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2019-10-14T14:38:39-03:00
Estadão Conteúdo
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Faturamento cresce 0,3% em junho, mas indústria fecha semestre estagnada, diz CNI

De acordo com a pesquisa, o emprego ficou estável e os outros indicadores tiveram queda. A utilização da capacidade instalada caiu 0,7 ponto porcentual na comparação com maio, atingindo 77,2% em junho.

1 de agosto de 2019
15:28 - atualizado às 14:38
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Indústria brasileira - Imagem: José Cruz/Agência Brasil

O faturamento da indústria teve alta de 0,3% em junho na comparação com maio na série após ajustes sazonais. O dado consta da pesquisa Indicadores Industriais, divulgada nesta quinta-feira, 1º de agosto, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O faturamento real foi o único dos índices da pesquisa que registrou alta em junho na comparação com o mês anterior.

De acordo com a pesquisa, o emprego ficou estável e os outros indicadores tiveram queda. A utilização da capacidade instalada caiu 0,7 ponto porcentual na comparação com maio, atingindo 77,2% em junho.

O indicador das horas trabalhadas na produção também registrou queda de 0,1% em junho frente ao mês anterior. Esse é o segundo recuo consecutivo. A massa salarial dos trabalhadores da indústria teve recuo de 0,7% no mesmo período de comparação.

Semestre

A pesquisa mostra ainda que todos os indicadores, quando dessazonalizados, terminaram o primeiro semestre do ano abaixo do registrado em dezembro do ano passado. Nessa comparação, o faturamento da indústria teve queda de 5%; horas trabalhadas, 0,5%; o emprego, 0,3%; massa salarial, 3,9%; e o rendimento médico, 2,1%. A Utilização da Capacidade Instalada apresenta recuo de 0,1 ponto porcentual no semestre.

"A indústria encerra o semestre sem avanços em termos de atividade e emprego. Fica evidente que, além das medidas estruturantes, de longo prazo, necessárias para um novo ciclo de crescimento, também são urgentes e críticas medidas de curto prazo para estimular a economia", afirma o economista da CNI Marcelo Azevedo, em nota divulgada pela entidade.

Segundo ele, a redução de 0,5 ponto porcentual na taxa Selic foi um primeiro passo nesse sentido, mas o economista afirma haver espaço para novas quedas. "Medidas que facilitem e reduzam o custo do financiamento também seriam muito importantes", afirma.

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