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2019-12-02T16:04:00-03:00
Dados da CNI

Faturamento real da indústria cresce 1,3% em outubro ante setembro

Resultado aponta para o quinto mês consecutivo de crescimento do indicador, que registra uma alta de 3,5% em relação a outubro do ano passado

2 de dezembro de 2019
16:04
indústria
Imagem: Shutterstock

Os Indicadores Industriais de outubro mostram crescimento de 1,3% do faturamento real na comparação com os números de setembro. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira, 2, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Esse foi o quinto mês consecutivo de crescimento do indicador, que registra uma alta de 3,5% em relação a outubro do ano passado.

A pesquisa também aponta ligeira alta da utilização da capacidade instalada (UCI), que atingiu 78% em outubro, na série livre de influências sazonais. Em setembro, esse indicador estava em 77,9%. Na comparação com o mesmo mês de 2018, a UCI de outubro deste ano ficou 0,5 ponto porcentual maior.

O economista da CNI Marcelo Azevedo avalia que a série de alta do faturamento é uma "excelente notícia", pois abre caminho para uma recuperação mais forte da atividade e até mesmo do emprego nos próximos meses. "A expansão do faturamento é resultado do aumento da demanda, que vem proporcionando o ajuste dos estoques da indústria. A expectativa é que esse aumento da demanda se mantenha e passe a exercer influência cada vez maior na atividade industrial", diz o economista.

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Com relação às horas trabalhadas na produção, a pesquisa aponta pequena queda de 0,1% em outubro frente a setembro, na série dessazonalizada. Já na comparação com o mesmo mês do ano passado, há uma alta de 0,1%.

A CNI destaca que a melhora dos indicadores de produção ainda não repercute no mercado de trabalho. O emprego no setor ficou estável em outubro e a massa real de salários caiu 0,7%, com queda no rendimento médio real de 0,3% em outubro frente a setembro, nas séries livres de influências sazonais. Na comparação com outubro de 2018, o emprego registra queda de 0,3%, a massa real de salários tem queda de 1,9% e o rendimento médio do trabalhador ficou 1,6% menor.

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