividendos, ganho foi mais de três vezes maior, beirando os 350%
Depois do fracasso das negociações entre EUA e Irã no final de semana, investidores encontraram um respiro nas declarações de Trump sobre a guerra
Carteira recomendada do banco conta com 17 fundos e exposição aos principais setores da economia: infraestrutura, imobiliário e agronegócio
A operação abrange todos os portos do país no Golfo Arábico e no Golfo de Omã, e será aplicada a embarcações de qualquer nacionalidade
A casa avalia que aproximadamente 98% da carteira está atrelada a CRIs indexados ao IPCA, o que gera proteção contra a inflação
Ibovespa supera os 197 mil pontos e atinge novo recorde; apesar disso, nem todas as ações surfaram nessa onda
A companhia foi a maior alta do Ibovespa na semana, com salto de quase 25%. A disparada vem na esteira da renovação no alto escalão da companhia e o Citi destaca pontos positivos e negativos da dança das cadeiras