O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
CNI Ibope mostra que 72% dos brasileiros concordam com o estabelecimento de uma idade mínima para a aposentadoria, mas ninguém quer trabalhar muito além dos 60 anos, mesmo que viva cada vez mais
Tanto o ministro da Economia, Paulo Guedes, quanto o secretário especial da Previdência, Rogério Marinho, vinham falando que a percepção da população com relação ao tema reforma da Previdência vinha amadurecendo em comparação com o governo Michel Temer e mais uma pesquisa reforça essa avaliação.
Sondagem feito pelo Ibope, a pedido da Confederação Nacional da Indústria (CNI), mostra que a reforma do sistema previdenciário é considerada necessária para 59% da população. Desse total 31% concordam totalmente com a sua necessidade e 28% concordam em parte.
Pesquisa feita pelo Datafolha e divulgada em abril, mostrava que a reforma era rejeitada por 51% da população, 41% eram favoráveis.
Os dados apresentados agora pela manhã devem ajudar a engrossar o debate na Comissão Especial da reforma que se reúne hoje à tarde e recebe o ministro Paulo Guedes.
O apoio cresce de acordo com a renda e a escolaridade do entrevistado. No grupo com renda familiar de até um salário mínimo, 51% acreditam que a reforma é necessária. Esse percentual sobe para 73%, no grupo com renda familiar superior a cinco salários mínimos.
Entre aqueles que completaram até a 4ª série do ensino fundamental, 52% entendem ser necessária uma reforma. Já entre as pessoas com ensino superior completo, 68% concordam.
Leia Também
Entre os entrevistados que já são aposentados, 65% concordam com a necessidade de reforma da previdência, enquanto 27% discordam.
Entre os não aposentados, o percentual de concordância com a reforma é de 58% e de discordância igual a 37%.
A pesquisa nos mostra que 72% dos brasileiros concordam com o estabelecimento de uma idade mínima para a aposentadoria. A proposta atual institui 62 anos para as mulheres e 65 anos para os homens.
Embora a maioria da população defenda a adoção de uma idade mínima, ainda há grande concentração de pessoas, 80%, que entendem que a aposentadoria deve ocorrer até os 60 anos.
Mas vale destacar o aumento do percentual da população que acredita que a aposentadoria deve ocorrer com 61 anos ou mais.
Em pesquisa feita pela CNI em 2007, 8% afirmaram que as pessoas deveriam se aposentar com 61 anos ou mais. Esse percentual aumentou para 19% em 2019.
Parece haver um entendimento de que como as pessoas vivem mais faz sentido ter uma idade mínima. No entanto, quando interrogados se as pessoas deveriam se aposentar cada vez mais tarde, já que estão vivendo até idades cada vez mais avançadas, a maioria dos entrevistados se mostrou contrária.
Agora em 2019, 73% dos entrevistados discordaram da afirmação. Em 2015, esse percentual representou 75% da população, ou seja, não apresentou variação significativa, ficou dentro da margem de erro.
O nível de conhecimento da atual proposta do governo Jair Bolsonaro ainda é baixo. Apenas 36% dos brasileiros afirmam conhecer o conteúdo da proposta e entre eles, 51% afirmam ser contrários à proposta e 39% afirmam ser favoráveis. Tal resultado sugere que o governo tem de intensificar as ações de propaganda com relação à reforma.
Outro dado que chama atenção é que 79% dos brasileiros sabem que há regras de aposentadoria diferentes para alguns grupos de pessoas e a maioria entende que devem ser mantidas regras previdenciárias diferentes para trabalhadores rurais (62%), mulheres (62%), professores (61%), policiais civis (56%) e militares e Forças Armadas (56%). Isso ocorre mesmo com 57% da amostra dizendo que não é justo que alguns grupos se aposentem com regras diferentes.
Aqui parece haver um desconhecimento sobre quem paga essa conta. Se alguém se aposenta antes de você ou ganhando mais, certamente é você quem paga. O mais interessante é que 68% concordam que quando alguns grupos se aposentam com regras diferentes, o restante da população é prejudicado.
Por outro lado, a população entende que os políticos (74%) e os servidores públicos (57%) devem estar sujeitos às mesmas regras que os demais trabalhadores. Esses dois pontos são abordados na proposta atual e poderiam ser melhor explorados pelo governo.
Ainda sobre quem arca com as aposentadorias, quando perguntados se estariam dispostos a pagar mais impostos para manter as regras previdenciárias atuais, 83% dos brasileiros dizem que não estão dispostos a pagar mais impostos.
Quando questionada sobre como resolver o problema da falta de dinheiro da Previdência, 59% da população entende que as regras para aposentadorias e pensões deveriam ser alteradas.
Para 33% dos brasileiros, as regras deveriam mudar apenas para quem ainda não contribui, enquanto 26% dos brasileiros entendem que as regras para aposentadorias e pensões deveriam mudar para quem já contribui para a
previdência, mas ainda não se aposentou.
Para 21% dos entrevistados, o sistema deveria ser mantido do jeito que é hoje, sendo que o dinheiro necessário para compensar a falta de dinheiro da Previdência deveria ser obtido por meio do aumento de impostos.
Quando confrontados com a possibilidade de o governo não conseguir aumentar impostos e precisar reduzir gastos, apenas 9% dos brasileiros apontam aposentadorias e pensões como objeto de corte de despesas.
Para 76% dos brasileiros, as reduções deveriam ser realizadas em áreas que não aposentadorias e pensões. Já 14% dos entrevistados não souberam ou não quiseram responder.
Onde cortar então? Aqui, novamente, a resposta chama atenção. As prioridades em redução de gastos deveriam ser investimentos em infraestrutura, citados por 32% dos entrevistados, e programas sociais, citados por 30% dos entrevistados. Ainda houve uma parcela de 24% dos respondentes que apontaram que o foco do corte de despesas deveria ser em “outras áreas”. O brasileiro concorda em dar assistência ao idoso pobre, mas se tiver faltando para o dele, que cortem dos demais necessitados, ou que piorem ainda mais os serviços de água, luz, transportes e energia.
A maioria dos brasileiros, 60%, defende que o valor da pensão das(os) viúvas(os) cresça conforme aumente o número de filhos menores de idade.
Além disso, nos casos em que há acúmulo de aposentadoria e pensão, 65% dos entrevistados acredita que o valor recebido deve ser menor para quem tem renda familiar mais elevada e maior para quem tem renda familiar mais baixa. Dois pontos também contemplados pela reforma.
No que diz respeito aos mecanismos de assistência, a grande maioria dos brasileiros, 77%, acredita que é dever da sociedade garantir um salário mínimo a todos os idosos de baixa renda, inclusive aqueles que nunca contribuíram para a Previdência. Aqui transparece a natural confusão entre medidas de assistência e de Previdência.
A população se mostra dividida quando questionada se a garantia de um salário mínimo a todos os idosos de baixa renda, inclusive para aqueles que nunca contribuíram, incentiva as pessoas a não contribuírem para a Previdência.
Pouco menos da metade das pessoas, 46%, concorda, totalmente ou parcialmente, com a afirmação, enquanto quase metade da população, 49%, discorda. Esses valores não apresentaram variação significativa na comparação com 2015, quando corresponderam a 43% e 49%, respectivamente.
A pesquisa desta edição foi a campo nos dias 12 a 15 de abril de 2019 e entrevistou 2.000 eleitores com 16 anos ou mais, em 126 municípios. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais, para cima e para baixo, com 95% de confiança.
“É uma anomalia. Talvez, o desafio desta geração seja descobrir como normalizar a política monetária no Brasil”, afirmou Galípolo, sobre o alto nível dos juros no Brasil
Objetivo da lei é possibilitar uma maneira mais acessível para que famílias possam se despedir de seus animais de estimação
Alta de 0,88% no mês veio na esteira do aumento nos preços de combustíveis e alimentos; revisões para o ano já preveem IPCA próximo de 5%
Netflix terá que ressarcir usuários em valores entre 250 e 500 euros, segundo advogados que representaram os consumidores
Assim como aconteceu na rodada anterior, a Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de quinta-feira (9). Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam.
Empresa surfa o boom logístico, combina proventos elevados e ainda negocia com desconto, segundo a própria gestão
Entidades dizem reconhecer as discussões como um debate legítimo, mas defendem que o impacto será severo sobre a economia, investimentos e geração de empregos formais
Até então, as alíquotas para a exportação dessas companhias eram de 0%. Em evento, ministro de Minas e Energia defendeu o imposto
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na noite de quarta-feira (8). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Hoje (9), a Timemania divide as atenções com a Mega-Sena.
Lais Costa, analista da Empiricus Research, explica por que tantos fundos sofreram com o conflito e mostra que outra classe corre risco em um cenário de juros altos
Do universo digital ao musical, itens apreendidos ganham nova chance em leilão da Receita Federal que começa hoje
Para os analistas, o foco dos eleitores agora não é somente quem deve ganhar a corrida para a presidência, mas também para o Congresso
Em 2025, o crédito imobiliário no Brasil somou aproximadamente R$ 324 bilhões em originações, segundo dados apresentados pelo banco
Fundo teve leve alta em março e acumula ganhos acima do CDI em 2026, com estratégia focada no Brasil e proteção contra inflação
Para Anthropic, há uma nova preocupação além dos erros humanos: a vulnerabilidade dos sistemas contra ataques cibernéticos
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de terça-feira, 7 de abril. Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam. +Milionária pode pagar R$ 34 milhões hoje.
Durante evento do Bradesco BBI, o economista afirmou que vê conflito caminhando para intensificação e alertou para os efeitos no petróleo e nos mercados
Genoa, Kapitalo e Ibiuna participaram de evento do Bradesco BBI e falaram sobre a dificuldade de leitura no cenário volátil atual
Sam Altman, CEO da OpenAI, publicar artigo sobre o avanço da inteligência artificial e suas consequências para os seres humanos
A explosão das apostas online já pesa mais que os juros no bolso do brasileiro e acende um alerta sobre uma nova crise financeira