O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O Credit Suisse elevou as recomendações e preços-alvo para as ações da B2W e Lojas Americanas, citando perspectivas mais favoráveis para ambas as empresas no futuro
Se você está atento aos números da economia brasileira, já sabe: os dados mais recentes do PIB e do setor de consumo indicam um aquecimento na atividade doméstica — o que favorece as ações de empresas expostas ao mercado local, como as varejistas. E, dentro desse grupo, o Credit Suisse está mais otimista em relação aos papéis da B2W e das Lojas Americanas.
Em relatórios assinados pelos analistas Victor Saragiotto e Pedro Pinto, a instituição elevou as recomendações e preços-alvo para os ativos das duas empresas, citando as perspectivas mais animadoras para os próximos anos. Veja abaixo qual a nova visão do Credit Suisse para as varejistas:
O racional por trás da análise do Credit Suisse tem como ponto de partida a B2W. A instituição afirma que, no primeiro semestre deste ano, a receita líquida da varejista foi decepcionante, mas que, a partir de julho, os ventos começaram a mudar.
"A capitalização recente, aliada à importância cada vez maior do marketplace, devem dar suporte não só a um crescimento atrativo nas receitas nos próximos trimestres, mas também a uma expansão da margem Ebitda e do fluxo de geração de caixa", escrevem os analistas.
A equipe do Credit Suisse destaca que, desde 1999, o GMV (um indicador da receita gerada no comércio digital) da B2W chegou a R$ 19 bilhões. No entanto, com a perspectiva de aceleração nas atividades da empresa, o banco projeta que esse valor irá mais que dobrar até 2022 — crescendo 20 anos em três.
As Lojas Americanas têm uma carta diferente na manga: para os analistas do Credit Suisse, o desempenho das operações físicas da empresa parecem não estar totalmente precificadas pelo mercado — o que, somado à perspectiva animadora para a B2W, aumenta a atratividade para as ações da companhia.
Leia Também
"A expertise das Lojas Americanas em operar unidades físicas com alto crescimento é inegável", escrevem Saragiotto e Pinto. "Apesar de os resultados da companhia ficarem aquém das expectativas do mercado nos últimos anos, estamos otimistas quanto à evolução gradual nas operações físicas".
O modelo do Credit Suisse para as Lojas Americanas prevê uma aceleração nas vendas mesmas lojas (SSS, na sigla em inglês), com base nas iniciativas para expansão da base de clientes e na criação de uma rede logística mais eficiente, com novos centros de distribuição — fator que também tende a ajudar as operações online.
A visão mais otimista do Credit Suisse, aliada ao clima de tranquilidade visto na bolsa como um todo, deu impulso às ações das duas empresas. Lojas Americanas PN (LAME4) fechou em alta de 6,03%, a R$ 26,19, enquanto B2W ON (BTOW3) avançou 5,23%, a R$ 64,61.
O Ibovespa terminou o dia com ganhos de 1,11%, aos 112.199,74 pontos — confira aqui a cobertura completa dos mercados nesta quinta-feira (12).
Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano
Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes
A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos
A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão
Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026
Discurso de separação não tranquilizou investidores, que temem risco de contágio, dependência financeira e possível inclusão da subsidiária no processo de recuperação
Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice
Queda do bitcoin se aprofunda com liquidações de mais de US$ 2,4 bilhões no mercado como um todo nas últimas 24 horas, enquanto incertezas macro voltam a pesar sobre as criptomoedas
Novos recordes para a bolsa brasileira e para o metal precioso foram registrados no mês, mas as ações saíram na frente
A adesão ao leilão não é obrigatória. Mas é mais difícil vender ações de uma companhia fechada, que não são negociadas na bolsa
O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados
O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor
Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável
Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA
Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas
Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público
Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%
A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira
Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa
Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais